EDITORIAL – Plano do Professor António Costa e Silva gera expectativas

EDITORIAL

Plano do Professor Doutor António Costa e Silva gera fundadas expectativas.

Desde logo a iniciativa do Governo é de saudar, pois, não era possível ter o recolhimento necessário para qualquer membro do governo efectuar trabalho semelhante, assoberbado pelo dia-a-dia.

Depois, O PM ter convidado um Independente estudioso e Homem da sociedade civil e empresarial não partidária, dá garantias e legitima expectativas apenas atacadas por pequenas franjas partidárias sem  visão de futuro e apenas preocupados com mais despesa.

Destaco no PLANO algumas notas que me parecem de relevo substancial:

. A aposta no mar que inclui a Universidade do Mar nos Açôres com um polo na Madeira é uma ideia de importância capital. Faz algum sentido um país com uma zona marítima tão grande, importar peixe para comer?

Não.

Faz sentido exportar peixe.

. A aposta no 5G mas instalado ao contrário, ou seja do Interior para o Litoral.

Essa ideia deve ser aplaudida com ambas as mãos, gera competitividade ao interior, igual oportunidades de desenvolvimento e permite atrair investimento qualificado nas regiões.

. A aposta na Ferrovia e as novas linhas incluindo o TGV é agora uma oportunidade .

. Ainda o investimento nos portos é decisiva para facilitar as exportações do país que necessitam em absoluto de crescer e fazer diminuir as importações, produzindo muito mais em Portugal.

Do nosso ponto de vista, apenas uma ressalva.

Não seria construído o novo Aeroporto, colocava na ordem do dia o de BEJA e ligava esta cidade por ferrovia a Lisboa e Faro.

É um novo paradigma que deve animar os mis jovens.

Portugal tem futuro.

  • O Documento entra agora em consulta público
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Presidente da Câmara de Castelo Branco perde mandato

Como resultado do processo que se arrastava em sucessivos recursos, finalmente foi concluído com a perda do mandato por parte de Luís Correia que abandonará nos próximos dias.

Será substituído pelo nº 2, um ex-militante do PSD entretanto filiado no PS.

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Programa Cultural da Beira Baixa

Programa Cultural da Beira Baixa

Cultura: o convite para visitar o território da Beira Baixa, em segurança.

A Região da Beira Baixa inicia o desconfinamento da melhor forma apresentando um programa cultural repleto de atividades. Nos meses de julho e agosto poderá participar na rota de visitas guiadas e encenadas, nos ateliês temáticos de cultura e gastronomia e ainda, assistir a festivais de música, de forma gratuita!

As iniciativas culturais a desenvolver no âmbito do projeto “Beira Baixa Cultural”, promovido pela Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa, retomam o seu calendário de ações nos meses de julho e agosto, com um conjunto de atividades nos Municípios de Idanha-a-Nova, Penamacor e Proença-a-Nova.

A Beira Baixa, sendo um dos territórios com povoamento mais antigo do país, é detentora de um vasto e rico património cultural imaterial. A Rota das Visitas Guiadas e Encenadas visa dar a conhecer as experiências e vivências ancestrais através da encenação de estórias, lendas e tradições culturais e gastronómicas caracterizadoras da Beira Baixa. No dia 11 de julho poderá participar na visita guiada e encenada “Os casamentos de antigamente”, em Proença-a-Nova e no dia 18 de julho em Penamacor, na visita guiada “OPA 2P”, uma visita à Freguesia do Vale da Senhora da Póvoa e território envolvente, que apresenta as suas riquezas patrimoniais, tanto na vertente natural como na vertente cultural.

