Portal da EDP Distribuição já é usado por todas as autarquias

Portal da EDP Distribuição já é usado por todas as autarquias

A EDP Distribuição desenvolveu em 2017, no âmbito da sua estratégia de digitalização, um portal inteiramente reservado às Autarquias.

Depois de um período experimental, e após implementação de algumas melhorias, o portal foi alargado a todo o território nacional em abril de 2018. O acesso ao portal pode também ser efetuado através do site – www.edpdistribuicao.pt, recentemente reformulado.

Esta área reservada é hoje usada pelas 278 Autarquias, sendo o canal de comunicação preferencial com a EDP Distribuição, contando já com mais de 1.300 interlocutores registados e de 25.000 pedidos submetidos. Só nos últimos três meses, este canal digital foi a porta de entrada de cerca de 60% do total de pedidos das Autarquias.

A empresa pretende ser um facilitador no dia a dia dos Municípios e aprofundar a sua relação com estes organismos.

Nesse sentido estão disponíveis diversas funcionalidades: pedidos de ampliação de rede de iluminação pública; reporte de avarias nos vários focos de iluminação; alertas de cortes programados de abastecimento de energia; acesso direto, e em tempo real, a toda a documentação relativa aos processos com a empresa, assim como consultas várias sobre os locais de consumo de que são titulares.

A EDP Distribuição continuará a apostar fortemente na automatização e digitalização dos seus serviços com o objetivo de proporcionar, aos seus clientes, um serviço mais rápido e eficaz.

Em 2020 esperam-se novidades com a entrada em produção de uma versão mais robusta, com novas funcionalidades e com a automatização dos processos.

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POR QUEM CHAMAM AS CHAMAS ? * Mendo Henriques

Por quem chamam as chamas?
Eu resido perto da rua Morais Soares, em Lisboa e um dia dei-me ao trabalho de saber exatamente quem ele era… Este ilustre diretor-geral de agricultura, no século XIX chamado Rodrigo Morais Soares, do partido dos agrocratas, do que seria hoje o “partido da terra”, foi quem mais lutou a partir da Regeneração para transformar os “montes claros” ou calvos, que era grande parte do país, em matas frondosas,debatendo qual o tipo de arvoredo adequado às nossas condições de terra e clima—–
Passaram 150 anos e pode-se dar muitas voltas à questão dos fogos mas todas vão dar ao mesmo sítio: por volta dos anos 80 mataram a visão de Morais Soares e criaram a visão errada do país como uma cidade litoral e um interior cada vez mais despovoado. Donde o despovoamento do interior, as periferias da Grande Lisboa e do Grande Porto e de Setúbal, a agroindústria, o eucaliptal, o excesso de autoestradas.
Nesse país despovoado, sobretudo nas serras e terras a norte do Tejo onde predomina o minifúndio, torna-se cada vez mais difícil combater incêndios provocados por incendiários pagos, incendiários loucos e incendiários casuais em percentagens que se desconhecem mas que deitam fogo ao material combustível. Não são apenas as matas que ardem. Arde o que as populações nelas construíram. Arde um pouco da alma de Portugal.
Nas matas da Portucel, nada arde. Perguntem-lhes porquê.
O país continua a arder porque abandonámos as leis de fomento agrário que já vinham do século XIX optando pelos desenvolvimentistas que comandaram o processo de integração na CEE.
Ao desmantelarem a Reforma Agrária, os ministros Cardoso e Cunha e Álvaro Barreto, do PSD , colocaram os agrários na caça aos subsídios da CEE e mandaram a população para as periferias de Lisboa, Porto e Setúbal, deixando em sua vez plantações de eucaliptos.
Nessa altura, Gonçalo Ribeiro Teles era um dos poucos ecologistas que pregava no deserto, enquanto os tecnocratas da agroindústria, os especialistas em engenharia financeira, os planeadores do betão e os criados das multinacionais fizeram do interior a terra de ninguém.
Ou só de alguns, muito poucos e muito idosos, por vezes as vítimas mortais dos trágicos fogos.
Este é o fado desde os anos 80 dos governos da AD, do Bloco Central, da PÁF, do PS, da Geringonça .
Ficaram a gerir os tachos das empresas públicas e o sistema de consultadoria da integração europeia, do desenvolvimento regional e do apoio às autarquias. Morreu um país rural que já não volta mas pouco se aprendeu com os bons exemplos e boas práticas, do Minho ao Algarve, da agricultura dos vinhos, do azeite, das frutas e das hortas de legumes em que somos talvez e apenas, dos melhores do mundo
Por quem chamam as chamas dos incêndios?
Quando vamos entender que as chamas trágicas dos incêndios de Verão estão a apelar para que mudemos a nossa atitude para com a nossa terra …. em vez de julgarmos que é o Governo a lançar dinheiro às pazadas para não sei quantos serviços de combate aos fogos que vai resolver quem queremos ser como país……?
* Mendo Henriques, Colunista Especializado

 

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Um novo livro sobre a História e Vida de Corgas

A não perder.

