Um ano previsivelmente muito difícil para os Bombeiros

Comandante Nacional da protecção civil preocupado

. Bombeiros de Oleiros receberam recentemente novos equipamentos de protecção em cerimónia realizada na Câmara Municipal, atenta à situação que se prevê.

Com o início da fase “Bravo”, segunda fase, o contexto do combate aos incêndios muda por completo.

O sistema deixa de funcionar apenas com base na disponibilidade dos mais de 450 corpos de bombeiros e passa a estar enquadrado pelo dispositivo anualmente montado para actuar no período mais crítico.

Aparecem outros níveis de organização e de prontidão, mas sobretudo os meios – humanos e materiais – que passam a estar afectos especificamente a esta missão.

Também muda o facto dos bombeiros escolhidos passarem a receber 45 euros por dia deixando de estar em regime de voluntariado.

No mês e meio que dura a fase “Bravo” – até 30 de Junho – estarão ao serviço dois terços do total de meios que serão usados mais tarde, na fase “Charlie”.

Ou seja, mais de 6.500 operacionais de várias entidades, mais de 700 equipas de combate e 34 meios aéreos.

O comandante nacional de operações da protecção civil admite que 2015 será um ano mais complicado para os bombeiros, não só porque será difícil fazer melhor que 2014, mas também por aquilo que já se viu nos primeiros quatro meses do ano.

José Manuel Moura diz ter o dispositivo pronto e na máxima força e que o seu grande objectivo do ano é evitar baixas no dispositivo.

Questionado sobre o facto das estatísticas dizerem que em ano de eleições costuma haver mais incêndios, o comandante nacional de operações “diz que também conhece esses números, mas que não trabalha a pensar neles“.

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