O Festival das Artes da Beira Baixa outro ponto forte desta programação cultural engloba espetáculos musicais com a atuação de vários grupos da região da Beira Baixa, disseminando as melodias, os sons e as músicas características do território. Idanha-a-Nova convida-o a assistir aos espetáculos do Coro Misto da Beira Interior (missas cantadas) nos dias 04 e 05 de julho e “A Música que fazemos” com Joaquim Martins nos dias 17, 18, 19, 24, 25 e 26 de julho. No mês de agosto, Idanha-a-Nova apresenta ainda “Um violino à solta pelas aldeias” entre os dias 01 e 08 e a “Música ao Largo” com a Filarmónica Idanhense, nos dias 15 e 29. Também o Município de Proença-a-Nova enche-se de som, música e melodias nos dias 08, 15 e 22 de agosto para acolher o Festival das Artes da Beira Baixa.

No dia 08 assista a uma Noite de Fados, no dia 15 será a vez dos Minniband Blues Band e para finalizar, no dia 22 terá acesso a um concerto de Filipe de Moura (tenor) acompanhado por Ana Sofia Ventura (canto lírico) e Rita Pires (piano).

E como a gastronomia tem de estar sempre presente, poderá ainda participar nos Ateliês Temáticos de Cultura e Gastronomia onde se ensina e confecionam os pratos e produtos típicos da região. No dia 11 de julho, em Proença-a-Nova, o ateliê é sobre o Bolo Finto. No dia 21 de julho, o Município de Proença-a-Nova prepara para si um ateliê sobre a utilização de licores de ervas aromáticas e de medronho em cocktails com Mark Walker, WB&CO e no dia 25 de julho, aventure-se no ateliê sobre o famoso Peixe do Rio. Ainda durante o mês de agosto, fique atento pois o Município de Penamacor irá realizar ateliês de cultura e gastronomia dentro da temática do foranging (em português “recoleção”, consiste na procura, identificação e recolha de recursos alimentares na natureza).

Com todas as condições e normas de segurança asseguradas, convidamo-lo a participar nestas surpreendentes iniciativas.

 

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O “crime” de Santo Tirso é chocante

. GNR dá prioridade à propriedade privada em detrimento da saúde dos animais

. Portugal chocado

Vários populares e pessoas ligadas à proteção animal concentraram-se este domingo junto ao terreno onde funciona um abrigo de animais, em plena serra da Agrela, Santo Tirso, para tentar resgatar cães e gatos a precisar de cuidados. Durante esta tarde, dezenas entraram à revelia da GNR.

Durante a tarde deste domingo, dezenas de pessoas entraram e desrespeitaram as ordens da GNR. Não terá havido negociação com as autoridades e os populares retiraram os animais para lhes prestar cuidados.

O país emocionado clama por justiça.

O que se passou em Santo Tirso (arredores) é indescritível, um verdadeiro horror.

. PAN avança com queixa no MP.

Antes, a Guarda Nacional Republicana escreveu em comunicado que durante a tarde de sábado salvou alguns animais daquele local. “Lamentavelmente, a dimensão do fogo e a grande concentração de animais naquele local, impediram que tivesse sido possível resgatar todos os animais com vida, tendo sido recuperados alguns já sem vida”, lê-se no documento.

A GNR descartou a responsabilidade das “consequências trágicas” do fogo. “A essa hora [madrugada de domingo], já tinham sido salvos os animais que foi possível salvar”, explicam. Segundo comunicados do Bloco de Esquerda e do PAN, o terreno deverá tratar-se de um canil ilegal chamado “Cantinho das Quatro Patas”.

Em 2017, o Departamento de Investigação de Acção Criminal (DIAP) do Porto moveu um processo-crime a dois abrigos de animais em Santo Tirso após uma denúncia de maus-tratos a centenas de cães.

Um deles era o “Cantinho das Quatro Patas”. Uma denunciantes relatou na altura “um cenário dantesco”: “cães acorrentados por todo o lado, saudáveis, doentes, novos, velhos, alguns que já desistiram da vida e estão apenas a aguardar que a morte chegue”. O caso foi arquivado em 2018.

Milhares assinam petição a exigir justiça pela falta de auxílio a animais de canil ilegal

A sociedade civil continua a mobilizar-se nas redes sociais e fora delas contra a alegada falta de auxílio prestado aos animais.

