Proença-a-Nova: Unidade Móvel de Saúde e Bibliomóvel apoiam população

Proença-a-Nova

Bibliomóvel e Unidade Móvel de Saúde de Proença-a-Nova na linha de frente no apoio à população

Rede de Solidariedade mantém-se em todo o concelho

A Bibliomóvel – Biblioteca itinerante e a Unidade Móvel de Saúde (UMS) do Município de Proença-a-Nova estão no terreno ao serviço dos munícipes no âmbito da rede de solidariedade do Município, prestando o apoio necessário, além das suas funções já conhecidas.

Todos os dias da semana, os técnicos da Câmara Municipal devidamente identificados percorrerão as aldeias do concelho, em rotas diferentes, para averiguar as possíveis necessidades que possam existir e para evitar que a população incluída no grupo mais vulnerável ao contágio pelo novo coronavírus saia de casa, nomeadamente idosos e pessoas com doenças crónicas.

O Município de Proença-a-Nova, em articulação com as Juntas e Uniões de Freguesia, mantém o interlocutor em cada aldeia para situações de emergência, nomeadamente para verificar a falta de medicamentos ou bens de primeira necessidade.

O número geral da Câmara (274 670 000) continua disponível entre as 9h00 e as 12h30 e das 13h30 às 17h00. Também o telemóvel 939 623 269 – e respetivo WhatsApp – está disponível para contacto com os serviços camarários. Em caso de sintomas, ligue para os serviços de saúde competentes, nomeadamente a linha de saúde 24: 808 24 24 24.

. Covid 19: Ponto de situação do concelho de Proença-a-Nova

Na avaliação realizada esta sexta-feira, 22 de janeiro, pela Comissão Municipal de Proteção Civil, o concelho de Proença-a-Nova regista 38 casos ativos com COVID-19 e 99 em vigilância, para um total de 117 recuperados desde o início da pandemia.

Nos testes realizados na passada quinta-feira, dia 21 de janeiro, na Santa Casa da Misericórdia de Proença-a-Nova, os resultados foram negativos.

O presidente da Câmara Municipal, João Lobo, apela a todos os cidadãos para que “seja um agente de saúde pública. É imperativo que fiquemos em casa, é uma responsabilidade sua, nossa.”

Está em vigor o Estado de Emergência em todo o território nacional e por isso existe o dever de recolhimento obrigatório salvo por motivos de saúde ou por outros motivos de urgência imperiosa. Tendo em conta o fim de semana que se aproxima, relembramos que os cidadãos não podem circular para fora do concelho do domicílio no período compreendido entre as 23:00 h do dia 22 de janeiro de 2021 e as 23:59 h do dia 24 de janeiro de 202. Toda a informação atualizada em: https://covid19estamoson.gov.pt/

 

 

 

 

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Compromisso de Protecção de Fontes assumido

Compromisso de Protecção de Fontes

O Jornal de Oleiros, os Seus Colaboradores, declaram que estão comprometidos com a necessária Protecção de Fontes que sempre respeitámos e continuaremos a respeitar, considerando esse um valor essencial do Jornalismo Livre.

  • Associamo-nos desta forma ao comunicado emitido hoje por jornalistas e jornais em defesa da Liberdade de Imprensa que consideramos ainda não estar  ameaçada, mas urge sempre proteger.
  • ** Extraído do site do Jornal de Oleiros.
  • Director
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EUA, chegou o grande dia, Biden Presidente

Chegou o dia aguardado vai para 4 anos. 4 anos de pesadelo sem fim

Pelas 10H00 de Washington DC, o actual ocupante terá tudo limpo e vai embora (ou até já foi) e, sem surpresa, não estará na cerimónia de investidura para saudar e receber o novo Presidente.

É inédito, mas bom. No fundo não estará ali a conspurcar um dia de festa.

Trump vai agora enfrentar seguramente a justiça em vários e diferentes processos.

É um dia de esperança que os povos que amam a Democracia vão celebrar em directo nas televisões de todo o mundo, tal como nós em Portugal.

