Altice lança Bandeira Verde para distinguir Municípios e Freguesias

Bandeira Verde vai distinguir freguesias e municípios com boas práticas de sustentabilidade Altice Portugal e ABAE unem-se em prol da sustentabilidade dos territórios portugueses «Faz do verde a tua bandeira» é o mote que dá vida à nova parceria estabelecida entre a Altice Portugal, através do MEO, e a Associação Bandeira Azul da Europa. A Bandeira Verde identifica e reconhece as boas práticas de sustentabilidade dos territórios em Portugal.

Desafia as entidades governamentais e a população em geral a projetar a construção de um futuro melhor.

Num projeto único em Portugal, a Altice Portugal e a ABAE unem-se agora para a promoção de um movimento que visa galardoar anualmente os municípios e bienalmente as freguesias com as melhores práticas de sustentabilidade.

É um conceito agregador que distingue os municípios (ECOXXI) e as freguesias (Eco-Freguesias XXI), que querem ser parte integrante deste movimento de mudança e por isso mesmo cumprem um conjunto de critérios de sustentabilidade.

Para o Presidente Executivo da Altice Portugal, «Esta parceira com a Associação Bandeira Azul faz todo o sentido, porque partilham connosco este ADN da proximidade ao território.

Bandeira Verde, Altice, MEO

Bandeira Verde, Altice, MEO

Este projeto da Bandeira Verde tem o estímulo para o desenvolvimento do território e para a fixação da população, e penso que este poderá ser um selo importante para que regiões do nosso País possam lutar pela competitividade na fixação das pessoas». José Archer, Presidente da ABAE, partilha que «esta parceria irá seguramente permitir termos meios para trabalhar mais a fundo os nossos territórios, com o objetivo de se prosseguir com um desenvolvimento mais sustentável, melhores condições e maior bemestar para quem vive em qualquer canto do nosso País».

O programa Bandeira Verde ECOXXI pretende reconhecer os municípios portugueses com políticas e ações em torno de 21 indicadores e mais de 65 subindicadores de sustentabilidade. Os municípios que queiram candidatar-se devem submeter a candidatura até 30 de setembro. No que respeita ao programa dedicado às freguesias, Bandeira Verde Eco-Freguesias XXI, o mesmo propõe-se a incrementar a sustentabilidade e nível local, valorizando os processos de cidadania participativa e reconhecendo as freguesias que oferecem melhor qualidade de vida aos seus habitantes. As candidaturas encerram a 15 de janeiro de 2021.

A Bandeira verde simboliza o triunfo do planeta e distingue territórios onde a sustentabilidade coabita lado a lado com os cidadãos e empresas, em cada ação, e onde ninguém deixa o futuro para amanhã.

O envolvimento neste projeto reforça uma vez mais o posicionamento do MEO enquanto marca de causas, e da Altice Portugal, enquanto uma das empresas que mais tem contribuído para o progresso social e económico do nosso País, apostando também em projetos relacionados com a Sustentabilidade, de que são exemplo um conjunto de iniciativas entre as quais se destaca a criação do Comité de Sustentabilidade da Empresa.

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Nuno Nepomuceno, Escritor a ter em conta

Nuno Nepomuceno, um Escritor a ter em conta

Nasceu em 1978.

Revelado através do Prémio Literário Note! 2012, é autor de livros como Pecados Santos, ou A Última Ceia, publicados pela Cultura Editora em 2018 e 2019, respetivamente.

Representado pela Agência das Letras, é um dos escritores de thrillers mais acarinhados em Portugal. A Morte do Papa, datado do início de 2020, transformou-o em N.º 1 nacional de vendas de livros. Reapresenta agora, numa nova edição, A Célula Adormecida, o início da série Afonso Catalão, originalmente publicado em 2016.

Saiba mais em:

Para mais informações, consulte o site oficial do autor: www.nunonepomuceno.com.

