O desassossego que atravessa o espírito de Viktor Ferrando

STAFF DO CENTRO DE CULTURA CONTEMPORÂNEA É DE EXCELÊNCIA”

Abriu hoje ao público, pela primeira vez em Portugal, uma exposição de Viktor Ferrando. No Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco (CCCCB) e dá pelo nome de PLANET FERROVIA SECTOR IX LUSITÂNEA.

Viktor Ferrando e Guida Maria Loureiro

Viktor Ferrando e Guida Maria Loureiro

É uma mostra polémica, perturbante mas, talvez por isso mesmo, apetecível.

O trabalho escultório de Ferrando é neofuturista, vanguardista, inspirado em planetas e satélites, desenvolvido a partir de materiais ferroviários em desuso que impressionam pelas dimensões e que não deixam, seguramente, ninguém indiferente.

Apresentação Exposição Viktor Ferrando - 15.11.2014 001

As peças de enorme porte encontram-se, as de maior dimensão, no espaço exterior do CCCCB, sendo que no interior se encontram instalações que pela sua composição, transmitem sentimentos de revolta, injustiça, pela degradação do planeta e do Homem, nas mais diversas abordagens: a pobreza, o silêncio cerebral ou a fragilidade humana perante a natureza e a dicotomia entre o Bem e o Mal.

Na visita guiada, pelo escultor Viktor Ferrando e por Guida Maria Loureiro, comissária da exposição, com a comunicação social, ficou claro o desassossego que atravessa o espírito do artista, perante o caminho que o homem e o planeta prosseguem.

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A exposição que estará em Castelo Branco até 5 de abril de 2015, tem como “público-alvo as crianças e jovens em idade escolar, que pretendemos conquistar para este mundo fantástico onde se cruza a História e Ciência, realidade e ficção, passado e futuro”, salienta Luís Correia, presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco.

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Por seu lado Guida Maria Loureiro realçou “a excelência do staff do Centro de Cultura Contemporânea, ao nível do melhor que tenho visto quer a nível nacional quer internacional”.

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Já Viktor Ferrando diz que o CCCCB é “um espaço que surge das entranhas da terra, para oferecer ao mundo um ciclone de sensações culturais e, desde logo, um lar futurista para as minhas criações”.

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