A preocupante situação de muitas corporações de bombeiros no país

Ao mesmo tempo que o número de incêndios aumenta, diminui a capacidade de meios humanos e materiais dos bombeiros em Portugal.

Os portugueses saiem do país procurando uma vida mais digna.

Naturalmente, os bombeiros também e justamente, procuram melhorar os meios de sobrevivência.

Sendo aliás muito considerados no exterior, não admira que cerca de 6000 tenham saído do país.

Algumas corporações mostram forte preocupação e estão reduzidas a mínimos operacionais que levantam preocupações.

Pode estar em causa o tradicional voluntariado e ser necessário recrutar profissionais por valores adequados.

As populações vão apresentando queixas continuadamente.

Todos desejamos ter um bombeiro junto de nós em situações de emergência.

À anteriori, não cooperamos, não limpamos as matas que fazem evoluir o fogo, mas na hora, queremos imediatamente os bombeiros. É compreensível, mas impossível de satisfazer.

Urge assim tomar medidas que travem a saída do país de profissionais competentes e sejam ampliados os meios de apoio materiais e de viaturas.

Bombeiros

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2015, um duro ano em perspectiva

Já arderam 23 702 hectares

Fogos e área ardida acima da média da última década.

O número de incêndios florestais e área ardida este ano estão acima da média da última década, revela um relatório oficial que acumula os valores entre 1 de janeiro e 15 de julho.

Nesse período registaram-se 8753 fogos e 23 702 hectares de área ardida.

O relatório do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas refere que nos últimos dez anos apenas 2005 e 2012 tiveram mais área ardida, com respetivamente 37 715 e 56 835 hectares ardidos.

Os mesmos anos também tiveram mais fogos, com 11 169 e 17 389 respetivamente.

O Porto é o distrito com mais ocorrências (2066 fogos), seguido de Braga (1081) e Vila Real (796).

O maior incêndio nesse período foi a 7 de julho, em Tomar, que consumiu 1580 hectares de floresta. 

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