 

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Idanha-a-Nova vai defender ESGIN em Idanha

Câmara de Idanha-a-Nova vai apresentar providência cautelar para

defender a ESGIN

. ESGIN tem mais de 600 alunos, 200 dos quais estrangeiros

A Câmara Municipal de Idanha-a-Nova vai interpor uma providência cautelar para
suspender os efeitos da deliberação do Conselho Geral do Instituto Politécnico de Castelo
Branco (IPCB), e apresentar uma ação para impugnar a mesma, por considerar que a
decisão de reestruturação do IPCB contém ilegalidades e põe em causa a sustentabilidade
económica e social deste concelho e de toda uma região.
Não se compreende à luz das atuais políticas públicas de coesão territorial a proposta de
reestruturação apresentada pelo presidente do IPCB e aprovada pelo Conselho Geral, que
prevê a perda da autonomia administrativa, científica e pedagógica da Escola Superior de
Gestão de Idanha-a-Nova (ESGIN), tendo ainda implícita uma deslocalização da ESGIN para Castelo Branco.

A decisão tomada lesa o interesse público, é um retrocesso civilizacional e é totalmente
contrária às políticas públicas defendidas e implementadas pelo Governo Português no
combate ao despovoamento das zonas do país menos povoadas.
A ESGIN resulta, efetivamente, da vontade política de combate à desertificação do interior.
Com 28 anos de existência, foi assim assumida por sucessivos Governos e pela Câmara
Municipal de Idanha-a-Nova, e é um caso de sucesso. Tem mais de 600 alunos, dos quais
cerca de 200 são estrangeiros, um número que cresceu expressivamente ao longo dos
últimos anos.
Este sucesso assenta em avultados investimentos no funcionamento da ESGIN, com a
Câmara Municipal de Idanha-a-Nova a ser responsável por mais de nove milhões de euros
de investimento, além dos projetos que tem em curso para aumentar a capacidade de
alojamento de alunos deslocados.
A avançar a decisão do Conselho Geral do IPCB, haverá um impacto muito negativo e
provavelmente irremediável nas atividades económicas do concelho de Idanha-a-Nova, na
capacidade de criação de massa crítica jovem, na captação de investimentos que
necessitam de quadros qualificados e na coesão social, pois é dificultado o acesso ao
Ensino Superior de uma população que, pela sua posição geográfica, se vê arredada de um acesso facilitado a outras instituições.
Além das incoerências evidentes na decisão do Conselho Geral do IPCB, levantam-se
sérias dúvidas quanto à legalidade da deliberação, pelo que a Câmara Municipal de
Idanha-a-Nova que não foi chamada a pronunciar-se e a participar no processo e devia tê-lo sido, uma vez que esta deliberação ofende os interesses do Município e dos Idanhenses, irá fazer valer a sua posição junto dos tribunais.
Na verdade, o poder político – local e central –, que é quem legitimamente representa os
interesses dos cidadãos, não teve em nenhum momento deste processo, como deveria ter
tido, oportunidade de se pronunciar.
Uma coisa é certa: qualquer deliberação que ponha em causa a permanência da ESGIN em
Idanha-a-Nova contraria ostensivamente o programa do atual Governo, que é muito claro
no combate às assimetrias territoriais e no reforço da coesão territorial, que implicam
naturalmente olhar para os territórios menos povoados como espaços de oportunidade e
desenvolvimento.

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Bombeiros de Miranda do Corvo de luto

Bombeiros de Miranda do Corvo perdem um Chefe experiente e ainda ficam com mais dois feridos, um deles com gravidade.

O fogo que chegou a ameaçar povoações e obrigou à evacuação de aldeias, está dominado com graves perdas humanas.

José Augusto o Chefe que perdeu a vida era um homem experiente afirmam todos os colegas que passaram a noite no quartel.

