Legislativas, Castelo Branco com mais Mulheres como cabeças de lista

Legislativas

O Distrito de Castelo Branco, com excepção do BE que apresenta Rui Lino como Cabeça de Lista.

A maioria serão Mulheres, nomeadamente no PS, Aliança, CDU e PSD.

Após o ALIANÇA ter apresentado Ana Camilo, a CDU Ana Maria Leitão, o PSD apresenta agora Cláudia André.

O PS fica com Hortense Martins.

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Combate aos fogos florestais na ordem do dia

O candente problema do combate aos fogos tem sido tratado intensamente pelo Governo, com o apoio das Câmaras e de organismos criados, havendo motivo para aplaudir o muito já feito e acentuar a necessidade de continuar no mesmo rumo, mobilizando todos os interventores, nomeadamente as Câmaras municipais.

. Aviões de combate

  • O Tribunal já levantou a suspensão destes meios, estando assim completo o dispositivo de combate.

. Abrigos nas Aldeias

– Foram já criados cerca de 1500 Abrigos nas aldeias mais vulneráveis, nas 1909 assim consideradas.

. Oficiais de segurança local

  • Existem já 1 507 Oficiais de segurança local.
  • Das 400 empresas afectadas pelos fogos, 375 já possuem projectos aprovados para a recuperaação da actividade e emprego. O montante afectado é de 131 milhões de euros.
  • . Problema que subsiste
  • – De acordo com o Observatório Técnico Independente, as queimas e queimadas continuam a ser o maior problema. Urge acompanhar essas actividades e intensificaar a formação local.
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Pedro Santana Lopes inicia Roteiro Temático com visita a Oleiros e Sertã

O Presidente do Partido ALIANÇA, Pedro Santana Lopes inicia os Percursos Temáticos pelo Distrito de Castelo Branco e, dia 4 de Julho estará em Oleiros e Sertã.

PROGRAMA da VISITA

4 DE JULHO

11h00 – Visita à área ardida de Oleiros -Álvaro, classificada aldeia de xisto, a mais afetada pelos incêndios de 2017, acompanhados por Raquel Freire do Turismo de Álvaro e familiar de afetados do incêndio – Álvaro – Oleiros

12h30 – Apresentação de cumprimentos ao Presidente da Câmara Municipal de Oleiros, Dr. Fernando Jorge – Praça do Município – Oleiros

13H00 – Almoço com o Sr. Presidente da Câmara de Oleiros- Dr. Fernando Jorge

15H00 – Visita ao SerQ- Centro de Inovação e Competências da Floresta-Rua J, nr. 9 -ZONA Industrial da Sertã- Sertã

16H00 – Entrevista Povo das Beiras

16H30 – Apresentação de cumprimentos ao Presidente da Câmara da Sertã -Dr. José Farinha Nunes (a confirmar)

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Santana Lopes encabeça lista de Lisboa nas Legislativas

Direção do Aliança com mandato para negociar coligação com Nós, Cidadãos

. Ana Camilo lidera lista de Castelo Branco

O Senado do partido Aliança deu hoje mandato à Direção Política Nacional para iniciar negociações de coligação com o partido Nós, Cidadãos!, numa reunião que também aprovou Santana Lopes como cabeça-de-lista por Lisboa.

Reunido este sábado na Figueira da Foz, o senado do partido deu parecer favorável para que a direção, liderada pelo antigo primeiro-ministro Santana Lopes, inicie “o processo de negociação de uma coligação pré-eleitoral” com o partido Nós, Cidadãos! e com outras forças políticas convidadas, disse o vice-presidente do Aliança, Bruno Ferreira Costa, que falava à agência Lusa no final da reunião.

Durante a semana, o partido Nós, Cidadãos! tinha lançado o desafio ao Aliança para uma coligação pré-eleitoral “ao centro”.

Segundo Bruno Ferreira Costa, há abertura por parte do partido “para uma coligação pré-eleitoral para as legislativas com as forças democráticas do centro e centro-direita, para fazer face à frente de esquerda”.

O vice-presidente do Aliança salientou que há, no entanto, partidos com os quais esta força política não estará disponível para formalizar uma coligação, como é o caso do Chega, movimento de André Ventura que ainda não está oficializado como força política.

