Comissão Política do PSD responde ao PS

O Jornal de Oleiros continua a acompanhar e, naturalmente a divulgar as posições que o PSD e o PS de Castelo Branco  vão dando à estampa. De forma aberta, deixamos a análise aos nossos Leitores.

A Desorientação do PS continua

Numa “Brilhante” tentativa de branqueamento do estado de falência a que um Governo do Partido Socialista conduziu o país, que obrigou esse mesmo Governo a pedir um resgate externo sob condições gravíssimas para os portugueses, o PS Distrital de Castelo Branco veio tentar mascarar a sua imagem de má gestão pública e de bancarrota.

Nesta tentativa de branqueamento acusa a gestão do município do Fundão, à semelhança de tantos municípios deste país, só porque ao longo de dois quadros comunitários de apoio gerou uma dívida.

Contrariamente ao PS tratou-se de uma dívida assumida, sustentada, estruturada e sufragada em três atos eleitorais.

Não escondeu as contas públicas, como fez o Partido Socialista no Governo, que se descobriu que afinal o défice público não era de 4% mas sim de mais de 10%.

Seria, isso sim, imperdoável que depois de 14, paralisados, anos de governação socialista no Fundão, esse concelho não tivesse aproveitado as oportunidades de infraestruturação que os fundos comunitários permitiram colocar o concelho em pé de igualdade com outros municípios da região.

A distrital do Partido Socialista nunca aceitou que o Fundão fosse considerado uma referência nacional em tantos e diferentes domínios.

O PS nunca aceitou nem digeriu as suas derrotas no Fundão.

É importante relembrar que este PS não só submeteu três PEC (Planos de estabilidade e crescimento) aos portugueses  – com medidas de austeridade de corte nos vencimento e aumento dos impostos – como foi obrigado a pedir ajuda internacional para o Estado poder continuar a pagar a professores, médicos, enfermeiros, polícias e outros porque já não tinha dinheiro nos cofres da república.

O que o PS deveria estar a explicar, neste momento, à população dos 11 concelhos que compõem o distrito de Castelo Branco era como o é que vão conseguir, com os mesmos protagonistas, com as mesmas ideias e pensamentos, não levar novamente o país à bancarrota.

Recomendamos, por isso, à deputada e líder da Federação Distrital do PS que antes de falar de dívidas, explique aos portugueses o que é que o seu nome, antes ao lado de José Sócrates e agora ao lado de António Costa, poderá contribuir para não fazer o país voltar a um estado de bancarrota.

Melhor, poderá explicar como é que pensa pagar as dívidas do Estado, especialmente a conta que apresentou quando teve que chamar a Troika a Portugal, porque a deriva dos TGV, Aeroportos, Magalhães e afins, que só serviram para afundar mais o país, em nada contribuíram para o desenvolvimento da nossa região.

Relembramos, ainda, à líder da Federação Distrital do PS que muitos beirões continuam sem perceber porque foram saneados alguns dos melhores das listas do PS no distrito e do vexame a que foi sujeita de desautorização de ter de substituir nomes na lista.

Terminamos, sublinhando, que se hoje o país está novamente a crescer, o desemprego a diminuir, o investimento a aumentar e as contas públicas equilibradas não será seguramente por responsabilidade do Partido Socialista, mas sobretudo pelo enorme esforço que todos os portugueses fizeram e de forma especial os do Interior.

Comissão Política Distrital do PSD, 30 de julho de 2015

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