Corgas, história e vida

Corgas, história e vida

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O novo preço da água em Oleiros – Esclarecimento

Após 30 anos sem alterar o preço, Oleiros viu-se na necessidade de alterar os preços

Oleiros foi obrigado a mexer no preço da água obrigado pela ERSE.

Oleiros, não podia continuar a vender a água a um preço inferior à compra, caso contrário não podia concorrer a fundos europeus e teria de devolver os já recebidos nos últimos 2 anos.

Além disso foi-lhe também exigido a obrigatoriedade de cobrar dinheiro pelos resíduos (lixos) e também foi obrigada a cobrar pelo saneamento onde ele existisse.

Caso contrário não haveria a possibilidade de concorrer a fundos e ainda era reduzido o FEF, o que levava a nem sequer haver dinheiro para as contas correntes.

De referir que há mais de 30 anos o preço da água era o mesmo.

O que Oleiros conseguiu foi que o aumento não fosse feito duma só vez, pelo que os munícipes de Oleiros continuam a ter a água mais barata de todo o País, gerando inclusivé, críticas de outros presidentes de Câmara.

Esperamos ter com esta nota ter esclarecido os diversos Leitores que a nós recorreram para perceber as alterações.

Director

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EDP Distribuição aposta no reforço da floresta no Distrito de Castelo Branco

EDP Distribuição aposta na proteção da floresta em Castelo Branco

Os trabalhos de constituição de faixas de gestão de combustível, que representaram um investimento na ordem dos 179 mil euros, já foram realizados nos concelhos de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Proença-a-Nova, Sertã, Vila Velha de Rodão, Oleiros e Vila de Rei

Lisboa, 15 de julho de 2019 – A EDP Distribuição procedeu à constituição e renovação das faixas de gestão de combustível junto às linhas elétricas aéreas de Alta e Média Tensão no distrito de Castelo Branco, nos espaços florestais previamente definidos nos Planos Municipais da Defesa da Floresta Contra Incêndios, com o intuito de garantir a melhoria da qualidade de serviço e a segurança da rede elétrica.

Esta intervenção representou um investimento na ordem dos 179 mil euros.

Os trabalhos de limpeza da vegetação decorreram desde o início do ano nos concelhos de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Proença-a-Nova, Sertã, Vila Velha de Rodão, Oleiros e Vila de Rei.

A intervenção foi realizada ao longo de 53 km de linhas de Alta Tensão e de 197 km de linhas de Média Tensão. Atualmente estão em curso os respetivos trabalhos nos concelhos da Covilhã e do Fundão.

Até ao final de 2019, a EDP Distribuição vai investir, em todo o país, 11 milhões de euros em ações de inspeção e de intervenção nas zonas de proteção e nas faixas de gestão de combustível junto às linhas de distribuição de eletricidade. Deste montante, 8,8 milhões de euros estão relacionados com a gestão e limpeza da vegetação em torno das linhas de eletricidade e 2,2 milhões de euros em inspeções. O reforço do investimento face a 2018 (cerca de 33%) está associado ao aumento do número de Planos Municipais de Defesa de Floresta Contra Incêndios aprovados, a par da subida dos preços destes serviços desde os incêndios de 2017.

Desde 2008, a empresa já investiu um total de 72 milhões de euros na segurança das infraestruturas, com impacto direto na defesa e proteção do património florestal.

Gabinete de Comunicação da EDP Distribuição:

comunicacao@edpdistribuicao.pt

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Ataque de hackers ao nosso E-mail

Um poderoso ataque foi desferido esta madrugada ao nosso E-mail principal que foi usado para diferentes mensagens enganadoras.

De momento, a MEO tenta desbloquer o E-mail, para posteriormente se alterarem passwords, etc.

Entretanto, agradecemos que qualquer contacto seja efectuado pelo E-mil: jornaldeoleiros@gmail.com

Agradecemos a todos que nos contactaram, avisando da situação. Lamentamos o incómodo.

Director

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Combate aos fogos florestais na ordem do dia

O candente problema do combate aos fogos tem sido tratado intensamente pelo Governo, com o apoio das Câmaras e de organismos criados, havendo motivo para aplaudir o muito já feito e acentuar a necessidade de continuar no mesmo rumo, mobilizando todos os interventores, nomeadamente as Câmaras municipais.

