“Pecado fatal” venceu prémio de melhor longa-metragem no 1.º Festival de S. Tomé

FILME DE ALBICASTRENSE SOMA VITÓRIAS

O filme “Pecado fatal”, de Luís Diogo, venceu o prémio principal de melhor longa-metragem internacional do 1.º Festival de Cinema de São Tomé e Príncipe, que decorreu neste arquipélago desde 29 de agosto, foi hoje anunciado.

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“Pecado Fatal” é primeira longa-metragem de Luís Diogo, o argumentista de “A Bomba”, de Leonel Vieira, e de “Gelo”, de Luís Galvão Teles.

Este é o segundo prémio que o filme conquista em duas semanas, já que, a 25 de agosto, ganhou o Opuzen Film Festival, na Croácia.

Nas próximas nove semanas, “Pecado Fatal” poderá ser visto em mais dez festivais de cinema por todo o mundo: de 08 a 14 deste més estará em competição no Figueira Filmart – Festival de Cinema da Figueira da Foz, de 16 a 22 de setembro, competirá no Cinesetiembre, no México, e de 22 a 27, será a longa-metragem convidada do 5.º Festival de Curtas-Metragens da Ribeira Grande, nos Açores.

Cena do filme Pecado Fatal

Cena do filme Pecado Fatal

A 26 de setembro, o filme de Luís Diogo é a obra que abre o 1.º Festival de Cinema Português de Sófia, enquanto de 01 a 05 de outubro, competirá no Marbella Film Festival (Espanha).

Ainda em outubro – de 08 a 15 – será exibido na 6.ª Muestra de Cine Centro e Ibero-americano, na Nicarágua. De 16 a 15 de novembro estará em competição no Cinelow, em Barcelona (Espanha) e, de 23 a 26 de outubro, é a vez da Turquia, onde será exibido na secção Panorama do Ayvalik Film Festival.

De 31 de outubro a 09 de novembro, “Pecado fatal” será exibido no Festysol, em Estepona (Espanha), numa sessão que conta com o realizador como convidado principal.

A estes dez festivais somam-se 14 onde o filme já esteve, o que significa que já percorreu 24 festivais em quatro continentes, desde a estreia, no Festival de Cinema de Bogotá, na Colômbia, em outubro de 2013.

Segundo nota da produção, trata-se de um filme dramático de 90 minutos, que conta com Sara Barros Leitão, Miguel Meira e João Guimarães nos principais papéis.

Luís Diogo

Luís Diogo

“Pecado Fatal” conta a história de Lila, uma rapariga de 20 anos que regressa a Paços de Ferreira, para investigar as suas origens, quem são os pais e porque a abandonaram, à nascença.

“Pecado Fatal” foi distinguido no Festival Internacional de Cinema do Canadá com um prémio de excelência, na categoria de melhor filme estrangeiro, em fevereiro deste ano.

Coproduzido pelo realizador e pela Filmógrafo, teve estreia portuguesa no Fantasporto, antes da apresentação nas salas, em abril.

Luís Diogo, o realizador, nasceu na Guiné-Bissau, em 1972, e viveu desde a infância, com a família, em Castelo Branco, onde se formou e se fez professor. Fixou-se entretanto em Paços de Ferreira, onde o filme foi rodado.

No ano 2000, escreveu o primeiro argumento, “A bomba”, que deu origem ao filme de Leonel Vieira, um dos mais vistos em 2002 e, em 2005, fez o guião de “1111”, na base da curta-metragem de Manuel da Costa e Silva, da Escola Superior Artística do Porto.

“Pecado Fatal” sucede a “Noite Gélida em Castelo Branco”, curta-metragem selecionada para a edição de 2012 do festival Luxor de Cinema Europeu, no Egito.

*Jornal de Oleiros/Lusa

 

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