Associação da Aldeia de Corgas intensifica a participação em acções ambientais e de solidariedade

Acções de Responsabilidade Social e Ambiental uma aposta da Associação
das Corgas 
A Associação Desportiva Cultural e Recreativa das Corgas (ADCRC)
aposta em ACÇÕES de RESPONSABILIDADE SOCIAL e AMBIENTAL, no seu programa de Actividades a médio prazo

Assim, de entre as realizações, em 2019, merecem destaque as sessões dedicadas à
SAÚDE, PREVENÇÃO e SEGURANÇA , respectivamente, nos dias 16 de Julho e em 2 de Novembro de 2019

● Na 1ª sessão foi conferida ênfase a acções de prevenção e segurança e, também, de
saúde com recomendações e realização de exames de rastreio com o apoio da
Associação dos Bombeiros Voluntários de Proença-a-Nova.
Foi entregue a esta Associação o donativo de 730 €, resultado da venda do livro
CAMINHOS da FÉ e de Pão – Homenagem ao Padre Joaquim Martins Castanheira”.
Também se ofereceu um exemplar do livro para a biblioteca dos Bombeiros.
● A 2ª sessão incidiu sobre o tema Saúde e, em especial, VACINAÇÃO e respostas a
situações de GRIPE, com apresentação, explicações e alertas para o período de
outono /inverno exigente em respostas e cuidados, devidos a estados gripais.
● A Acção de Solidariedade para recolha de Alimentos, anunciada pela Associação, no
período de 2 a 22 de Dezembro, foi realizada em parceria com a Cáritas Paroquial
de Proença-a-Nova que expressou já público agradecimento a quem contribuiu (vide
notícia nas edições do jornal O Concelho de Proença-a-Nova de 25 de Dezembro e 10 de Janeiro passados.

A participação nestas acções, aberta à comunidade, foi significativa e do agrado de
quem se associou e interveio. É de registar o apreço e reconhecimento para com as pessoas responsáveis.
Ano de 2020, acções previstas
Da Agenda de Actividades da Associação para 2020 sobre o ambiente, é de realçar:
● O projecto Percurso Pedestre do Ribeiro das Corgas, no centro da aldeia,
com o objectivo de requalificação deste curso água e zonas adjacentes, visando
contribuir para a segurança e valorização das pessoas e dos seus bens, também, de atracção de visitantes.
Nesta intervenção ambiental estão previstas, designadamente, acções
de limpeza geral, a montante e jusante, reconstituição das margens com plantação
de espécies ripícolas, aproveitamentos de água (minas, represas, açudes, levadas e
moinhos) e passagens (carreiros, caminhos e pontes) e a integração de motivos de
educação ambiental e de lazer.
● Iniciativas ALDEIA das CORGAS +VERDE – lançamento no DIA 21 de MARÇO,
por motivo da CELEBRAÇÃO do DIA MUNDIAL da ÁRVORE, também, dia do
ANIVERSARIO da Associação;
A plantação de árvores, em percursos, espaços públicos e da Associação, constitui o
foco principal das acções previstas para realizar, naquele dia e em datas futuras.
A responsabilidade da ADCRC, nestas iniciativas, tal como nas acções sobre SAÚDE
PREVENÇÃO e SEGURANÇA , prevê o acolhimento e apoio do município de Proença-a- Nova e outras entidades.

Nota da Redacção: Agradecemos ao Presidente da Direcção, Paulo Martins a amabilidade de enviar notícias.

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Vinho CALLUM de Oleiros foi certificado

Vinho CALLUM foi certificado

Está concretizada uma importante medida de valorização da região e de um produto de tremenda qualidade e diferenciação.

A casta CALLUM de OLEIROS vai assim integrar a Identificação Geográfica Terras da Beira e a denominação de origem Beira Interior.

Desta forma, passará a integrar a Rota do Vinho da Beira Interior.

O Município de OLEIROS e a Comissão Vitivinícola Regional da Beira Interior assinaram o protocolo de parceria que visa a promoção da Beira Interior como região turística e destino de enoturismo.