Uma enorme tarefa espera Joe Biden e Kamala Harris, mas, seguramente tudo vai mudar e logo nas primeiras horas de Presidente, Biden dará indicadores seguros, tais como o regresso imediato aos acordos de Paris e nas Leis de emigração que vão permitir a legalização de milhares de trabalhadores sem documentação mas a trabalhar nos EUA.

Muito mais se poderia agora dizer, mas importa apenas assinalar o grande dia.

PF

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Proença-a-Nova, Novas formas de associativismo em tempos de pandemia

Novas formas de associativismo em tempos de pandemia

 

A crise de saúde pública provocada pela COVID-19 desde março de 2020 tem obrigado a um reajustar de estratégias em todas as áreas de atividade, incluindo no sector associativo. No caso do concelho de Proença-a-Nova, a maior parte das associações engloba as comunidades locais, num trabalho de grande proximidade que foi destacado por João Lobo, presidente da Câmara Municipal, durante o VI Encontro de Associações que decorreu a 16 de janeiro exclusivamente online devido à renovação do Estado de Emergência e ao confinamento generalizado da população. “O envolvimento das associações nas comunidades traduz o que temos vindo a dizer ao longo destes anos todos: as associações são as pequenas células que fazem com que o corpo todo funcione.

E, nessa circunstância, se 2020 foi um ano que nos trouxe uma forma diferente de nos contactarmos, apresentou-nos também novas oportunidades que nos permitem lidar com os fatores desafiantes neste ano de 2021”.

O autarca relembrou as mais de 24 intervenções realizadas nas sedes das associações nos últimos anos que as prepararam para acolher as iniciativas desenvolvidas localmente e que são cada vez mais necessárias em contextos de pandemia e num cenário de diminuição da população que será espelhada nos censos deste ano.

Isso obriga-nos a todos, evidentemente que ao Município em primeira linha, a desenvolver a capacidade de fazer diferente. É necessário combater o risco de nos alhearmos desta realidade e trazer a capacidade interventiva individual para o coletivo”, afirmou.

João Lobo deixou ainda o desafio de as associações aproveitarem estes encontros não só para a troca de experiências, mas também para colaborarem entre si em projetos diferenciadores; e recordou o regulamento municipal de conversão de áreas florestais em áreas agrícolas na faixa dos 100 metros junto aos aglomerados populacionais, num processo que as associações devem liderar e implementar nas suas aldeias. Com um conjunto de ações de sensibilização previstas para o fim de janeiro e início de fevereiro dedicadas à floresta – que tiveram de ser adiadas devido ao Estado de Emergência -, o presidente da autarquia apelou à necessidade de se reeducar os proprietários de terrenos no sentido de uma visão mais alargada da gestão florestal, até porque o fogo não conhece fronteiras. “As associações têm que ter um empenho muito mais forte neste tema”.

Numa outra área, João Lobo adiantou que a Câmara está a desenvolver todos os esforços no sentido de garantir uma cobertura de rede móvel idêntica em todo o concelho: “essa é também uma luta que temos vindo a dirimir pois não somos todos iguais, de facto, relativamente à cobertura móvel e à capacidade de termos a todo o momento a oportunidade de nos ligarmos e essa é uma condição essencial nos dias de hoje por que devemos todos pugnar”.

Por fim, o autarca voltou a apelar às associações que contribuam para a Rede de Solidariedade que está em marcha de apoio às pessoas mais vulneráveis e, sendo elas as mais próximas da população, que façam chegar o conhecimento que têm ao Gabinete de Ação Social do Município para que ninguém fique sem ajuda num momento sensível como o que se está a viver.

Na sua intervenção no VI Encontro de Associações, o vice-presidente João Manso recordou o regulamento municipal de atribuição de apoios e subsídios a que as associações podem recorrer, numa das três vertentes disponíveis: contrato-programa, protocolo ou apoio à atividade regular, bem como os prazos em vigor (terminam a 30 de março) e os documentos necessários. Em Ano Municipal dos Sabores Tradicionais, os eventos gastronómicos nos moldes habituais vão ser alterados, tendo em conta as restrições provocadas pela pandemia, num modelo que passará a envolver os restaurantes e, sempre que possível, parcerias com as entidades associativas. “Para as associações estamos a planear ter a Festa do Município e o Mercado dos Sabores de Natal, dependendo da forma como a pandemia evoluir”, referiu João Manso, deixando um incentivo para serem desenvolvidas atividades locais com a população: “queremos incentivar-vos a realizar, a uma escala mais pequena, atividades culturais, musicais, editoriais – há associações que gostariam de publicar e algumas até já publicaram livros -, atividades ambientais, de cidadania e a realizarem alguns fóruns de discussão e de reflexão sobre a vossa localidade”. O autarca disponibilizou a ajuda dos técnicos da autarquia consoante a área em que decidirem apostar, atividades que já podem vir enunciadas na planificação deste ano.

