Centro de Ciência Viva da Floresta é uma atração no Concelho de Proença-a-Nova

Proença-a-Nova em foco

Investimento superior a 800 mil euros renova Centro Ciência Viva da Floresta

O Centro Ciência Viva da Floresta apresenta-se hoje como um dos principais polos de atração do Concelho de Proença-a-Nova, tendo já recebido mais de cem mil visitantes desde a sua abertura, em 2007.

Desde cedo se destacou pela sua dinâmica em organizar atividades para todas as faixas etárias, nas mais diversas áreas do saber, não apenas nas ligadas à Floresta.

Nos quase oito anos em que está aberto ao público (que comemora a 21 de julho), o CCVFloresta desenvolveu uma relação simbiótica com a comunidade, até porque as ações que desenvolve têm como objetivo tornar o espaço uma casa comum. “Após o sucesso dos primeiros anos de funcionamento e esgotados os seus conteúdos, o Centro sentiu necessidade de se renovar e aumentar a sua oferta científica. Assim, procurou nos programas comunitários, no Ciência Viva nacional e fundamentalmente no Município de Proença-a-Nova os apoios necessários para concretizar este projeto de renovação”, revela João Manso, diretor do CCVFloresta e vereador da autarquia.

No âmbito do Programa Mais Centro do QREN, recebeu 743 mil euros (15% do qual não comparticipado e investido pelo Município de Proença-a-Nova e Rede Ciência Viva) e no âmbito do PRODER recebeu quase 100 mil euros, montantes que investiu nos últimos anos na renovação dos conteúdos da exposição permanente, no desenvolvimento de atividades complementares para vários públicos e no funcionamento operacional do CCVFloresta, incluindo obras de requalificação do próprio edifício.

Rodeados de uma excelente equipa, sabemos que na área de divulgação do conhecimento científico e na florestal existe uma permanente evolução que este Centro pretende acompanhar, procurando novas formas de financiamento, novas parcerias, novos conteúdos e novas valências”, acrescenta João Manso, revelando um dos próximos projetos do CCVFloresta: a organização de uma exposição itinerante denominada «Porque somos como somos?

A Evoluir há 4 570 Milhões de Anos», em consórcio com os Centros de Ciência Viva de Estremoz, Alviela e Bragança.

O investimento de 150.000 euros provém da rede Ciência Viva.

Para continuar a ser a referência cultural local e regional que hoje é, projetando o concelho de Proença-a-Nova a nível nacional, o Centro Ciência Viva da Floresta vai continuar a dinamizar atividades como Ciência à la Carte, Oficinas temáticas, Cafés de Ciência, Cursos de formação, Conferências, Férias com Ciência, Aniversários com Ciência, Ciência Viva no Verão ou Exposições Temporárias, onde se estimula o conhecimento científico e tecnológico e a partilha de saberes em ambiente informal. “Para tal continuaremos a contar com o apoio dos nossos sócios: o Instituto Politécnico de Castelo Branco, a Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica e o Município de Proença-a-Nova”, conclui João Manso.

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