  • Director e Equipa do Jornal de Oleiros apresentam condolências às famílias e Bombeiros.
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Trabalhos de investigação na Anta do Cabeço da Anta com novos desenvolvimentos

Trabalhos de investigação na Anta do Cabeço da Anta com novos desenvolvimentos

Os trabalhos de investigação na Anta do Cabeço da Anta, nas Moitas, no âmbito do Campo Arqueológico de Proença-a-Nova de 2020 (CAPN), prosseguem a bom ritmo, tendo sido descobertos alguns objetos em sílex nesta campanha: uma ponta de flecha e várias lâminas.

Estes materiais foram encontrados no interior da câmara funerária e “correspondem à última ocupação como monumento pré-histórico”, explica João Caninas, arqueológo responsável pelo CAPN. De acordo com este especialista, o objetivo desta campanha é “concluir a escavação da câmara funerária e terminar também o desmonte desta trincheira que corta a mamoa desde o centro até à periferia”.

Este talude é uma escavação artificial que será usado em diferentes fins – “para datações, para identificação de pólen, caracterização química das argilas, perceber as diferenças entre as várias camadas, pois há camadas que têm durezas diferentes, outras cores, e será possível caracterizar melhor as diferenças entre as várias colocações durante a sua construção”, como revela João Caninas, existindo apenas uma certeza: há uma coerência em toda esta construção, no entanto a construção desta colina artificial tem um valor simbólico que ainda não sabemos qual é”.

A campanha de 2020 contou com a presença no trabalho de campo Hugo Pires (Aplicações de Sistemas de Varrimento Laser e Fotogrametria, Universidade do Porto) e as visitas de Aníbal Costa (Catedrático de Engenharia Civil, Universidade de Aveiro), de Opeyemi Adewumi (geoarqueólogo, Instituto Politécnico de Tomar) e de Primitiva Bueno e Rodrigo Balbín Behrmann (Catedráticos de História e Filosofia, Universidade de Alcalá de Henares) que têm acompanhado as investigações ao longo dos últimos anos e se mostraram impressionados com a evolução dos trabalhos: “há milhares de anos de história por descobrir neste lugar e estamos muito entusiasmados com o avanço dos trabalhos. Teremos certamente dados muito importantes para revelar no Congresso Internacional de Arqueologia do próximo ano”, revelam os dois professores madrilenos.

Este ano, em virtude da epidemia, os trabalhos decorrem entre 22 de junho a 26 de julho com equipa reduzida, constituída maioritariamente por arqueólogos.

De referir ainda que em 2019 foram identificadas na câmara as primeiras peças completas, em cerâmica e pedra. Esta sepultura megalítica do Cabeço da Anta é o maior monumento megalítico da Beira Baixa com cerca de 38 metros de diâmetro e 3,5 metros de altura e tem sido alvo de estudo no âmbito do Campo Arqueológico desde 2013, numa parceria da Associação de Estudos do Alto Tejo e do Município de Proença-a-Nova.

Além dos objetivos de investigação multidisciplinar deste sítio arqueológico, o CAPN tem funcionado como escola de prática de arqueologia de alunos portugueses e estrangeiros.

 

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Secretária de Estado do Turismo inaugura Posto de Turismo de Monfortinho

Secretária de Estado inaugura Posto de Turismo das Termas de Monfortinho

O novo Posto de Turismo das Termas de Monfortinho foi inaugurado esta quinta-feira, 9 de julho, pela Secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, e pelo Presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto.

A iniciativa, marcada pelo lançamento de vários projetos turísticos para a região, vem “desafiar os turistas e visitantes a descobrir um território onde se podem libertar de um desconfinamento difícil, encontrar a natureza no seu esplendor, usufruir da nossa hotelaria e restauração, tudo com muita segurança para os turistas e para quem aqui reside”, referiu Armindo Jacinto.

O encontro assinalou ainda a reabertura ao turismo de uma das principais fronteiras luso-espanholas, as Termas de Monfortinho, contando para além da Secretária de Estado do Turismo, com a presença da Conselheira da Junta da Extremadura (Espanha) para o Turismo, Núria Flores Redondo.