A petição denominada “Justiça pela falta de prestação de auxílio aos animais do canil cantinho 4 patas em Santo Tirso” reúne mais de 35 mil assinaturas às 16.30 horas deste domingo.

Os signatários pedem agora “justiça para que tanto a GNR como a proprietária venham a ser julgados em tribunal e punidos, pelos crimes de maus tratos aos animais de companhia, negligência e falta de auxílio”.

  • Com fontes e Redacção
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PS de Castelo Branco elege Vitor Pereira

A mudança em curso no Distrito de Castelo Branco está em curso.

Vitor Pereira, Presidente da Câmara da Covilhã, vence Leopoldo Rodrigues actual Presidente da Junta de Castelo Branco com margem confortável.

Esta mudança espelha o desejo de mudança em Castelo Branco e mobilizou imensos notáveis como Fernando Serrasqueiro ou Armindo Taborda entre outros e era reclamada pela generalidade dos militantes que não se reviam nas práticas e excesso de processos judiciais a envolver o Presidente da Câmara entre outros.

Hortense Martins anterior Presidente não se recandidatou.

  • Notícia em desenvolvimento
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Altice lança Bandeira Verde para distinguir Municípios e Freguesias

Bandeira Verde vai distinguir freguesias e municípios com boas práticas de sustentabilidade Altice Portugal e ABAE unem-se em prol da sustentabilidade dos territórios portugueses «Faz do verde a tua bandeira» é o mote que dá vida à nova parceria estabelecida entre a Altice Portugal, através do MEO, e a Associação Bandeira Azul da Europa. A Bandeira Verde identifica e reconhece as boas práticas de sustentabilidade dos territórios em Portugal.

Desafia as entidades governamentais e a população em geral a projetar a construção de um futuro melhor.

Num projeto único em Portugal, a Altice Portugal e a ABAE unem-se agora para a promoção de um movimento que visa galardoar anualmente os municípios e bienalmente as freguesias com as melhores práticas de sustentabilidade.

É um conceito agregador que distingue os municípios (ECOXXI) e as freguesias (Eco-Freguesias XXI), que querem ser parte integrante deste movimento de mudança e por isso mesmo cumprem um conjunto de critérios de sustentabilidade.

Para o Presidente Executivo da Altice Portugal, «Esta parceira com a Associação Bandeira Azul faz todo o sentido, porque partilham connosco este ADN da proximidade ao território.

Bandeira Verde, Altice, MEO

Bandeira Verde, Altice, MEO

Este projeto da Bandeira Verde tem o estímulo para o desenvolvimento do território e para a fixação da população, e penso que este poderá ser um selo importante para que regiões do nosso País possam lutar pela competitividade na fixação das pessoas». José Archer, Presidente da ABAE, partilha que «esta parceria irá seguramente permitir termos meios para trabalhar mais a fundo os nossos territórios, com o objetivo de se prosseguir com um desenvolvimento mais sustentável, melhores condições e maior bemestar para quem vive em qualquer canto do nosso País».

O programa Bandeira Verde ECOXXI pretende reconhecer os municípios portugueses com políticas e ações em torno de 21 indicadores e mais de 65 subindicadores de sustentabilidade. Os municípios que queiram candidatar-se devem submeter a candidatura até 30 de setembro. No que respeita ao programa dedicado às freguesias, Bandeira Verde Eco-Freguesias XXI, o mesmo propõe-se a incrementar a sustentabilidade e nível local, valorizando os processos de cidadania participativa e reconhecendo as freguesias que oferecem melhor qualidade de vida aos seus habitantes. As candidaturas encerram a 15 de janeiro de 2021.

A Bandeira verde simboliza o triunfo do planeta e distingue territórios onde a sustentabilidade coabita lado a lado com os cidadãos e empresas, em cada ação, e onde ninguém deixa o futuro para amanhã.