. Aviões de combate

  • O Tribunal já levantou a suspensão destes meios, estando assim completo o dispositivo de combate.

. Abrigos nas Aldeias

– Foram já criados cerca de 1500 Abrigos nas aldeias mais vulneráveis, nas 1909 assim consideradas.

. Oficiais de segurança local

  • Existem já 1 507 Oficiais de segurança local.
  • Das 400 empresas afectadas pelos fogos, 375 já possuem projectos aprovados para a recuperaação da actividade e emprego. O montante afectado é de 131 milhões de euros.
  • . Problema que subsiste
  • – De acordo com o Observatório Técnico Independente, as queimas e queimadas continuam a ser o maior problema. Urge acompanhar essas actividades e intensificaar a formação local.
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Agustina Bessa – Luís, breves notas

Agustina Bessa-Luís: “Sou perigosa porque conheço profundamente a natureza humana”

  • Com a devida vénia a Andreia Azevedo Soares, in Público

Recuperamos, por ocasião da notícia da morte de Agustina Bessa-Luís, esta entrevista originalmente publicada a 28 de Junho de 2004

  • Homem abusou do filho menor em frente a várias pessoas numa praia

  • “São nucas, senhor, são nucas”: as “paisagens humanas” de Rodrigo Roher

Nessa altura, o historiador António José Saraiva já antevia a sua ordem de grandeza: “Agustina será reconhecida quando, com a distância, se puder medir toda a sua estatura, como a contribuição mais original da prosa portuguesa para a literatura mundial. Ainda está demasiado perto de nós para que possamos desenhar o contorno do seu esplendor, que, como acontece em todos os casos de genialidade pura, é ainda invisível a muito dos seus contemporâneos”.

Hoje, Agustina tem mais de 50 livros publicados e 81 anos de idade. Aos 12, já tinha descoberto que era uma grande escritora. Não precisou da vantagem do tempo para avaliar o alcance da sua escrita. Uma sucessão de prémios acabariam por, nas décadas seguintes, reiterar esta certeza. “Eu já era a heroína da minha turma, escrevia todas as redacções. Isso já me dava alguma consciência da minha condição de escritora”, confessa Agustina nesta entrevista ao programa “Diga Lá, Excelência”, um projecto da Rádio Renascença em colaboração com o PÚBLICO que, aos domingos, é exibido no canal :2 da RTP. Além dos prémios literários – e do Nobel que lhe falta -, Agustina discorreu ainda sobre as fronteiras entre a escrita comercial e elitista, a sua relação com Portugal e o rótulo que ganhou de “mulher perversa”. “Não me acho perversa. Sou capaz de todas as composições que a natureza humana permite. Mas daí à acção vai uma distância muito longe”, esclarece.

PÚBLICO – Tem medo de deixar de escrever?

AGUSTINA BESSA-LUÍS – Nunca me ocorreu isso. Primeiro, não tenho medo de nada, excepto dos silêncios que podem ocorrer numa entrevista como esta. E quem tem medo de morrer… enfim, era melhor não nascer.

É sinal de coragem não ter medo de nada?

Sim. É acima de tudo uma coragem que já está na nossa natureza genética, já herdamos este tipo de comportamento. É que não adianta nada ter medo ou não da morte. Nós todos morremos, mais tarde ou mais cedo. Ainda não se inventou um ser humano que possa durar 500 anos. Então temos que enfrentar e trabalhar como se fosse sempre o primeiro dia.

Perguntámos-lhe sobre o medo de deixar de escrever e acabou por falar da morte…

Sim, porque, para mim, há uma relação profunda. Porque escrevo enquanto vivo. Houve um escritor nórdico que, duas horas antes de morrer, ainda escreveu versos. E versos admiráveis.

Há quem diga que a escrita é uma forma de alcançar a imortalidade

Não acho. Isso é tão vago. Porque 50 anos depois podemos estar completamente esquecidos. São outras gerações que vêm e que têm as suas preferências, a sua própria cultura.

Não a inquieta a possibilidade de daqui a 50 anos ninguém a ler?

Não, absolutamente nada. Espero nessa altura não me impressionar com isso.

Escreve por necessidade, impulso ou obrigação?

Por dom natural. Nasci escritora e tenho o gosto da escrita. Depois vem a relação com o público e com todos estes fantasmas que são as memórias.

Mas como funciona isso? Vai na rua e apetece-lhe escrever?