A iniciativa principiou, simbolicamente, na icónica rotunda da travessia fronteiriça. Naquele local, o autarca anfitrião, Armindo Jacinto, e o alcaide de Moraleja, Julio César Herrero Campo, agradeceram às forças de segurança o trabalho efetuado durante o período de controlo das fronteiras e deram as boas vindas às entidades que se associaram a este momento.

O presidente da Câmara de Idanha-a-Nova considera que “é fundamental desenvolver o mercado interno alargado, entendido como Portugal e Espanha, sobretudo em regiões destas, que são equidistantes de Lisboa, Porto e Madrid, e têm um imenso potencial turístico e de desenvolvimento económico”.

No mesmo registo, a Secretária de Estado do Turismo afirmou que “a cooperação territorial entre Portugal e Espanha é um desafio a abraçar conjuntamente no sentido de promover o destino Ibérico, um destino que pode marcar presença no contexto internacional, sobretudo para os mercados da América Latina”.

Depois de terem estado confinadas em casa, as pessoas querem cuidar do corpo e da alma, e a oferta termal, que Monfortinho garante, pode ser interessante face aos demais produtos turísticos nacionais, a par da confiança e da liberdade que todos nós procuramos”, acrescentou Rita Marques.

Nas Termas de Monfortinho, os representantes espanhóis deixaram o desafio do desenvolvimento de um projeto turístico comum para as regiões raianas, envolvendo entidades portuguesas e espanholas, para promover de forma estruturada as potencialidades destes territórios.

Entretanto, o novo Posto de Turismo já tem as portas abertas e fica situado no Edifício Multifunções das Termas de Monfortinho. Também já está disponível um Posto de Turismo Online, no portal www.idanha.pt, que visa ajudar a preparar férias ou visitas ao concelho de Idanha-a-Nova, território UNESCO.

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Termas de Monfortinho vão ter Ciclovia

Idanha-a-Nova

Termas de Monfortinho vão ter ciclovia

A Câmara Municipal de Idanha-a-Nova acaba de anunciar o projeto de construção de uma ciclovia nas Termas de Monfortinho, que irá criar condições para uma mobilidade mais suave e permitir a requalificação da rede viária da localidade.

Armindo Jacinto, presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, apresentou publicamente o projeto da ciclovia esta quinta-feira, 9 de julho, durante a inauguração do novo Posto de Turismo das Termas de Monfortinho, com a presença da Secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, e outras entidades.

É um projeto que lançamos para as Termas de Monfortinho, que envolve um investimento de 600 mil euros, para criar nesta localidade condições para uma mobilidade suave, a pé ou de bicicleta.

Esta ligação mista pedonal e ciclável vai interligar hotéis e outras unidades de alojamento, balneário termal, restaurantes e outros serviços, numa extensão de 3,5 Km. Com este investimento, vamos ainda reabilitar vias e ruas da localidade das Termas de Monfortinho”, adianta Armindo Jacinto.

O projeto prevê a circulação mista de automóveis e bicicletas, com separação por um canal específico para garantir a segurança de automobilistas, ciclistas e peões, promovendo assim a proteção ambiental, a mobilidade e a prática desportiva.

A Ciclovia das Termas de Monfortinho é um projeto que faz parte do Plano de Ação de Mobilidade Urbana Sustentável para a Beira Baixa.

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Farol dos Ventos integra Roteiro das Artes de Proença-a-Nova

Farol dos Ventos integra Roteiro das Artes de Proença-a-Nova

O Farol dos Ventos, obra executada em cabos náuticos coloridos no topo sudoeste do maciço rochoso quartzítico, da Buraca da Moura – localizada na Serra das Talhadas, junto à aldeia de Chão do Galego – é a mais recente instalação artística a entrar no Roteiro das Artes de Proença-a-Nova, no âmbito do Cortiçada Art Fest.