O Protocolo foi assinado pelo Vice-Presidente da Câmara de Oleiros, Vítor Antunes e pela Secretária de Estado do Turismo Rita Marques e ainda pelos representantes dos diferentes municípios que integram a Rota do Vinho da Beira Interior.

Como que antecedendo e adivinhando este importante passo, o Restaurante do Hotel de Santa Margarida em OLEIROS já tinha a designação de CALLUM.

Callum foi certificado

Callum foi certificado

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Livraria Lello celebra 114 anos

Acontecimento cultural no Porto
A Livraria Lello celebra 114 anos, e vive hoje como se fosse amanhã
Dia 13 de janeiro, das 12h00 às 19h00, a Livraria Lello comemora o seu 114º aniversário com entrada gratuita, celebrando o passado, o presente, mas sobretudo o futuro, e apresentando os grandes projectos que tem planeados para 2020.

Agenda:
Inauguração da Escultura (que é também Bolo de Aniversário) “A Doçura dos Livros”, de Cabrita.
Oferta de 1906 exemplares de “Os Lusíadas” e “Amor de Perdição” aos primeiros visitantes, livros The Collection, editados pela Livraria Lello.
Inauguração das montras Desaniversário | Arquétipo #2, pelo colectivo Atelier Caviar.
Inauguração de exposição “X Cantos”, dedicada aos Lusíadas, com assinatura R2 design.
Inauguração da exposição Lucky 13: exibição de 13 jóias da literatura universal, que pertencem agora ao espólio da Livraria Lello.

12H00 – Abertura ao público; entrada gratuita.

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ALIANÇA realiza Convenção Autárquica dia 11 em Castelo Branco

Castelo Branco recebe a 1ª Convenção Autárquica do Aliança

O partido Aliança, liderado por Pedro Santana Lopes escolheu Castelo Branco para receber a sua 1ª Convenção Autárquica Nacional.

Será no sábado 11 de Janeiro, a partir das 14 horas, que a cidade albicastrense receberá os militantes e a direção do Aliança, no auditório do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ).

Esta é uma iniciativa do partido com vista ao início da participação do Aliança nas Eleições Autárquicas de 2021.

Os militantes, as estruturas regionais já eleitas e em funções e a direção política nacional do Aliança, começam desde já, a preparação de um caminho que conduza o partido a concorrer, pela primeira vez, às eleições autárquicas, por definição as mais diretamente ligadas ao quotidiano dos eleitores, no maior número possível de Assembleias de Freguesias, Assembleias Municipais e Câmara Municipais, no território nacional.

Um desafio importante e gigantesco para um partido novo, mas simultaneamente desafiante para quem tem a convicção de que tem um papel a desempenhar no futuro próximo dos portugueses e de Portugal.

Para as estruturas distritais, é um desafio importante, mas, ao mesmo tempo, encorajador das potencialidades que o Aliança tem na região.

A direção distrital acredita que “o caminho faz-se caminhando” e nessa perspetiva, candidatou-se à organização da Convenção Autárquica Nacional, na certeza que “iniciaremos em Castelo Branco, uma caminhada que conduza o Aliança a um resultado positivo e encorajador que se traduzirá na afirmação nacional do partido.

Cá estaremos para dar o nosso contributo beirão na convicção que o evento será um sucesso e que os portugueses reconhecerão a importância que o Aliança vai ter no espectro político português.”

 

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Espanha vai finalmente ter governo

Coligação progressista” de Sánchez e Iglesias aumenta impostos aos mais ricos e limita preço das rendas

Líderes do PSOE e da Unidas Podemos apresentaram um programa de Governo que aposta na “revogação” das reformas laborais de Mariano Rajoy. Uma das medidas é o fim dos despedimentos por absentismo provocado por baixas médica.