O envolvimento neste projeto reforça uma vez mais o posicionamento do MEO enquanto marca de causas, e da Altice Portugal, enquanto uma das empresas que mais tem contribuído para o progresso social e económico do nosso País, apostando também em projetos relacionados com a Sustentabilidade, de que são exemplo um conjunto de iniciativas entre as quais se destaca a criação do Comité de Sustentabilidade da Empresa.

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Nuno Nepomuceno, Escritor a ter em conta

Nuno Nepomuceno, um Escritor a ter em conta

Nasceu em 1978.

Revelado através do Prémio Literário Note! 2012, é autor de livros como Pecados Santos, ou A Última Ceia, publicados pela Cultura Editora em 2018 e 2019, respetivamente.

Representado pela Agência das Letras, é um dos escritores de thrillers mais acarinhados em Portugal. A Morte do Papa, datado do início de 2020, transformou-o em N.º 1 nacional de vendas de livros. Reapresenta agora, numa nova edição, A Célula Adormecida, o início da série Afonso Catalão, originalmente publicado em 2016.

Saiba mais em:

Para mais informações, consulte o site oficial do autor: www.nunonepomuceno.com.

 

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Idanha-a-Nova vai defender ESGIN em Idanha

Câmara de Idanha-a-Nova vai apresentar providência cautelar para

defender a ESGIN

. ESGIN tem mais de 600 alunos, 200 dos quais estrangeiros

A Câmara Municipal de Idanha-a-Nova vai interpor uma providência cautelar para
suspender os efeitos da deliberação do Conselho Geral do Instituto Politécnico de Castelo
Branco (IPCB), e apresentar uma ação para impugnar a mesma, por considerar que a
decisão de reestruturação do IPCB contém ilegalidades e põe em causa a sustentabilidade
económica e social deste concelho e de toda uma região.
Não se compreende à luz das atuais políticas públicas de coesão territorial a proposta de
reestruturação apresentada pelo presidente do IPCB e aprovada pelo Conselho Geral, que
prevê a perda da autonomia administrativa, científica e pedagógica da Escola Superior de
Gestão de Idanha-a-Nova (ESGIN), tendo ainda implícita uma deslocalização da ESGIN para Castelo Branco.

A decisão tomada lesa o interesse público, é um retrocesso civilizacional e é totalmente
contrária às políticas públicas defendidas e implementadas pelo Governo Português no
combate ao despovoamento das zonas do país menos povoadas.
A ESGIN resulta, efetivamente, da vontade política de combate à desertificação do interior.
Com 28 anos de existência, foi assim assumida por sucessivos Governos e pela Câmara
Municipal de Idanha-a-Nova, e é um caso de sucesso. Tem mais de 600 alunos, dos quais
cerca de 200 são estrangeiros, um número que cresceu expressivamente ao longo dos
últimos anos.
Este sucesso assenta em avultados investimentos no funcionamento da ESGIN, com a
Câmara Municipal de Idanha-a-Nova a ser responsável por mais de nove milhões de euros
de investimento, além dos projetos que tem em curso para aumentar a capacidade de
alojamento de alunos deslocados.
A avançar a decisão do Conselho Geral do IPCB, haverá um impacto muito negativo e
provavelmente irremediável nas atividades económicas do concelho de Idanha-a-Nova, na
capacidade de criação de massa crítica jovem, na captação de investimentos que
necessitam de quadros qualificados e na coesão social, pois é dificultado o acesso ao
Ensino Superior de uma população que, pela sua posição geográfica, se vê arredada de um acesso facilitado a outras instituições.
Além das incoerências evidentes na decisão do Conselho Geral do IPCB, levantam-se
sérias dúvidas quanto à legalidade da deliberação, pelo que a Câmara Municipal de
Idanha-a-Nova que não foi chamada a pronunciar-se e a participar no processo e devia tê-lo sido, uma vez que esta deliberação ofende os interesses do Município e dos Idanhenses, irá fazer valer a sua posição junto dos tribunais.
Na verdade, o poder político – local e central –, que é quem legitimamente representa os
interesses dos cidadãos, não teve em nenhum momento deste processo, como deveria ter
tido, oportunidade de se pronunciar.
Uma coisa é certa: qualquer deliberação que ponha em causa a permanência da ESGIN em
Idanha-a-Nova contraria ostensivamente o programa do atual Governo, que é muito claro
no combate às assimetrias territoriais e no reforço da coesão territorial, que implicam
naturalmente olhar para os territórios menos povoados como espaços de oportunidade e
desenvolvimento.

