EDITORIAL – Brasil, uma hora trágica

EDITORIAL

Assistimos hoje, primeiro dia do ano de 2019 a uma posse de um novo presidente de um país irmão, tristes e preocupados.

Os sinais preocupantes estão a confirmar-se.

Ouvir o vice-presidente General Morão fez lembrar o barulho de uma bota cardada.

O Brasil, uma república federativa com 26 estados, foi hoje entregue oficialmente a uma igreja universal e a um “bispo…!!!”, Edir Macedo, sem contemplações.

Ver algum daquele povo ignorante que votou Bolsonaro, deixa uma enorme preocupação sobre o que vai acontecer a muitos Amigos que por lá temos.

As entidades oficiais que foram à posse é reveladora do que vai concretizar-se.

Orban da Hungria, Natanyau de Israel e alguns presidentes da CPLP e de pequenos países da américa do sul, mas poucos, foi para Bolsonaro um revés.

Entronca aqui a presença de Marcelo Rebelo de Sousa e a preocupação que a mesma gera, mas, é indiscutível, seria muito difícil não estar presente. Portugal também possui ali uma enorme comunidade, integra aa CPLP e, os governos passam e os países ficam…por isso, institucionalmente aceito, pessoalmente reprovo.

O Brasil já foi uma democracia, uma ditadura e assim sucessivamente se vai modificando. Desta vez, provávelmente, demorará longo tempo a regressar ao bom caminho, matéria em que espero estar enganado.

Mas, ver o Juíz Moro como Ministro da Justiça, uma pastora como ministra das questões sociais e 6 generais, não são notas de somenos.

Esteve bem Fernando Henrique Cardoso e, evidentemente Dilma Rousset em não estarem presentes.

Termino, desejando que o Brasil regresse à Democracia num tempo em que ainda possa assistir.

Director

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  • Paulino Fernandes
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