Pablo Iglesias e Pedro Sánchez no fim da apresentação do programa de Governo

Foto
Pablo Iglesias e Pedro Sánchez no fim da apresentação do programa de Governo LUSA/JUANJO MARTIN

Com a tomada de posse no Parlamento espanhol quase garantida, o futuro Governo dos socialistas do PSOE e da aliança de esquerda Unidas Podemos apresentou, esta segunda-feira, um programa para o país em que se destacam algumas bandeiras políticas do partido de Pablo Iglesias. A mais significativa é a “revogação” da reforma laboral de 2012, da autoria do Governo de centro-direita de Mariano Rajoy, mas a mais emblemática para a aliança de esquerda dirige-se ao sector imobiliário: segundo o programa de Governo, as câmaras municipais vão poder limitar os aumentos dos preços do arrendamento nas zonas “sob pressão”.

O documento, com 50 páginas, foi apresentado na tarde desta segunda-feira por Sánchez e Iglesias, e o acordo foi selado com um abraço entre os dois líderes perante os aplausos da assistência.

“A base do programa conjunto é, sem dúvida, a ideia de progresso”, disse o líder do PSOE e candidato a primeiro-ministro no final da cerimónia. “É o programa de uma coligação progressista, que tem tudo para ser um país ainda melhor do que é hoje. Consolidar o nosso modelo produtivo, lutar pela criação de emprego, garantir as pensões e fazer avanços na igualdade real.”

Ao seu lado, o líder da aliança Unidas Podemos e candidato a vice-primeiro-ministro, Pablo Iglesias, classificou o acordo entre os dois partidos como “histórico”.

“Nos últimos anos, todos os grupos sociais que estão em condições muito difíceis têm-nos dito que podemos fazer as coisas de outra forma. Sim, podemos; e quisemos converter esse ‘sim, podemos’ em políticas de Governo.”

“Revogação”. Parcial, ou total?

O programa de Governo, intitulado “Coligação progressista, um novo acordo para Espanha”, tem como medidas mais distintivas em relação aos governos do centro-direita a subida de impostos para os mais ricos, a partir dos 130 mil euros de rendimentos anuais, e para as grandes empresas; uma forte subida do salário mínimo, que pode chegar aos 1200 euros ao longo da legislatura; e a “revogação” da reforma laboral que o Governo de Rajoy implementou em 2012.

Neste caso, fica ainda por esclarecer se vingou a vontade da Unidas Podemos de derrubar essa reforma na totalidade, ou se as alterações vão manter algumas medidas em vigor, como era desejo do PSOE. Sabe-se, por exemplo, que vai acabar a possibilidade de despedimento por absentismo provocado por baixas médicas, e que os acordos de trabalho sectoriais vão voltar a ter mais peso do que os acordos de empresa.

De forma clara, a Unidas Podemos consegue incluir no programa de Governo a limitação do aumento dos preços no arrendamento, uma das propostas mais emblemáticas de Pablo Iglesias.

Desta forma, as câmaras municipais espanholas vão poder impor limites a esses aumentos se provarem, “de forma objectiva e fundamentada”, que se registou “um aumento abusivo e sustentado das rendas para habitação que impeça os seus moradores de terem acesso e que possam desfrutar de uma habitação a preço razoável”.

Desde as eleições de 10 de Novembro, PSOE e Unidas Podemos têm vindo a negociar a distribuição de ministérios. Segundo os media espanhóis, o partido de Pablo Iglesias vai ficar com quatro pastas, e não com apenas três – essa mudança é explicada pela divisão que o PSOE fez em vários ministérios, e que tira poder aos que foram atribuídos de início ao partido de Iglesias.

ERC vai confirmar apoio

Esta segunda-feira, o líder do PSOE e candidato a primeiro-ministro ficou um passo mais perto de ver o seu futuro Governo aprovado no Congresso dos Deputados, o que pode acontecer até terça-feira da próxima semana, dia 7 de Janeiro.

Ainda antes de apresentar o programa de Governo ao lado de Iglesias, Sánchez assinou um pacto com o líder do Partido Nacionalista Basco (PNV, na sigla original), Andoni Ortuzar, que garante o “sim” dos seus seis deputados à investidura do próximo Governo espanhol.