João Lobo, presidente da Câmara Municipal de Proença-a-Nova, contextualiza este projeto que remonta aos incêndios de 2017 e ao Programa de Desenvolvimento Cultural do Território, financiado pela DGARTES, que está incluído no Programa de Apoio em Parceria – Revitalização do Pinhal Interior e que abarca outros dois concelhos para além de Proença-a-Nova: Oleiros e Sertã.

“Para um autarca é um motivo de orgulho darmos condição para termos um roteiro de artes que viva da paisagem e que tenha elementos que, de facto, fazem da paisagem o seu suporte, o que é sempre benéfico para territórios como o nosso”, referiu João Lobo.

“O que nós queremos é que no contexto em que está a obra, implantada naquele afloramento rochoso e sobre a Buraca da Moura, se traduza a importância da Serra das Talhadas que vai ter um projeto de beneficiação da torre de vigia, que vai ser substituída por uma torre, da autoria de Siza Vieira – obra que vai iniciar-se dentro em breve -, toda a crista da serra vai ser pedonável, através da criação de um roteiro desde a Catraia até aos Carregais e o recinto de festas do Chão do Galego será reformulado para acolher um parque de caravanas e os visitantes da serra”.

O Farol dos Ventos é da autoria da MAG: Marta Aguiar, Sofia Marques de Aguiar e Mariana Costa e para a colocação dos coloridos cabos náuticos foi necessário escalar o maciço rochoso, prática que já é frequente neste local uma vez que aqui se localiza um dos sectores da Escola de Escalada de Proença-a-Nova, apelidado precisamente de Buraca da Moura, e que é composto por 14 vias.

Para além da inauguração do Farol dos Ventos a 1 de agosto, o Cortiçada Weekend inclui igualmente a inauguração das obras de arte na paisagem Véu e Moongate (Sertã e Oleiros, respetivamente a 31 de julho e 2 de agosto).

Haverá um festival em streaming de três concertos, realizando-se também desafios digitais a ser lançados na página do projeto, em www.facebook.com/corticadaartfest.

 

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Moon Gate em Oleiros dia 2 de Agosto

Inauguração da Moon Gate de Oleiros está marcada para o dia 2 de agosto

Inauguração da Moon Gate de Oleiros está marcada para o dia 2 de agosto

Obra integra roteiro de obras de arte do Cortiçada Art Fest

A inauguração da obra Moon Gate, situada em Torna, Ribeira de Oleiros, está agendada para o próximo dia 2 de agosto. Recorde-se que esta é uma de três obras de arte na paisagem, instalada no âmbito do roteiro de obras do Cortiçada Art Fest – Festival de Experiências Artísticas na Paisagem – uma iniciativa dos municípios de Oleiros, Proença-a-Nova e Sertã, em colaboração com o escritório de arquitetura MAG – Marques de Aguiar, que pretende homenagear a interioridade e dar uma nova vida à região.

A localização da obra destaca-se na paisagem de Oleiros pela continuidade das qualidades estéticas impressas ao longo dos tempos na modelação desta unidade de paisagem rural. Esta é uma paisagem em transformação em que a produção rural vai dando lugar a novas vivências do espaço natural, através de percursos pedestres e lugares recreativos e contemplativos.

A instalação, um círculo de resina com 2 m de diâmetro, de cor âmbar, foi estrategicamente enquadrada e colocada no local. Através da cor, das texturas e de diferentes graus de translucidez, procura evocar-se a entrada num jardim distante. O rigor deste elemento geométrico no cenário da ribeira reforça a sensação de intencionalidade e de estabilidade presentes nas “entradas” dos lugares de exceção.

Moon Gate é uma obra criada em co-autoria pela equipa Mag – Marta Aguiar e Mariana Costa, com Sofia Marques de Aguiar.