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Bombeiros de Miranda do Corvo de luto

Bombeiros de Miranda do Corvo perdem um Chefe experiente e ainda ficam com mais dois feridos, um deles com gravidade.

O fogo que chegou a ameaçar povoações e obrigou à evacuação de aldeias, está dominado com graves perdas humanas.

José Augusto o Chefe que perdeu a vida era um homem experiente afirmam todos os colegas que passaram a noite no quartel.

  • Director e Equipa do Jornal de Oleiros apresentam condolências às famílias e Bombeiros.
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Trabalhos de investigação na Anta do Cabeço da Anta com novos desenvolvimentos

Trabalhos de investigação na Anta do Cabeço da Anta com novos desenvolvimentos

Os trabalhos de investigação na Anta do Cabeço da Anta, nas Moitas, no âmbito do Campo Arqueológico de Proença-a-Nova de 2020 (CAPN), prosseguem a bom ritmo, tendo sido descobertos alguns objetos em sílex nesta campanha: uma ponta de flecha e várias lâminas.

Estes materiais foram encontrados no interior da câmara funerária e “correspondem à última ocupação como monumento pré-histórico”, explica João Caninas, arqueológo responsável pelo CAPN. De acordo com este especialista, o objetivo desta campanha é “concluir a escavação da câmara funerária e terminar também o desmonte desta trincheira que corta a mamoa desde o centro até à periferia”.

Este talude é uma escavação artificial que será usado em diferentes fins – “para datações, para identificação de pólen, caracterização química das argilas, perceber as diferenças entre as várias camadas, pois há camadas que têm durezas diferentes, outras cores, e será possível caracterizar melhor as diferenças entre as várias colocações durante a sua construção”, como revela João Caninas, existindo apenas uma certeza: há uma coerência em toda esta construção, no entanto a construção desta colina artificial tem um valor simbólico que ainda não sabemos qual é”.

A campanha de 2020 contou com a presença no trabalho de campo Hugo Pires (Aplicações de Sistemas de Varrimento Laser e Fotogrametria, Universidade do Porto) e as visitas de Aníbal Costa (Catedrático de Engenharia Civil, Universidade de Aveiro), de Opeyemi Adewumi (geoarqueólogo, Instituto Politécnico de Tomar) e de Primitiva Bueno e Rodrigo Balbín Behrmann (Catedráticos de História e Filosofia, Universidade de Alcalá de Henares) que têm acompanhado as investigações ao longo dos últimos anos e se mostraram impressionados com a evolução dos trabalhos: “há milhares de anos de história por descobrir neste lugar e estamos muito entusiasmados com o avanço dos trabalhos. Teremos certamente dados muito importantes para revelar no Congresso Internacional de Arqueologia do próximo ano”, revelam os dois professores madrilenos.

Este ano, em virtude da epidemia, os trabalhos decorrem entre 22 de junho a 26 de julho com equipa reduzida, constituída maioritariamente por arqueólogos.

De referir ainda que em 2019 foram identificadas na câmara as primeiras peças completas, em cerâmica e pedra. Esta sepultura megalítica do Cabeço da Anta é o maior monumento megalítico da Beira Baixa com cerca de 38 metros de diâmetro e 3,5 metros de altura e tem sido alvo de estudo no âmbito do Campo Arqueológico desde 2013, numa parceria da Associação de Estudos do Alto Tejo e do Município de Proença-a-Nova.

Além dos objetivos de investigação multidisciplinar deste sítio arqueológico, o CAPN tem funcionado como escola de prática de arqueologia de alunos portugueses e estrangeiros.

 

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