Em traços gerais, esse pacto estabelece o compromisso de Madrid para respeitar e garantir o cumprimento do Novo Estatuto do País Basco, começando pela transferência da gestão do tráfego do Governo central para o Governo de Navarra até ao Verão de 2020 – uma antiga reivindicação da comunidade foral espanhola que pode ter como consequência o afastamento da Guardia Civil das estradas.

Os votos favoráveis do PNB são essenciais para a aprovação do novo Governo, e somam-se aos apoios negociados entre o PSOE e outros pequenos partidos, como o EH Bildu, Más País, Compromís, Partido Regionalista da Cantábria e o Nueva Canarias.

Mas para que as contas batam certo, e o primeiro Governo de coligação da democracia espanhola seja aprovado, falta o compromisso de abstenção dos 13 deputados da Esquerda Republicana da Catalunha (ERC).

Pedro Sánchez pressionou os catalães a anunciarem a sua abstenção ainda esta segunda-feira, para que as dúvidas sobre a investidura ficassem arrumadas de vez, mas a direcção da ERC disse que não se reunirá antes do fim do ano.

A abstenção dos catalães é dada como um facto consumado pelos media espanhóis e ficou ainda mais certa esta segunda-feira, depois de o Ministério da Justiça ter pedido ao Supremo Tribunal que autorize o líder da ERC, Oriol Junqueras, a tomar posse como eurodeputado e a desenvolver o seu trabalho sem que a sua condenação a 13 anos de cadeia por sedição seja posta em causa.

  • Com Agências.
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EDITORIAL – “…falar por falar…”

EDITORIAL

Aproxima-mo-nos vertiginosamente do final de 2019 e, certamente, também no último dia do ano, não deixaremos de ter a palavra do Senhor Presidente da República…que dia-a-dia não nos dá tréguas, um dia sem falar…vai falar.

Falará mais uma vez de coisas importantes, tal como a temperatura da água em Cascais no banho de Natal, mas seguramente, vai lembrar-nos de algo que sabemos a partir do Corvo. Dirá que é a Ilha mais pequena do arquipélago dos Açôres.

Falará também na situação grave na Ásia, da fome em África…e de outros temas que muito nos importam…

Seria pedir muito para 2020, que o Senhor Presidente não fale todos os dias e fale apenas dia sim, dia não?

Deve de facto ser pedir muito.

Assim sendo, desejo a todos os Amigos Leitores, Festas tranquilas, sóbrias, familiares.

Director

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IBM instala-se no Fundão

Boas notícias para o Fundão
A IBM está a instalar um Centro de Inovação Tecnológica no Fundão, cuja actividade será centrada no desenvolvimento e gestão de soluções de energia e que criará pelo menos 30 postos de trabalho no primeiro ano, foi hoje anunciado.
IBM instala Centro de Inovação Tecnológica no Fundão

O que nós programámos, numa primeira fase, é o desenvolvimento de soluções e de serviços no domínio energético e da eficiência energética, que é claramente a aposta principal”, afirmou o presidente da IBM Portugal, António Raposo Lima, na cerimónia de assinatura do protocolo de parceria com a Câmara do Fundão.

Este responsável explicou que o centro será gerido pela Softinsa (empresa do grupo IBM) e que iniciou actividade antes mesmo do que estava planeado para dar resposta às necessidades.

António Raposo Lima adiantou que a empresa já está a proceder ao recrutamento de jovens qualificados da área das novas tecnologias de informação e que este laboratório de competências prestará serviços para “Portugal e para o mundo”.

“Esta rede de centros que nós desenvolvemos, e que queremos ver crescer, presta serviços para os clientes que nós temos e que não estão circunscritos a Portugal. (…)Cerca de metade da actividade que nós desenvolvemos nestes centros já é uma actividade de exportação, fundamentalmente na Europa, nos Estados Unidos da América e também na Ásia”, indicou.

