Celtejo e EDP celebram protocolo que permite poupanças anuais de 500 mil euros

NO ÂMBITO DO PROGRAMA “SAVE: TO COMPETE”

A Celtejo, fábrica de pasta de papel da Altri, em Vila Velha de Ródão, celebrou um protocolo com a EDP no âmbito da eficiência energética, que permite poupanças anuais de 500 mil euros, foi hoje anunciado.

“Foram listadas várias melhorias para implementar na fábrica que vão permitir a redução do consumo de energia e poupanças na ordem dos 500 mil euros por ano”, disse o diretor fabril da Celtejo à agência Lusa.

Carlos Coelho explicou que se trata de um projeto que inclui a substituição de equipamentos na fábrica por outros energeticamente mais eficientes.

Celtejo

“Esses equipamentos custam dinheiro e o conceito é inovador, porque a EDP vai patrocinar a sua compra e metade do valor da poupança de energia vai servir para amortizar esses equipamentos”, adiantou o responsável da Celtejo.

Este projeto, desenvolvido no âmbito do programa “Save: to Compete”, envolve um investimento global da EDP de cerca de um milhão de euros.

O Save: to Compete é um programa de apoio à implementação de projetos de eficiência energética, desenvolvido pela EDP em parceria com a Confederação Empresarial de Portugal (CIP).

No âmbito deste programa, a EDP identifica potenciais medidas de redução do consumo energético nas empresas aderentes e promove a sua implementação e custeio através das poupanças geradas.

A EDP assegura um serviço “chave-na-mão” e, no caso da fábrica de Vila Velha de Ródão, vai implementar medidas de eficiência energética, como a otimização da produção de ar comprimido, melhoria da eficiência nos sistemas de força motriz e “retrofit” da iluminação.

O diretor fabril da Celtejo sublinhou ainda que a empresa investiu em 2013 cerca de quatro milhões de euros na cogeração a gás, o que permitiu à fábrica passar a ser autossuficiente em termos energéticos.

“Neste momento, a fábrica tem capacidade para produzir toda a energia necessária à sua laboração, de forma independente da EDP”, referiu.

A empresa investiu ainda 500 mil euros na substituição de todos os empilhadores a gasóleo, por equipamentos elétricos.

*JO/Lusa

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