Câmara de Idanha-a-Nova disponibiliza professora para escola de Monsanto

AUTARQUIA VAI RECORRER DA PROVIDÊNCIA CAUTELAR

A Câmara de Idanha-a-Nova disponibilizou para a escola de Monsanto uma funcionária, professora do 1.º ciclo, para acompanhar as crianças na componente de apoio à família, disse hoje à agência Lusa o presidente do município.

“As crianças continuam a ir diariamente para a escola de Monsanto e nós [câmara] asseguramos a componente de apoio à família que, no caso concreto, é dada por uma funcionária da autarquia com habilitações para lecionar no 1.º ciclo do ensino básico”, disse o presidente da Câmara de Idanha-a-Nova.

Armindo Jacinto

Armindo Jacinto

Armindo Jacinto explicou que a autarquia “não pode substituir-se ao Ministério da Educação”, mas os pais das crianças “não abdicam da escola e têm todo o apoio da câmara municipal”.

“Já demos instruções ao advogado do município para recorrer da providência cautelar dentro dos prazos legais e para avançar com a ação administrativa especial judicial para impugnar a legalidade do ato”, cujo objetivo é travar o encerramento do Complexo Escolar de Monsanto.

O autarca de Idanha-a-Nova tinha garantido que iria contratar um professor para o Complexo Escolar de Monsanto, para que as crianças não percam as atividades letivas.

Monsanto escola

Armindo Jacinto disse que os pais das 29 crianças (11 do 1.º ciclo e 18 do jardim-de-infância) “estão irredutíveis” na decisão de manter a escola aberta e sublinhou que, da parte do município, “têm todo o apoio”.

Uma semana após população e autarcas locais se terem manifestado contra o encerramento do Complexo Escolar de Monsanto, as crianças continuam a deslocar-se e a frequentar diariamente a escola.

*Com Lusa

 

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