Na reunião do Senado, foi também dado parecer positivo a alguns dos cabeças de lista às legislativas, informou Bruno Ferreira Costa.

Pedro Santana Lopes, líder do partido, será o cabeça-de-lista por Lisboa, Bruno Ferreira Costa pelo círculo eleitoral do Porto e o antigo deputado do PSD Luís Cirilo por Braga.

Foram ainda aprovados os nomes de Carlos Medeiros por Setúbal, Joaquim Sousa pela Madeira, Jorge Medeiros pelos Açores, Ana Camilo por Castelo Branco, Ana Rosado Fonseca por Évora, Odília Lopes por Faro, Rui Sousa por Santarém, Maria João Gaspar por Vila Real e Pedro Escada por Viseu.

Segundo o vice-presidente do Aliança, nesta fase, ainda não foram apresentados os cabeças-de-lista de todos os círculos eleitorais.

Durante o dia, que contou também com uma reunião da Direção Política Nacional da parte da manhã, o Senado aprovou também “as traves mestras da linha programática do partido”, que terá o combate à pobreza e à exclusão social como “uma causa transversal” na redação do programa eleitoral, referiu.

O combate à corrupção, a requalificação do Serviço Nacional de Saúde, o crescimento económico e a coesão social e territorial são outras das “traves mestras” definidas pelo Aliança, disse.

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Luís Filipe Santos apresenta candidatura à Distrital do PSD de Castelo Branco

Transcrevemos na íntegra o documento de apresentação da candidatura.

Caras e caros companheiros,

No próximo dia 6 de julho, teremos eleições para a Comissão Política Distrital do PSD Castelo Branco, um momento definidor para o futuro do Partido Social Democrata na Beira Baixa. Nos últimos dias recebi apelos dos mais diversos quadrantes, das estruturas dirigentes e dos militantes de base que me incentivaram a corporizar uma candidatura renovadora, logo à partida de gerações, de paradigma político, de formas de estar na vida. Ouvi os que me estavam mais próximos, tanto na vida pessoal, como na vida política. Agradeci os conselhos, ponderei, refleti sobre o que podia oferecer ao meu partido de sempre: o PSD. Sou militante deste grande partido desde os 18 anos.

Tendo dado o meu contributo cívico ao serviço das mais variadas estruturas, desempenhando funções de Presidente de Concelhia da JSD Castelo Branco e exercendo, atualmente, as funções de Presidente do PSD Covilhã, Presidente da Distrital dos TSD e Secretário Distrital do PSD.

Sinto-me grato, honrado e orgulhoso por todo o trabalho desenvolvido ao lado de companheiros que muito respeito. Mas a nossa vida não se esgota no contributo cívico. Em termos profissionais, tenho o gosto de estar ao serviço do meu país, exercendo cargos públicos na minha área profissional da Cultura, dos Livros e das Bibliotecas. Momentos há em que temos de tomar decisões que podem mudar o futuro das nossas vidas. Tenho um passado ao serviço do nosso Partido, mas é sobretudo no presente e no futuro que nos devemos concentrar. Por isso, assumo a decisão de ser candidato às eleições do dia 6 de julho de 2019.

Este é o momento do PSD!

É o momento de fortificar o nosso partido, de mostrar que sabemos fazer política do século XXI. É o momento da renovação das nossas bandeiras, do pragmatismo das nossas soluções. É o momento de promover o nosso crescimento sustentável, por via do desenvolvimento económico, da implementação de medidas sociais, mas sobretudo pela difusão de medidas que promovam a coesão territorial. Chegou o momento de sermos a força renovadora que mobiliza todos os militantes e simpatizantes.

Temos que voltar à lutar pelas nossas causas e princípios que sempre fizeram e queremos que continuem a fazer a diferença na região e no país. Quero, com todos vós, criar uma onda renovadora dos nossos compromissos enquanto militantes, sem rodeios sobre o nosso posicionamento ideológico. Somos, orgulhosamente, social democratas! Este é o meu compromisso com o presente, mas sobretudo com o futuro. Conto com todos vós.