Apresentando uma realidade diferente, Carla Rothes, do executivo da Junta de Freguesia de Benfica, explicou o trabalho desenvolvido desde o início da pandemia para tentar minimizar o impacto da mesma junto dos cerca de 40 mil habitantes desta freguesia de Lisboa. “A nossa grande força foram as associações”, referiu, nomeadamente as associações de moradores, o banco de voluntariado e as que trabalham com idosos.

As associações tiveram ainda oportunidade de partilhar as suas experiências em ano de pandemia e, como forma de assinalar o Ano Municipal dos Sabores Tradicionais, foi apresentado o projeto de Carta Gastronómica do Concelho de Proença-a-Nova, tendo intervindo três chefs, Manuel Pinheiro, João Branco e Rui Lopes numa mensagem previamente gravada, e será oferecida às associações presentes uma colher de pau, tamanho XXL, elaborada por um artesão do concelho e personalizada para marcar o VI Encontro de Associações.

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Câmara de Idanha-a-Nova reabilita percursos pedestres

Câmara de Idanha-a-Nova reabilita percursos pedestres

PR 6, Rota do Erges

A Câmara de Idanha-a-Nova está a reabilitar a rede municipal de percursos pedestres e temáticos, para valorizar trilhos que dão a conhecer o património natural e histórico-cultural do concelho.

As obras de conservação e reabilitação estão a decorrer, nesta primeira fase, na Rota dos Abutres (PR1) em Salvaterra do Extremo, com a aquisição equipamento, na Rota das Minas (PR4) em Segura e na Rota do Erges (PR6) em Termas de Monfortinho.

Os equipamentos instalados no âmbito das melhorias a realizar são feitos de materiais ecológicos e reciclados, respondendo aos desafios da sustentabilidade ambiental.

A Rota dos Abutres, em Salvaterra do Extremo, é um deslumbrante percurso pedestre circular de pequena rota, à beira da fronteira com Espanha. Com 10,5Km, o trilho oferece locais de observação privilegiados sobre o rio Erges e sobre o habitat de grifos e abutres. Tem um nível de dificuldade Baixo/Médio e está marcado nos dois sentidos.

Enquanto é intervencionado, o percurso está também em processo de adesão à plataforma Responsible Trails (Trilhos Responsáveis), que visa estimular as boas práticas de gestão e comunicação nos percursos pedestres do Centro de Portugal.

A plataforma Responsible Trails é uma parceria da Entidade Regional de Turismo com a empresa de animação turística A2Z, sendo constituída por website e APP. Reúne e promove internacionalmente percursos de diferentes modalidades em território nacional e as suas condições atuais. Estes percursos respeitam um código de ética que promove a utilização responsável a nível ambiental e social do território e do património.

A Rota das Minas é um percurso pedestre circular de 10Km (nível de dificuldade Baixo), em Segura, onde é possível visitar um valioso património mineiro e geológico. Terra de infinitas histórias sobre ouro e riquezas, Segura é um dos destinos geomineiros mais importantes de todo o território do Geopark Naturtejo da UNESCO.

A Rota do Erges é um percurso pedestre circular de 5Km em Termas de Monfortinho, com nível de dificuldade Baixo. Tem partida e chegada junto do Posto de Turismo de umas das mais prestigiadas termas de Portugal, e dirige-se para o rio Erges por magníficos trilhos e as paisagens raianas.

Os três percursos estão certificados pela Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal, oferecendo muitos e diversificados motivos de interesse e uma biodiversidade de grande riqueza.

