Biblioteca Municipal de Castelo Branco apresenta sábado “Arigato” de Joaquim Figueiredo

SEM SAIR DA BIBLIOTECA MUNICIPAL

1200 km a pé pelo Japão

Joaquim Figueiredo apresenta no sábado, 14 de Março, às 15h00, a sua última obra “Arigato – 1.200 km em 45 dias a pé no caminho dos 88 Templos de Shikoku”, na Biblioteca Municipal de Castelo Branco.

A obra, apresentada por João Mendes Rosa, narra a experiência de Joaquim Figueiredo neste que é, para já, o seu último caminho espiritual.

O seu primeiro livro nasceu da experiência do caminho francês de Santiago de Compostela. No final de cada etapa, escreveu o que de mais relevante aconteceu, sem intenção de tornar públicos os seus escritos. Mas concluída a peregrinação, algo o moveu a partilhar a sua experiência e, em Março de 2010, sob a chancela da editora Fonte da Palavra, lança o livro “Eu, Português Impuro, no Caminho Francês de Santiago”.

O reconhecimento foi imediato e com ele surgiu a convicção no autor em continuar a partilhar as suas experiências pedestres em caminhos espirituais. Em 2011, e na mesma linha da sua anterior obra, publica, na mesma editora, “Segredos Revelados – Uma Viagem à Ilha e às Romarias Quaresmais Micaelenses” com assinalável número de vendas em Portugal, e junto da comunidade açoriana no Canadá e EUA.

A última aventura espiritual levou-o ao Japão, que culminou com a escrita deste livro.

Joaquim Figueiredo nasceu a 6 de Agosto de 1958 na Chamusca, viveu em Óbidos e fixou residência nas Caldas da Rainha para trabalhar, de dia, e prosseguir os estudos, à noite.

Tendo sentido desde sempre o apelo pelo teatro, em 1976 pisa o palco pela primeira, frequenta o curso de Formação de Actores na Casa da Cultura e, no ano seguinte, funda o Grupo de Teatro de Revista Juvenil Os Gaiatos.

Em 1983, funda o Grupo de Teatro Amador nas Caldas da Rainha e estreia o espetáculo de café-teatro “Chá com Açúcar”.

Pelo sucesso alcançado é convidado para um programa da RTP e aceita animar a vida noturna de Lisboa, onde apresenta vários espetáculos de café-teatro, entre os quais “A Vedeta Que Veio das Caldas”, que lhe valeu, em 1984, o prémio de melhor ator do ano e muitas referências na imprensa nacional.

Em Outubro de 1989 é convidado pela atriz Marina Mota a integrar o elenco da revista “A Prova dos Novos”, no Teatro Variedades, no Parque Mayer. Problemas monetários e de conciliação com a vida militar levaram-no a optar por uma carreira que lhe oferecia segurança e desiste em definitivo do teatro profissional, mantendo-se sempre ligado a grupos de teatro amador.

A fotografia, outra grande paixão, leva-o a conquistar, entre 1988 e 1990, três prémios em concursos nacionais. Mas só em 1997 apresenta, no Clube de Praças da Armada, em Almada, a exposição “Olhares de Portugal”.

Em 1999, a propósito da transição de Macau para a China, apresentou em Almada a exposição “Adeus Macau” e, em 2000, teve patente a sua exposição de fotografia “Património Mundial – Portugal” no Independente Futebol Clube Torrense, que posteriormente circulou por outras cidades do continente e da Madeira.

Em 1997, Joaquim Figueiredo passa a escrever regularmente em diversos jornais regionais e revistas nacionais, atividade que mantém até hoje.

Profissionalmente, foi militar na Marinha Portuguesa, onde nos últimos anos desempenhou o cargo de fotógrafo, atividade que sempre conciliou com a colaboração na imprensa e com viagens a diversas partes do mundo, tendo já visitado 56 países.

 

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