Executada em várias camadas de resina, protegida por policarbonato e suspensa em cabos de aço, aro em aço inox com acabamento latoado.

A incorporação de iluminação no interior da resina transforma a obra durante a noite, em cores vulcânicas e reflexos na água da ribeira, sugerindo uma lua.

Para o Município de Oleiros, a obra vem prestar uma justa homenagem ao Padre António de Andrade, ilustre Oleirense “descobridor do Tibete“, fazendo uma alusão a uma peça arquitetónica muito presente em jardins orientais, ao mesmo tempo que valoriza um troço da Ribeira de Oleiros tão apreciado pelo jesuíta.

Do mesmo modo, pretende-se dotar o espaço natural de novas vivências, através da criação de lugares recreativos e contemplativos. A integração desta obra num roteiro de arte intermunicipal é outro aspeto realçado pelo Município, permitindo assim a projeção e valorização do território.

Só com escala nos afirmamos. Dar dimensão ao nosso território e acrescentar-lhe alma e valor pode traduzir-se numa “floresta de oportunidades”. Sendo esta uma região ameaçada pelos incêndios florestais e com um património valioso que urge revitalizar, em boa hora a DGARTES lançou esta medida que vem de encontro a uma das prioridades do executivo camarário oleirense: a promoção das artes e da cultura de uma forma inclusiva e transversal”, refere Paulo Urbano, vereador da Cultura da Câmara Municipal de Oleiros.

Além de Moon Gate, instalada na Ribeira, nesta celebração da paisagem proporcionada pelo roteiro de obras de arte da Cortiçada Art Fest são também instaladas obras no município da Sertã, no Jardim da Carvalha e na Serra das Talhadas, em Proença-a-Nova. A par da criação e produção de três obras de arte na paisagem, com a inauguração de um roteiro nestes  municípios, a Cortiçada Art Fest lança a Cortiçada Week uma semana de experiências de construção no Verão de 2021 e em breve será anunciado um concurso com impacto a nível nacional.

O “Cortiçada Art Fest – Festival de Experiências Artísticas na Paisagem”  tem como objetivo promover a interioridade, combater o despovoamento e dar uma nova vida aos concelhos de Oleiros, Proença-a-Nova e Sertã, que foram afetados de modo significativo pelos fogos florestais, com diversas iniciativas. Financiado pela DGARTES, no âmbito do “Programa de Apoio em Parceria – Revitalização do Pinhal Interior – Programa de Desenvolvimento Cultural o Território” e com uma dinâmica única, o evento promove a integração e a coesão social, atraindo as atenções a nível nacional e, em simultâneo, promovendo a transformação da paisagem.

Pode acompanhar todas as novidades do projeto aqui.

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Retomados os transportes Oleiros-Castelo Branco-Oleiros

A ligação rodoviária entre Oleiros e Castelo Branco foi retomada no dia 6 de julho, após interrupção forçada devido à pandemia de COVID-19.

A Carreira Intermunicipal, entre Oleiros e Castelo Branco, tem saída do terminal rodoviário de Oleiros pelas 06h05 e saída do terminal de Castelo Branco pelas 17h35, às segundas, quartas e sextas-feiras (dias úteis).

A ida tem as seguintes paragens e horários: Oleiros (06H05), Estreito (06H25), Alto da Foz do Giraldo (06H50) e Castelo Branco (08H10). A volta tem as seguintes paragens e horários: Castelo Branco (17H35), Alto da Foz do Giraldo (18H45), Estreito (19H05) e Oleiros (19H25).

Este transporte é gerido pela Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa, enquanto Autoridade de Transporte competente quanto aos serviços públicos de transporte de passageiros intermunicipais na área geográfica que abrange.

Importa referir que a legislação em vigor limita o número de pessoas nos autocarros e determina a adoção de normas preventivas de segurança e higiene, nomeadamente a obrigatoriedade do uso de máscara e o distanciamento social entre os passageiros.

  • Foto D.Digital

 

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