Os investimentos a realizar pela Câmara de Idanha-a-Nova são cofinanciados pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), através do Programa Interreg V-A Espanha-Portugal (POCTEP) 2014-2020. As opiniões são da exclusiva responsabilidade dos respetivos autores.

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Oleiros protege floresta com fogo controlado

Município de Oleiros promove ação de fogo controlado para proteção do pinhal

 Município de Oleiros promove ação de fogo controlado para proteção do pinhal

Fogo controlado ajuda a proteger o pinhal interior

O Município de Oleiros promoveu este dia 18 de janeiro uma ação de fogo controlado em povoamentos de pinheiro bravo.

Esta ação contou com a participação do Serviço Municipal de Proteção Civil de Oleiros, da Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF), Corporação de Bombeiros Voluntários de Oleiros, Sapadores Florestais da Associação de Produtores Florestais de Alvéolos e Moradal, Unidade de Emergência e Proteção e Socorro da GNR (UEPS) e Força Especial de Proteção Civil (FEPC).

A execução de fogo controlado em pinhal, resume-se à queima das agulhas e matos debaixo das copas das árvores e tem como objetivo a proteção dos povoamentos de pinheiro bravo, através da redução da intensidade dos incêndios, facilitando e melhorando os resultados das operações de supressão, aumentando a segurança dos operacionais em combate, permitindo também, reduzir o impacto ecológico dos incêndios, dano e mortalidade das árvores pós incêndio.

O processo de introdução do fogo controlado em pinhal no município de Oleiros, teve início durante o inverno de 2019-2020, através de um projeto desenvolvido em parceria com o Núcleo Sub-Regional da Beira baixa da Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF) e curso de fogo controlado promovido pela Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa.

O uso do fogo controlado na gestão dos espaços florestais, em particular nos concelhos do Pinhal Interior, começa assim a apresentar resultados visíveis, sendo notória a sua importância como ferramenta de gestão de carga combustível, que consequentemente começa a fazer parte integrante do processo de gestão do pinhal, num território onde historicamente os Incêndios Rurais graves são uma realidade.

O que é fogo controlado?

Consiste no uso do fogo na gestão dos espaços florestais, sob condições, normas e procedimentos com vista à prossecução de objetivos específicos e quantificáveis em planos de fogo controlado, que é executado sob responsabilidade de um técnico credenciado pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF). O uso da técnica de fogo controlado carece de planeamento e aprovação prévia pelas entidades competentes (ICNF; Sede de Comissão Municipal de Defesa da Floresta contra Incêndios).

Esta técnica de gestão dos espaços florestais tem vindo a ser aplicada em Portugal para gestão de carga combustível, há já alguns anos, maioritariamente na zona norte e centro do país, começando agora a ser introduzida no pinhal interior.

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Ministro Pedro Nuno Santos recebe apoio para projecto emblemático na região de Coimbra

A Comissão Europeia aprovou a contribuição financeira de 60 milhões de euros que estava prevista para fazer avançar o Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM), anunciou hoje o Governo.
Comissão Europeia aprova 60 milhões de euros para Sistema de Mobilidade do Mondego

A esta aprovação corresponde a atribuição de um apoio do Fundo de Coesão no valor de 60 milhões de euros e um investimento elegível total no montante de mais de 89 milhões de euros”, afirma em comunicado o gabinete do ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos.

A comparticipação da União Europeia é concretizada através do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR).

O Governo recorda que o SMM “consiste na implementação de um metrobus, utilizando veículos elétricos a baterias que irão operar no antigo ramal ferroviário da Lousã e na área urbana de Coimbra”, ligando esta cidade a Serpins, no concelho da Lousã, com passagem em Miranda do Corvo.

Servido por autocarros elétricos, o SMM deverá constituir-se “como o futuro sistema de mobilidade da região, com elevados níveis de segurança, rapidez e conforto”, segundo a nota.

Das quatro empreitadas que integram o projeto do SMM, está em curso a obra do troço entre Serpins, na Lousã, e o Alto de São João, em Coimbra, e decorre o concurso da empreitada do troço Alto de São João — Portagem.

“Os concursos das empreitadas dos restantes troços (Portagem – Coimbra B e Linha do Hospital) serão lançados durante 2021″, adianta o gabinete de Pedro Nuno Santos.