Luís Filipe Santos, Compromisso com Futuro “

Nota da Redacção: Os Presidentes da Sertã e de Vila de Rei integram a lista como Vice-Presidentes

 

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Agustina Bessa – Luís, breves notas

Agustina Bessa-Luís: “Sou perigosa porque conheço profundamente a natureza humana”

  • Com a devida vénia a Andreia Azevedo Soares, in Público

Recuperamos, por ocasião da notícia da morte de Agustina Bessa-Luís, esta entrevista originalmente publicada a 28 de Junho de 2004

  • Homem abusou do filho menor em frente a várias pessoas numa praia

  • “São nucas, senhor, são nucas”: as “paisagens humanas” de Rodrigo Roher

Nessa altura, o historiador António José Saraiva já antevia a sua ordem de grandeza: “Agustina será reconhecida quando, com a distância, se puder medir toda a sua estatura, como a contribuição mais original da prosa portuguesa para a literatura mundial. Ainda está demasiado perto de nós para que possamos desenhar o contorno do seu esplendor, que, como acontece em todos os casos de genialidade pura, é ainda invisível a muito dos seus contemporâneos”.

Hoje, Agustina tem mais de 50 livros publicados e 81 anos de idade. Aos 12, já tinha descoberto que era uma grande escritora. Não precisou da vantagem do tempo para avaliar o alcance da sua escrita. Uma sucessão de prémios acabariam por, nas décadas seguintes, reiterar esta certeza. “Eu já era a heroína da minha turma, escrevia todas as redacções. Isso já me dava alguma consciência da minha condição de escritora”, confessa Agustina nesta entrevista ao programa “Diga Lá, Excelência”, um projecto da Rádio Renascença em colaboração com o PÚBLICO que, aos domingos, é exibido no canal :2 da RTP. Além dos prémios literários – e do Nobel que lhe falta -, Agustina discorreu ainda sobre as fronteiras entre a escrita comercial e elitista, a sua relação com Portugal e o rótulo que ganhou de “mulher perversa”. “Não me acho perversa. Sou capaz de todas as composições que a natureza humana permite. Mas daí à acção vai uma distância muito longe”, esclarece.

PÚBLICO – Tem medo de deixar de escrever?

AGUSTINA BESSA-LUÍS – Nunca me ocorreu isso. Primeiro, não tenho medo de nada, excepto dos silêncios que podem ocorrer numa entrevista como esta. E quem tem medo de morrer… enfim, era melhor não nascer.

É sinal de coragem não ter medo de nada?

Sim. É acima de tudo uma coragem que já está na nossa natureza genética, já herdamos este tipo de comportamento. É que não adianta nada ter medo ou não da morte. Nós todos morremos, mais tarde ou mais cedo. Ainda não se inventou um ser humano que possa durar 500 anos. Então temos que enfrentar e trabalhar como se fosse sempre o primeiro dia.

Perguntámos-lhe sobre o medo de deixar de escrever e acabou por falar da morte…

Sim, porque, para mim, há uma relação profunda. Porque escrevo enquanto vivo. Houve um escritor nórdico que, duas horas antes de morrer, ainda escreveu versos. E versos admiráveis.

Há quem diga que a escrita é uma forma de alcançar a imortalidade

Não acho. Isso é tão vago. Porque 50 anos depois podemos estar completamente esquecidos. São outras gerações que vêm e que têm as suas preferências, a sua própria cultura.

Não a inquieta a possibilidade de daqui a 50 anos ninguém a ler?

Não, absolutamente nada. Espero nessa altura não me impressionar com isso.

Escreve por necessidade, impulso ou obrigação?

Por dom natural. Nasci escritora e tenho o gosto da escrita. Depois vem a relação com o público e com todos estes fantasmas que são as memórias.

Mas como funciona isso? Vai na rua e apetece-lhe escrever?

Nem tanto. Vejo um papel em branco e apetece-me escrever. Muitas vezes sinto isso até quando vejo a folha de rosto dos livros com muito espaço em branco. E quase sempre apetece-me escrever mais do que um autógrafo.

Utiliza as pessoas como matéria-prima da sua escrita?

Não. Acho que isso, de uma certa maneira, é uma traição. Nunca escrevo sobre pessoas que conheço, que estão próximas ou que são da minha geração (ou pelo menos contemporâneas).