Nem tanto. Vejo um papel em branco e apetece-me escrever. Muitas vezes sinto isso até quando vejo a folha de rosto dos livros com muito espaço em branco. E quase sempre apetece-me escrever mais do que um autógrafo.

Utiliza as pessoas como matéria-prima da sua escrita?

Não. Acho que isso, de uma certa maneira, é uma traição. Nunca escrevo sobre pessoas que conheço, que estão próximas ou que são da minha geração (ou pelo menos contemporâneas).

Quem foi a sua última musa? A última inspiração veio de onde?

Era bom que eu recordasse o último livro que escrevi. A última musa foi Dostoievski, que é uma figura protectora e presente durante toda a minha vida. A literatura russa teve, de resto, uma grande influência sobre mim.

Porquê?

Porque era mais densa e porque preenche mais o imaginário de cada um. E também porque tem muito a ver com o temperamento português, entre o místico e o extravagante. O português reage à literatura russa talvez como nenhum outro europeu.

Sente que o país a trata bem?

Sim, mas também nunca tive grande preocupação com isso. Lembro-me do meu irmão dizer, quando comecei a escrever, que se estivesse na América seria rapidamente célebre. E eu dizia que felizmente isso não acontece. Porque é muito importante a dificuldade. É preciso sentir que não é fácil escrever – como não é, de resto, fácil viver. O [escritor] Ferreira de Castro dizia que era preciso ter cuidado com o êxito fácil. E é um bom conselho.

Acabou de ficar com o rótulo de perversa. As pessoas falam sobre isso quando se encontram consigo na rua?

Todos nós somos perversos à medida que nos vamos civilizando e pondo de parte uma naturalidade.

Como nasceu esta imagem de perversa? Foi uma construção dos jornalistas ou teve uma participação nisso?

Não sei de onde veio. O que sei é que se tornou muito fácil aceitar este rótulo, porque depois é fácil compor a personagem à volta dessa imagem.

Reconhece-se neste rótulo? Acha-se perversa?

Não, de maneira nenhuma. Sou uma pessoa pacata, comodista. Uma pessoa comodista nunca pode ser perversa, a não ser na imaginação. Sou capaz de todas as composições que a natureza humana permite. Daí à acção vai uma distância muito longe.

Os artistas costumam queixar-se de falta de apoio do Estado, de serem mal amados. Também acha?

O literato foi sempre equiparado ao malabarista ou à pessoa que é chamada para entreter um público. O escritor que não tenha esta característica não é exactamente o escritor aceite e querido. Lembro-me de um pintor português, o [Henrique] Medina, que pintava retratos de pessoas célebres. A certa altura foi chamado a Hollywood para pintar mulheres do cinema e fez uma incursão na Argentina. Veio de lá muito decepcionado porque na Argentina era chamado para pintar as grandes damas e os grandes senhores, que persistem numa sociedade conservadora. Só que veio decepcionado porque tinha de comer com os criados, a vida dele era toda equiparada à da fauna menor da grande casa. Isso, se calhar, não acontece em Portugal, mas a mentalidade lá está. Um escritor recebe uma coroa de pedras falsas de vez em quando, mas a verdade é que ainda é considerado uma figura menor na sociedade.

Sente isso em Portugal?

Não é em Portugal, é no mundo inteiro.

Mas isso é porquê? As artes não são essenciais à vida?

Sim, mas não são perigosas. E quando são panfletárias, entra a polícia.

Não tenta ser uma mulher perigosa?

Sou uma pessoa perigosa, não diria uma mulher perigosa. Sou perigosa na medida em que conheço profundamente a natureza humana. E isso é um perigo.

* Algumas das mais de 50 obras de Agustina Bessa – Luís

O poço e a estrada

O poço e a estrada

As estações da vida

As estações da vida

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Inserimo-nos no esforço de prevenção em Portugal

O presente trabalho que pode verna íntegra clicando no link, pretende apenas ser uma contribuição, sempre em actualização e, certamente não exaustivo.

Acreditamos que é em nossa casa que começa a prevenção e, os nossos actos e gestos são também determinantes.

KIT DE SOBREVIVÊNCIA PRÉ e PÓS TREMOR de TERRA DESTRUTIVO

Os tremores de terra acontecem, Portugal está numa das primeiras linhas dessa possibilidade e passaram já cerca de 150 anos do tremor de terra que nos atingiu com maior dimensão (foi destrutivo e ampliado pelas condições na altura).

As coisas melhoraram, mas nunca serão suficientes.

Acções

. Durante o tremor de terra:

. Proteja-se o melhor possível, tampos de mesas fortes, ombreiras de porta são locais com alguma segurança.

