Centro de Ciência Viva angaria receitas para lar em Moçambique

EM PROENÇA-NOVA

O Centro de Ciência Viva da Floresta, em Proença-a-Nova, realiza, no domingo, no âmbito do sétimo aniversário, um conjunto de atividades cujas receitas revertem para o Lar “Arco-Íris”, em Moçambique, para construção de um poço de água potável.

Centro Ciência Viva da Floresta

Centro Ciência Viva da Floresta

“Este ano, o aniversário é dedicado ao tema da solidariedade. São sete anos de Centro de Ciência Viva e as receitas das sete atividades que vamos desenvolver no domingo, muitas ligadas ao desenvolvimento sustentável de países como Moçambique, revertem a favor do Lar Arco-Íris”, disse hoje à agência Lusa o coordenador do Centro.

As receitas “vão ser aplicadas para construir um poço de água potável para o lar, uma vez que as estruturas que eles tinham não estão viáveis. Precisam de um novo poço e necessitam de dinheiro para o fazer”, explicou Vítor Bairrada.

Joao Manso

João Manso

A ideia do Ciência Solidária 7.º Aniversário (CS7) partiu do diretor do Centro de Ciência Viva da Floresta de Proença-a-Nova, João Manso.

As boas relações mantidas com Moçambique, que culminaram no ano passado com a visita de uma delegação da embaixada de Moçambique em Portugal ao concelho de Proença-a-Nova, e a relação de ligação do proencense José Esteves ao Lar Arco-Íris culminam com mais este gesto solidário.

O Lar Arco-Íris fica situado em Gurué, na província da Zambézia, no centro-norte de Moçambique.

Trata-se de um orfanato da instituição de ação social “Associação Mãe do Redentor” e destina-se a acolher e apoiar crianças órfãs, desfavorecidas ou afetadas pelo HIV/SIDA, principalmente do sexo feminino, desde os seis anos de idade até completarem os estudos.

visita estudo 034

Uma parte dos beneficiários são crianças que vivem no lar (internas), mas a maioria vive nas suas casas, incluindo mães infetadas pelo HIV/SIDA e outros casos em situação difícil.

A instituição sem fins lucrativos é dirigida por três irmãs que administram e gerem todo o seu funcionamento.

Dada a escassez de recursos, as próprias irmãs também realizam outras tarefas, desde educar e cuidar das crianças, limpezas e arrumos ou cozinha, tudo em colaboração com as próprias crianças.

*Jornal de Oleiros/Lusa

 

 

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