Quem foi a sua última musa? A última inspiração veio de onde?

Era bom que eu recordasse o último livro que escrevi. A última musa foi Dostoievski, que é uma figura protectora e presente durante toda a minha vida. A literatura russa teve, de resto, uma grande influência sobre mim.

Porquê?

Porque era mais densa e porque preenche mais o imaginário de cada um. E também porque tem muito a ver com o temperamento português, entre o místico e o extravagante. O português reage à literatura russa talvez como nenhum outro europeu.

Sente que o país a trata bem?

Sim, mas também nunca tive grande preocupação com isso. Lembro-me do meu irmão dizer, quando comecei a escrever, que se estivesse na América seria rapidamente célebre. E eu dizia que felizmente isso não acontece. Porque é muito importante a dificuldade. É preciso sentir que não é fácil escrever – como não é, de resto, fácil viver. O [escritor] Ferreira de Castro dizia que era preciso ter cuidado com o êxito fácil. E é um bom conselho.

Acabou de ficar com o rótulo de perversa. As pessoas falam sobre isso quando se encontram consigo na rua?

Todos nós somos perversos à medida que nos vamos civilizando e pondo de parte uma naturalidade.

Como nasceu esta imagem de perversa? Foi uma construção dos jornalistas ou teve uma participação nisso?

Não sei de onde veio. O que sei é que se tornou muito fácil aceitar este rótulo, porque depois é fácil compor a personagem à volta dessa imagem.

Reconhece-se neste rótulo? Acha-se perversa?

Não, de maneira nenhuma. Sou uma pessoa pacata, comodista. Uma pessoa comodista nunca pode ser perversa, a não ser na imaginação. Sou capaz de todas as composições que a natureza humana permite. Daí à acção vai uma distância muito longe.

Os artistas costumam queixar-se de falta de apoio do Estado, de serem mal amados. Também acha?

O literato foi sempre equiparado ao malabarista ou à pessoa que é chamada para entreter um público. O escritor que não tenha esta característica não é exactamente o escritor aceite e querido. Lembro-me de um pintor português, o [Henrique] Medina, que pintava retratos de pessoas célebres. A certa altura foi chamado a Hollywood para pintar mulheres do cinema e fez uma incursão na Argentina. Veio de lá muito decepcionado porque na Argentina era chamado para pintar as grandes damas e os grandes senhores, que persistem numa sociedade conservadora. Só que veio decepcionado porque tinha de comer com os criados, a vida dele era toda equiparada à da fauna menor da grande casa. Isso, se calhar, não acontece em Portugal, mas a mentalidade lá está. Um escritor recebe uma coroa de pedras falsas de vez em quando, mas a verdade é que ainda é considerado uma figura menor na sociedade.

Sente isso em Portugal?

Não é em Portugal, é no mundo inteiro.

Mas isso é porquê? As artes não são essenciais à vida?

Sim, mas não são perigosas. E quando são panfletárias, entra a polícia.

Não tenta ser uma mulher perigosa?

Sou uma pessoa perigosa, não diria uma mulher perigosa. Sou perigosa na medida em que conheço profundamente a natureza humana. E isso é um perigo.

* Algumas das mais de 50 obras de Agustina Bessa – Luís

O poço e a estrada

O poço e a estrada

As estações da vida

As estações da vida

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Inserimo-nos no esforço de prevenção em Portugal

O presente trabalho que pode verna íntegra clicando no link, pretende apenas ser uma contribuição, sempre em actualização e, certamente não exaustivo.

Acreditamos que é em nossa casa que começa a prevenção e, os nossos actos e gestos são também determinantes.

KIT DE SOBREVIVÊNCIA PRÉ e PÓS TREMOR de TERRA DESTRUTIVO

Os tremores de terra acontecem, Portugal está numa das primeiras linhas dessa possibilidade e passaram já cerca de 150 anos do tremor de terra que nos atingiu com maior dimensão (foi destrutivo e ampliado pelas condições na altura).

As coisas melhoraram, mas nunca serão suficientes.

Acções

. Durante o tremor de terra:

. Proteja-se o melhor possível, tampos de mesas fortes, ombreiras de porta são locais com alguma segurança.

