Sócrates apresenta publicação de Valter Lemos como “livro de um homem de ação”

“A INFLUÊNCIA DA OCDE NAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO EM PORTUGAL”

O livro sobre a influência da OCDE nas políticas educativas portuguesas, do ex-secretário de Estado da Educação Valter Lemos, foi hoje apresentado por José Sócrates, que o classificou como “o livro de um homem de ação”.

Apresentação com livro

O livro “A influência da OCDE [Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico] nas políticas públicas de educação em Portugal”, foi apresentado publicamente, em Castelo Branco, pelo ex-primeiro-ministro José Sócrates e resultou de um trabalho académico realizado por Valter Lemos.

“É um livro escrito por um homem que conhece e sabe o que é a ação politica. Não é apenas um livro de quem se dedica à conceção da política, mas de quem arriscou executar uma política”, disse José Sócrates.

O ex-primeiro-ministro sublinhou ainda que se trata de uma publicação que traduz “a expressão e o reconhecimento de uma dívida que o país tem para com uma das instituições que mais influenciou a orientação das nossas políticas nacionais de educação”.

“É de certa forma uma homenagem à OCDE, que sempre esteve na linha da frente naquilo que foram as principais mudanças, reformas e investimentos que o país fez ao longo destes últimos 40 anos”, adiantou.

José Sócrates e Valter Lemos

José Sócrates e Valter Lemos

Trata-se de uma obra “própria de quem conhece o pensamento, mas também de quem dominou, experimentou e foi desafiado pela execução das políticas e não apenas pela conceção das orientações”, frisou o ex-primeiro-ministro.

José Sócrates disse também que a OCDE foi capaz de construir uma cultura política à volta da matéria da educação em todos os países desenvolvidos que são seus membros e, em particular, na Europa.

“Essa cultura política é da maior importância para nós, porque é desenvolvida e estabelecida à volta de uma questão essencial que é esta: a principal função do Estado é a educação de todos”, frisou.

O ex-primeiro-ministro sustentou ainda que “não há nenhum país que tivesse progredido no seu crescimento económico que não tenha baseado isso numa melhor cultura, educação e conhecimento”, concluiu.

*Com Lusa

 

 

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