Sobreviveu.

Ainda bem.

Agora é preciso continuar a sobreviver e não vai ser fácil.

O que deve ter preparado previamente:

. Rádio a pilhas e pilhas de reserva; (Essencial)

.Lanterna(s) e pilhas de reserva;

. Água potável (aproveite algumas garrafas e ou garrafões e tenha-os cheios de água;

. Comidas enlatadas, bolachas (tenha em conta que não terá meios de aquecimento);

. Reservas de alimentos para animais (caso os tenha).

( Tenha em conta o comportamento dos animais em pânico, gato não é igual a cão, por exemplo).

. Kit de primeiros socorros mínimo, alguns comprimidos vulgarmente utilizados no dia-a-dia;

. Dependendo da altura da sua casa, uma corda forte e suficiente, não é uma má ideia;

. Não utilize elevadores;

. Não acenda fósforos, isqueiros, são vulgares as fugas de gaz;

. Uma mochila de roupa essencial é importante;

Que fazer depois:

. Seleccione previamente quem é importante para Si (tenha em conta que provavelmente não terá comunicações telefónicas)

. Estabeleça pontos de encontro alternativos e não vá procurar (até às x horas, encontramo-nos em tal sítio, após esta hora outro local etc, e, procure estar acompanhado sempre;

. Afaste-se do mar, pode haver tsunami, vá para zonas elevadas o mais possível;

. Não entre em pânico;

Fácil

Decisivo

Os primeiros 2 a 3 dias são de caos, depois, a vida vai-se retomando a caminho da normalidade que pode demorar anos a ser atingida.

Boa sorte, mas organize-se.

Trabalho particular, seguindo conjunto vário de contribuições de entidades, sempre sujeito a melhorias e evoluções.

PF, Jan, 2018

SERVIÇOS NACIONAIS DE URGÊNCIA

112 Número de Emergência Nacional
808 24 24 24 Saúde 24
808 250 123 Linha de Emergência de Intoxicações
117 SOS Incêndios
800 202 148 Mulheres Vitimas de Violência
808 222 002 Linha Sexualidade
800 266 666 Linha Sida
213 433 333 Criança Maltratada
217 931 617 SOS Criança
1414 SOS Droga
213 952 143 SOS Grávida
800 202 669 Centro SOS, Voz Amiga
800 203 531 Linha do Cidadão Idoso
808 200 204 Linha SOS, Estudante
800 202 013 Narcóticos Anónimos
217 162 969 Alcoólicos Anónimos
214 401 919 Centro de Busca e Salvamento Marítimo
118 Serviço de Informações

Nota: Pode imprimir com imagens a partir do link abaixo

KIT DE SOBREVIVÊNCIA PÓS TREMOR de TERRA DESTRUTIVO

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PROFESSORES

EDITORIAL

Quero expressar o meu máximo respeito por uma classe a quem reconheço (globalmente) enorme influência na formação de um país, dos jovens que são esse futuro, respeito ainda o esforço que muitos fazem diáriamente, incluindo deslocações enormes, privação de contacto familiar estreito e normal.

Muitos dos meus Amigos são professores e orgulho-me disso, especialmente pelos que perceberam que a luta de uma classe não pode nem deve ser instrumentalizaadaa pelo braço armado de um Partido, concretamente pela Fenprof e por um homem que ignora e não se preocupa com o futuro do país, refiro-me é bom de ver a Mário Nogueira, esse profissional da desestabilização social.

Tudo isto para Vos dizer que reconheço a essta e muitas outras classes a necessidade de melhoria nas condições de vida e de trabalho. Mas…

Mas, não à custa do país global.

O Governo cumpriu o que disse e foi além disso.

Comprometeu-se a descongelar carreiras, não a pagar descongelamentos aplicados por quem agora teve a triste figura de “fazer de conta que apoiava os professores“, pensando apenas no seu voto potencial.

Mas o Governo foi além do compromisso, descongelou e criou condições para a devolução de quase três anos desse descongelamento, fazendo-o como devia a outras categorias profissionais que não deviam ser ignoradas.

Fê-lo com coragem, arriscando a voracidade suicida de Partidos como o PSD e o CDS, completamente desorientados pela possibilidade de continuarem a minguar no número de militantes e de votos, temendo anos de oposição.

O populismo não compensa e, por isso, desmascarados claramente, dão o dito por não dito e voltam ao início, vitimando duplamente os professores que devem agora pensar sériamente em substituir quem os representa tão mal, procurando no futuro não ser instrumentalizados.

PF

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