Sobreviveu.

Ainda bem.

Agora é preciso continuar a sobreviver e não vai ser fácil.

O que deve ter preparado previamente:

. Rádio a pilhas e pilhas de reserva; (Essencial)

.Lanterna(s) e pilhas de reserva;

. Água potável (aproveite algumas garrafas e ou garrafões e tenha-os cheios de água;

. Comidas enlatadas, bolachas (tenha em conta que não terá meios de aquecimento);

. Reservas de alimentos para animais (caso os tenha).

( Tenha em conta o comportamento dos animais em pânico, gato não é igual a cão, por exemplo).

. Kit de primeiros socorros mínimo, alguns comprimidos vulgarmente utilizados no dia-a-dia;

. Dependendo da altura da sua casa, uma corda forte e suficiente, não é uma má ideia;

. Não utilize elevadores;

. Não acenda fósforos, isqueiros, são vulgares as fugas de gaz;

. Uma mochila de roupa essencial é importante;

Que fazer depois:

. Seleccione previamente quem é importante para Si (tenha em conta que provavelmente não terá comunicações telefónicas)

. Estabeleça pontos de encontro alternativos e não vá procurar (até às x horas, encontramo-nos em tal sítio, após esta hora outro local etc, e, procure estar acompanhado sempre;

. Afaste-se do mar, pode haver tsunami, vá para zonas elevadas o mais possível;

. Não entre em pânico;

Fácil

Decisivo

Os primeiros 2 a 3 dias são de caos, depois, a vida vai-se retomando a caminho da normalidade que pode demorar anos a ser atingida.

Boa sorte, mas organize-se.

Trabalho particular, seguindo conjunto vário de contribuições de entidades, sempre sujeito a melhorias e evoluções.

PF, Jan, 2018

SERVIÇOS NACIONAIS DE URGÊNCIA

112 Número de Emergência Nacional
808 24 24 24 Saúde 24
808 250 123 Linha de Emergência de Intoxicações
117 SOS Incêndios
800 202 148 Mulheres Vitimas de Violência
808 222 002 Linha Sexualidade
800 266 666 Linha Sida
213 433 333 Criança Maltratada
217 931 617 SOS Criança
1414 SOS Droga
213 952 143 SOS Grávida
800 202 669 Centro SOS, Voz Amiga
800 203 531 Linha do Cidadão Idoso
808 200 204 Linha SOS, Estudante
800 202 013 Narcóticos Anónimos
217 162 969 Alcoólicos Anónimos
214 401 919 Centro de Busca e Salvamento Marítimo
118 Serviço de Informações

Nota: Pode imprimir com imagens a partir do link abaixo

KIT DE SOBREVIVÊNCIA PÓS TREMOR de TERRA DESTRUTIVO

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Europeias no Distrito de Castelo Branco – PS e BE vencem

A vitória nacional do PS estendeu-se naturalmente a Castelo Branco e acentuou-se mesmo, pois, em 11 Concelhos vence em 8, subsistindo para o PSD os tradicionais Oleiros, Vila de Rei e Sertã, mas, em todos, o PS aumentou os votos.

Expressivamente em Vila Velha de Ródão onde o PS obteve 53,12, tal como em Idanha-a-Nova com 50,81 ou Penamacor 44,96, ou Belmonte com 44,23 e Covilhã com 41,93, assiste-se a uma queda do PSD e do CDS, que perde em coligação (2014) ou separados, destacando-se a performance do BE na Covilhã com 12,06 contra os 13,63 do PSD.

No caso de Oleiros, estreita-se a diferença e o PSD perde mesmo o Orvalho onde tem pontificado Paulo Urbano, Vereador em Oleiros, mantendo apenas incólume na diferença a freguesia de Álvaro onde os mais de 71% do PSD são determinantes.

Vila de Rei para o PSD é o Concelho mais sólido e obtém 44,46.

Nos designados (3 grandes Partidos) onde se incluia o CDS agora substituído pelo BE, é evidente a necessidade de renovação nas lideranças, envolvidas sempre em questões de justiça que urge clarificar e, certamente com o abandono das lideranças no PSD e no PS, o Distrito teria muito a ganhar.