O SMM visa “promover a mobilidade sustentável, através da implementação de um serviço de mobilidade atrativo e competitivo, operado por autocarros elétricos, conduzindo à transferência modal para um modo de transporte energeticamente mais eficiente e com menores emissões”.

“Reforçar a intermodalidade do sistema de transportes da região de Coimbra, criando condições de integração física, bilhética e tarifária”, é outro dos principais objetivos do empreendimento.

A ligação de Lousã e Miranda do Corvo ao centro urbano de Coimbra, “sem transbordo, com condições de segurança e fiabilidade, reforçando a integração económica e social do território”, está igualmente nos propósitos do executivo de António Costa.

O Ramal da Lousã, onde o comboio começou a circular em 1906, foi encerrado há 11 anos, para acolher um sistema de metro ligeiro prometido por sucessivos governos, desde 1993, mas que nunca chegou a sair do papel.

O desmantelamento da linha centenária começou em finais de 2009, por iniciativa do último Governo de José Sócrates, e as obras pararam algum tempo depois devido a problemas financeiros, continuando os utentes a ser transportados, até agora, em autocarros.

Segundo diferentes estimativas, o Estado já gastou mais de 150 milhões de euros em diversas intervenções no Ramal da Lousã, incluindo a construção das interfaces rodoferroviárias nas estações, e na realização de cerca de 100 estudos e projetos para fazer avançar o metro sobre carris, solução abandonada pelo atual Governo, bem como o funcionamento da empresa Metro Mondego, criada em 1996 e pela qual passaram várias administrações ao longo de uma dezena de governos.

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Proença-a-Nova: Confinamento obriga a cancelamento de eventos

Confinamento obriga a cancelamento de eventos e atendimento por marcação

Desde esta sexta-feira, 15 de janeiro, até ao dia 30 de janeiro, o país entra de novo em Estado de Emergência com um conjunto de medidas a nível nacional que determinam “o dever geral de recolhimento domiciliário”, com exceção das deslocações autorizadas para a aquisição de bens e serviços essenciais, para o desempenho de atividades profissionais quando não haja lugar a teletrabalho e para a frequência de estabelecimentos escolares e o cumprimento de partilha de responsabilidades parentais. Os estabelecimentos que não estejam autorizados para tal terão de encerrar, incluindo atividades culturais e de lazer, atividades desportivas e termas. Fora das restrições está o voto no dia 24 de janeiro nas eleições presidenciais e todas as atividades relacionadas com a campanha.

O objetivo destas medidas é controlar o avanço do vírus da COVID-19 que, desde o início do ano, já contagiou mais de 85 mil portugueses. Para dar apoio à população mais idosa e mais vulnerável durante o confinamento, a Rede de Solidariedade – que nunca deixou de funcionar – continua a estar disponível para entrega de medicamentos e de bens de primeira necessidade, podendo o serviço ser solicitado pelo número 274 670 000 ou pelo telemóvel 939 623 269.

No caso de Proença-a-Nova, os serviços municipais vão funcionar com marcação prévia (pelo 274 670 000). Os eventos previstos vão ser adiados e/ou cancelados, nomeadamente: a rota das visitas guiadas e encenadas dedicada às invasões francesas, as ações conjuntas da Bibliomóvel, Unidade Móvel de Saúde e Projeto Enraizar, CLDS 4G de 19 e 25 de janeiro; e o Festival do Maranho e do Almeirão que estava previsto decorrer de 22 de janeiro a 16 de fevereiro e que será adiado para quando os restaurantes puderem novamente reabrir. O VI Encontro de Associações do concelho, que se realiza a 16 de janeiro, decorrerá exclusivamente online e o concerto com os Marauders, a 23 de janeiro, pode ser acompanhado em direto no Facebook do Município. Com a previsão do confinamento geral se prolongar até fevereiro, os eventos programados para esse mês também foram cancelados.