Sobre a escolha do Fundão, António Raposo Lima apontou a aposta que esta cidade do distrito de Castelo Branco tem feito ao nível da atracção e captação de empresas do sector das tecnologias de informação, bem como a “ambição” da autarquia em afirmar este território como um “‘hub’ tecnológico para o mundo global”.

“Esta ambição, esta vontade, este empenho e este compromisso que sentimos da parte do senhor presidente [da câmara] e da sua equipa, foi isso que efectivamente motivou que o Fundão seja claramente uma aposta da IBM e da Softinsa”, disse.-se

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Boas Festas, os Votos da Equipa do Jornal de Oleiros

Votos de Boas Festas, tranquilas, sóbrias, com saúde a todos os Oleirenses e Amigos, são os Votos do Jornal de Oleiros.

Aproveitamos para dar relevo ao extraordinário trabalho do Amigo Manuel Tavares, um fotógrafo de excelência.

Natal em Oleiros

Natal em Oleiros

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Tribunal de Contas arrasa municípios por gastos descontrolados

Tribunal de Contas arrasa municípios na implementação dos planos de defesa contra incêndios

. Câmaras da região longe das necessidades para o combate

Instituição diz que os municípios adoptam planos para defender floresta contra incêndios “para suprir uma formalidade” e acusa responsáveis de “diminuto compromisso com a sua execução”.

O Tribunal de Contas diz que os municípios estão a adotar os Planos Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios “essencialmente para suprir uma formalidade” e poderem dizer que cumpriram as suas obrigações, mas que, na prática, estes não estão a acrescentar valor no combate aos incêndios porque os responsáveis têm um compromisso “diminuto” com a sua execução, não criaram mecanismos para acompanhar e avaliar os resultados das medidas e que nenhum deles consegue quantificar o contributo destes planos para a redução do número de incêndios no seu concelho.

Numa auditoria aos Planos Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios (PMDFCI) e aos respectivos Planos de Defesa da Floresta Contra Incêndios (DFCI), a instituição liderada por Vítor Caldeira, usou uma amostra de quase trinta municípios para avaliar se estes planos estavam a ser implementados e os resultados alcançado

As conclusões da auditoria estão longe de ser elogiosos para os municípios.

“A adopção dos PMDFCI constituía uma oportunidade para reforçar a eficácia da DFCI, mas a análise permitiu constatar que estes têm sido utilizados essencialmente para suprir uma obrigação formal e permitir atestar um estatuto de cumprimento e não para preparar e implementar a estratégia municipal de DFCI.

Constatou-se que os municípios conferiram aos PMDFCI uma reduzida relevância e a ênfase esteve em garantir que dispunham de plano, quando haveria que, concomitantemente, verificar se o mesmo se encontrava a ser executado e de que forma”, diz o relatório.

Ou seja, os municípios fizeram por aprovar os planos, que são uma obrigação formal, mas não adaptaram o modelo do plano para que desse os resultados desejados dentro dos seus próprios concelhos, como também não criaram mecanismos para acompanhar o plano ou verificar a sua eficácia.

O resultado prático da auditoria foi verificar que “nenhum dos municípios onde foi realizado trabalho de campo conseguiu demonstrar ou sequer apurar o grau de execução financeira do plano de acção”, para além de não terem criado mecanismos para verificar o cumprimento das acções que estavam a cargo de outras entidades, como as forças de segurança ou entidades privadas por exemplo.

Na análise, o Tribunal de Contas diz que os critérios estipulados permitem aos municípios utilizar informação desactualizada para fazerem o diagnóstico e definirem metas “sem critérios mínimos de cobertura das necessidades” e até mesmo “incluir acções que não se enquadram no propósito do plano”. Ou seja, utilizar o financiamento para associações de bombeiros para actividades não relacionadas com a floresta.

Entre as muitas insuficiências entradas pelo Tribunal de Contas — que incluem que em nenhum município as comissões criadas para este acompanharem estes planos realizaram as quatro reuniões actuais que deviam, e alguns até o mínimo de duas a que estavam obrigadas –, a crítica mais dura parece ter ficado para o fim.

