Um Domingo decisivo para a Venezuela

Decisivo, pois é a data limite para Maduro convocar Eleições.

Não o fazendo como parece, agravará em muito a sua situação pessoal e verá a Europa reconhecer Juan Geraldo Guaidó Marquez como Presidente Interino legítimo da Venezuela.

O desqualificado Maduro,, seguro apenas pelos militares e já não todos, ficará na história (pequena história) como o homem que condenou o seu povo à miséria e à fome.

Portugal que ontem enviou uma força de GOE para aumentar a segurança da embaixada em Caracas, reza para que seja contida a situação e não venha a descanbar para uma saída desordenada de luso-descendentes, pois, Portugal não tem capacidade para colher centenas de milhares de pessoas.

Apoiado ainda pela China que aguarda quem lhe suceda para o deixar cair ( acautelando a sua influênciaa na região, mas também o muito dinheiro ali “enterrado“, cerca de 30 000 000), Maduro faz os impossíveis para permanecer no poder.

De resto, exceptuando a Rússia (pelo seu poder) e outros pequenos países como o Irão ou Cuba, Maduro já está sózinho.

Juan Guaidó é um ainda jovem de muita coragem que demonstrou logo no dia em que tomou posse como Presidente da Assembleia Nacional, avisando aí mesmo que não reconhece o Presidente Maduro, acto que lhe valeu a prisão imediata (esteve preso 45 minutos), mas esta acção foi catastrófica para Maduro, pois esta detenção atirou-o para a opinião puública como uma esperança, que tem vindo a confirmar-se nos dias subsequentes.

Importa agora garantir o apoio alimentar e médico a este povo que muito está a sofrer e, garantir que a Venezuela ainda pode ter um futuro digno compatível com a sua história.

Director

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