A Biblioteca Municipal e os polos vão continuar abertos exclusivamente para prestar apoio aos alunos que vão continuar a ter aulas presenciais, devendo ser cumpridas as normas de segurança em vigor nestes espaços. Adicionalmente, continuará a estar disponível a entrega domiciliária de livros (pedidos através do número 274 670 007). Nos polos de Sobreira Formosa e Montes da Senhora funciona ainda o Espaço Cidadão que estará disponível mediante marcação prévia. O Centro Ciência Viva da Floresta também estará aberto: as visitas à exposição permanente são realizadas por marcação, estando a funcionar a Escola Ciência Viva, o BioAromas – Laboratório de Integração e Inovação Social e o Laboratório de vinhos. Os horários até ao fim de janeiro são de terça a sexta-feira, das 9h00 às 12h30 e das 13h30 às 18h00, com encerramento aos fins de semana e feriados.

O Mercado Municipal, que funciona todas as quintas-feiras em Proença-a-Nova e com venda exclusiva de produtos alimentares, continuará aberto à população nos horários normais, enquanto que os mercados e feiras mensais estão suspensos.

 

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Oleiros é o concelho mais atractivo para viver e trabalhar

Oleiros é o concelho mais atrativo para viver e trabalhar no Interior

Oleiros é o concelho mais atrativo para viver e trabalhar no Interior

Oleiros é o concelho com mais apoios para quem escolhe viver ou trabalhar no interior, de acordo com um estudo da Deco Proteste. Habitação a preços controlados, apoios à habitação, à criação de emprego, à terceira idade, à natalidade e ao acesso ao ensino superior são apenas alguns dos muitos incentivos destacados neste estudo que abrange os concelhos do interior de Portugal.

Segundo a Deco Proteste “as grandes cidades do litoral concentram 70% da população, mas só podemos ser verdadeiramente sustentáveis se voltarmos ao interior e reequilibrarmos a balança”. O estudo apresentado foca incentivos que fixem população, como emprego, escolas, hospitais, boas redes de transporte, acesso aos bens de primeira necessidade e a espaços lúdicos e culturais.

Oleiros fica assim no primeiro lugar dos concelhos do interior “com distâncias mais curtas e bens e serviços à distância de uma caminhada, a qualidade de vida é maior. E a pegada ecológica é muito menor”.

Conheça aqui todos os benefícios de viver e trabalhar em Oleiros.

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Câmara de Idanha-a-Nova mantém linhas de apoio

Câmara de Idanha-a-Nova mantém linhas de apoio

Numa altura em que o Governo adotou novas medidas de combate à COVID-19, a Câmara Municipal de Idanha-a-Nova lembra que mantém abertas linhas de apoio para prestar assistência a cidadãos e famílias, Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e atividades económicas do concelho.

Os cidadãos que estão em isolamento profilático podem contactar a Linha de Apoio Psicossocial (966 032 484), para acompanhamento das necessidades no acesso a medicamentos, produtos alimentares e outros bens essenciais, para apoio psicológico, entre outros.

O serviço é desenvolvido por uma equipa de psicólogos do Centro Municipal de Cultura e Desenvolvimento de Idanha-a-Nova, em estreita parceria com a Câmara Municipal.

Já a Linha de Apoio às Atividades Económicas (277 200 570 / 926 357 592) disponibiliza às empresas esclarecimentos e informação sobre a legislação em vigor.

Um terceiro serviço, a Linha de Apoio às IPSS (277 200 570) mantém contacto permanente com os lares e outras instituições sociais do concelho, a quem a autarquia tem cedido equipamentos de proteção individual (batas, luvas, máscaras, álcool gel, entre outros materiais).

A linha poderá ser usada também por familiares (em Portugal ou no estrangeiro) que procurem informações sobre utentes institucionalizados ou sobre o trabalho realizado pela Câmara de Idanha-a-Nova com as 16 IPSS locais.

Neste período de grande exigência, renovamos o reconhecimento a todos os profissionais e entidades que estão na linha da frente, agradecendo a sua permanente disponibilidade e empenho.

Pela saúde de todos, apelamos ao cumprimento das orientações da Direção-Geral de Saúde, nomeadamente: limitar os contactos; reduzir as deslocações ao essencial; usar máscara; manter o distanciamento físico; lavar as mãos; e cumprir a etiqueta respiratória. Em caso de sintomas, contactar a Linha SNS24, através do 808 24 24 24.

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