Na penúltima das 13 conclusões do relatório, o Tribunal de contas diz que não há qualquer garantia que estes planos estejam a ser úteis devido, entre outros, ao pouco “diminuto compromisso” dos responsáveis em executar esses mesmos planos.

“Face ao reduzido valor acrescentado proporcionado pelo conteúdo dos PMDFCI analisados, ao diminuto compromisso dos responsáveis na sua execução e à ausência de mecanismos de monitorização e avaliação de resultados, não existem garantias de que, por um município dispor de PMDFCI, esteja a ser mais eficaz a defender a floresta de incêndios”, diz a instituição.

“Nenhum município analisado estava em condições de quantificar o contributo do PMDFCI para a redução das ignições e da área ardida no concelho.

A eficácia dos Planos depende da melhoria da sua qualidade intrínseca, da boa gestão e da monitorização da execução, aspectos que não se encontram assegurados”, acrescenta.

No trabalho de campo feito, o Tribunal de Contas encontrou municípios onde quase 80% dos incêndios foram comprovadamente fogo posto, mas cujos planos de acção não incluem qualquer medida específica para combater o incendiarismo.

Aliás, nos quadros em que há uma avaliação detalhada por cada um dos municípios analisados, em todos eles as conclusões são iguais: a execução das acções é reduzida ou desconhecida; a execução financeira é desconhecida; a monitorização e avaliação é inexistente; o impacto nos objectivos é desconhecido; e a responsabilidade a transparência é considerada insuficiente.

  • Com agências e Fontes.

 

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O meu crédito já não consta no mapa central de responsabilidades do Banco de Portugal

O meu crédito já não consta no mapa central de responsabilidades do Banco de Portugal – O que poderá ter sucedido?

O facto de alguns créditos deixarem de constar na Central de Responsabilidades de Crédito (CRC) tem gerado dúvidas aos consumidores.

Todos os empréstimos concedidos aos consumidores pelas instituições de crédito ficam registados na Central de Responsabilidades de Crédito, uma base de dados gerida pelo Banco de Portugal.

As entidades participantes na referida Central são essencialmente entidades que concedem crédito, como por exemplo: bancos, caixas económicas, caixas de crédito agrícola mútuo, instituições financeiras de crédito, sociedades de locação financeira, sociedades de factoring, sociedades de titularização de créditos, sociedades de garantia mútua e sociedades financeiras para aquisições a crédito.

O facto de alguns créditos deixarem de constar na CRC tem gerado dúvidas aos consumidores.

No caso do crédito ter “desaparecido” da CRC, não significa que a dívida deixou de existir, sendo que o consumidor mantém a sua responsabilidade perante a obrigação.

Esta situação poderá ocorrer aquando da cessão de crédito (venda da dívida a terceiros), a favor de uma entidade fora do sistema financeiro, pelo que esta passa a assumir a posição de credor.

Desconhecendo a identidade da empresa a quem foi vendida a dívida, o consumidor deve solicitar essa informação junto da instituição de crédito com quem celebrou inicialmente o respetivo contrato de crédito.

A cessão de créditos é um contrato mediante o qual o banco cede o seu direito de crédito a um terceiro (cessionário), independentemente do consentimento do devedor, preenchidos alguns requisitos da lei. Este terceiro adquire todos os direitos e garantias relativos ao crédito, nomeadamente o poder de exigir o cumprimento das prestações.

Em caso de dúvidas ou conflito não hesite em contactar-nos.

DECO CENTRO

Os leitores interessados em obter esclarecimentos relacionados com os seus direitos enquanto consumidores, bem como resolver os seus problemas, podem recorrer ao Gabinete de Apoio ao Consumidor da DECO, bastando, para isso, escreverem para a DECO – Rua Padre Estêvão Cabral, 79-5º, Sala 504-3000-317 Coimbra ou para deco.coimbra@deco.pt.

DECO

DECO

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