Depois das eleições e das férias…respeitar e defender a Pátria!

 

O carnaval político que há poucos meses terminou foi fértil em inúmeros casos de maus tratos, enxovalhos e ofensas ao respeito e amor que temos pela Pátria que nos viu nascer. Pertenço ao número daqueles Portugueses que não lhes interessa conhecer as tricas e chicanas com que os politiqueiros se divertem enquanto consomem tempo e dinheiro, mas entendo que o povo, aquele que teoricamente mais ordena, devia ser considerado e ouvido quanto à solução a dar aos graves problemas que o país enfrenta.

Percebo a relutância que os partidários do regime têm para tratar de temas ingratos ou incómodos, por isso as suas posições são tomadas apressadamente por mero oportunismo político, mas isso não justifica as miseráveis prestações exibidas pelos diversos saltimbancos durante as suas palhaçadas eleitorais.

Mas também nós, Portugueses, temos muitas culpas em tão vergonhosos procedimentos, porque a tudo temos assistido de braços cruzados; mudos, quedos, distantes e indiferentes, como se nada tivéssemos a ver com as situações que consubstanciam a Pátria que temos o dever de respeitar e defender.

Não podemos deixar que se faça um juízo errado do nosso povo, apreciando-o e julgando-o pelos arruaceiros que bramam ódio brandindo trapos vermelhos ou sujando paredes, pelos alinhados parasitas da imprensa escrita, da rádio e da TV, pelos politiqueiros de pataco e pelos artistas anarcisados que pululam como varejeiras nos comícios, conselhos e assembleias, nos cadeirões do poder, na mesa do orçamento público, nos salões e galerias, todos eles louvando-se e acariciando-se mutuamente quando não se mordem ou se escoicinham furiosamente.

Não podemos consentir que essa malta de estrangeirados prossiga a demolição da nossa identidade e prescinda da soberania nacional, vitupere o nosso passado histórico, ofenda a Fé católica que professamos, afronte o amor à Pátria que nos anima e, sobretudo, a esperança da libertação que há-de raiar e a determinação que temos de “levantar hoje de novo o esplendor de Portugal”.

Urge tomarmos consciência dos factos e fazermos o firme propósito de não voltarmos a consentir que, seja quem for, atente contra a nossa Pátria, seja por actos, seja por palavras ou por qualquer outro meio de expressão. Precisamos de reagir! Precisamos de nos organizar para conseguir pôr cobro a esta situação ilegítima, implacável, parasitária, esgotante e criminosa… Precisamos de constituir um movimento político intransigentemente português, para defender o que resta desta Nação gloriosa.

Porém, para tomar atitudes correctas torna-se necessário conhecer todas as realidades, para isso não podemos confiar nos oportunistas e videirinhos que, como os piolhos, se metem nas costuras, nem tão pouco nos mercenários e parasitas que apenas buscam encher os seus bolsos.

A nossa acção no desmascaramento das posições do adversário, na denúncia e condenação das suas tropelias e no combate às suas investidas é fundamental para estimular aquelas energias cujas raízes mergulham bem no fundo nas melhores virtudes da raça, virtudes essas que alimentaram a mente, a alma e as forças dos que nos antecederam fundando, alargando e engrandecendo o nosso Portugal.

* Luis Henriques, Colunista dos Jornais de Oleiros, Vila de Rei e Jornal Povo de Portugal

Luis Henriques

luis.henriques2014@gmail.com

Nota do Director: Saudamos a vinda de Luis Henriques que vem juntar-se à vasta equipa que vamos aglutinando para melhor servir os nossos Leitores. Quadro qualificado, Luis Henriques é bem vindo.

 

Sobre Jornal de Oleiros

Nascemos em 25 de Setembro de 2009.
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