Se não sairem antes, certamente após as Legislativas, os 2 maiores Partidos farão a renovação, medida que as populações reclamam.

PF

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PS e ALIANÇA afirmam-se pela consistência

EDITORIAL

PS e ALIANÇA afirmam-se pela consistência das propostas e pela preocupação que centram na Europa, motivo das presentes Eleições.

É vulgar o Partido no poder ser castigado nas Eleições Europeias.

Ao invés do que é habitual, os portugueses não encontram razões para castigar o Governo. As condições de vida melhoraram, o desemprego diminui, os salários crescem, as reposições de valores retirados pelo anterior governo sucedem-se, as contas batem certas, não foi preciso nunca um orçamento rectificativo (aplausos para Centeno) ao invés da sua antecessora que regularmente tinha de rectificar as contas feitas quase diáriamente…

O mesmo se passa com o nóvel ALIANÇA que apresenta um candidato ( Paulo Sande ) credível, conhecedor e livre de erros anteriores. Veja-se as propostas que vai apresentando como a da Região transfronteiriça de Castelo Branco, extremamente importante e que merecerá em breve comentário adequado.

O PSD à procura de um rumo apresenta pela terceira vez um candidato truculento (mas apenas isso), desfasado do objectivo principal para estas Eleições, faz com que o PSD vá caindo, podendo cair a um ponto insustentável para Rui Rio que comete o erro final de levar para a campanha o ex-líder desacreditado no país.

O CDS e o seu programa direitista de que Nuno Melo é expoente principal oscila e pode ter também uma derrota pesada o não eleger o seu segundo candidato.

O BE pela mão segura de Marisa Matias, concentrada nos objectivos, vai continuar a crescer.

Nota muito positiva para o esmagamento da extrema-direita pouco ou nada democrática, a gargalhada a que gerou o PPM ao ligar-se a “coisas” nauseabundas como o Chega ou o Basta (Basta mesmo) desacreditaram-se totalmente e não existem para os portugueses, felizmente.

No Domingo conferiremos as previsões que vão sendo lançadas pelas sondagens que chegam a admitir que o PSD caia para apenas 5 eleitos, o PS suba para 9 ou 10 e o ALIANÇA possa mesmo surpreender elegendo 2 Deputados, consagrando Pedro Santana Lopes como verdadeiro líder da Direita Democrática.

PF

 

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PROFESSORES

EDITORIAL

Quero expressar o meu máximo respeito por uma classe a quem reconheço (globalmente) enorme influência na formação de um país, dos jovens que são esse futuro, respeito ainda o esforço que muitos fazem diáriamente, incluindo deslocações enormes, privação de contacto familiar estreito e normal.

Muitos dos meus Amigos são professores e orgulho-me disso, especialmente pelos que perceberam que a luta de uma classe não pode nem deve ser instrumentalizaadaa pelo braço armado de um Partido, concretamente pela Fenprof e por um homem que ignora e não se preocupa com o futuro do país, refiro-me é bom de ver a Mário Nogueira, esse profissional da desestabilização social.

Tudo isto para Vos dizer que reconheço a essta e muitas outras classes a necessidade de melhoria nas condições de vida e de trabalho. Mas…

Mas, não à custa do país global.

O Governo cumpriu o que disse e foi além disso.

Comprometeu-se a descongelar carreiras, não a pagar descongelamentos aplicados por quem agora teve a triste figura de “fazer de conta que apoiava os professores“, pensando apenas no seu voto potencial.

Mas o Governo foi além do compromisso, descongelou e criou condições para a devolução de quase três anos desse descongelamento, fazendo-o como devia a outras categorias profissionais que não deviam ser ignoradas.

Fê-lo com coragem, arriscando a voracidade suicida de Partidos como o PSD e o CDS, completamente desorientados pela possibilidade de continuarem a minguar no número de militantes e de votos, temendo anos de oposição.

O populismo não compensa e, por isso, desmascarados claramente, dão o dito por não dito e voltam ao início, vitimando duplamente os professores que devem agora pensar sériamente em substituir quem os representa tão mal, procurando no futuro não ser instrumentalizados.

PF

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