Comissão de Coordenação preocupada com taxa de execução do “Mais Centro”

É A SEGUNDA MELHOR A NÍVEL NACIONAL DEPOIS DO NORTE

A presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), Ana Abrunhosa, disse hoje estar “preocupada com a taxa de execução” do programa Mais Centro, “que é de 80%, quando devia estar, no mínimo, nos 90%”.

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Ana Abrunhosa

“A taxa de execução é, atualmente, de cerca de 80%, quando devia ser, no mínimo, de 90%”, disse Ana Abrunhosa, em Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, durante a iniciativa “O PROVERE e os territórios de Baixa Densidade na Região Centro”, promovido pela comissão diretiva do Mais Centro.

De acordo com a responsável, esta “é uma grande preocupação” para o Mais Centro, que termina em junho de 2015, e que aprovou um total de 4.335 projetos.

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João Paulo Catarino, presidente da CIMBB (ao centro)    Foto: BeiraBaixa TV

Atualmente, tem executados 1.357 milhões de euros de uma dotação total de 1.700 milhões.

Apesar desta preocupação, Ana Abrunhosa sublinhou que a região Centro tem a segunda melhor taxa de execução a nível nacional, depois do Norte.

“Estão por executar em contrato valores muito significativos, quando temos menos de um ano para encerrar o programa”, adiantou.

O eixo 1 do Mais Centro, que inclui a competitividade, inovação e o apoio às empresas, representa 43% da dotação do programa e é aquele cuja execução mais preocupa a presidente da CCDRC.

Isto porque, das 2.931 operações aprovadas, a taxa de execução é atualmente de 66,36%, sendo que o eixo 1 tinha uma dotação de 718 milhões de euros em contratos, onde estão ainda por executar 263 milhões de euros.

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Ana Abrunhosa, Manuel Castro Almeida e Armindo Jacinto Foto: Beira Baixa TV

Ana Abrunhosa explicou ainda que a taxa mensal de execução do Mais Centro em 2012 foi de 31 ME.

Em 2013, de 19 ME e, em 2014, passou para 15 ME, “metade da taxa de 2012”.

A responsável deixou uma mensagem dirigida a todos aqueles que têm ainda projetos por executar: “Têm que tomar decisões para não sermos nós [CCDRC] a tomar decisões por eles”, ou seja, encerrar projetos.

*Com Lusa

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