Porto justifica o título

Festa do Porto

O Porto venceu em Paços de Ferreira por 0-2 e é o novo campeão.

O Benfica venceu o Moreirense por 3-1 e fica em segundo. O Sporting foi vencer o Beira-Mar por 1-4 mas este resultado não dá a ida à Europa tão desejada e necessária. O Estoril foi vencer o Gil Vicente por 1-2 e o Setúbal perdeu com o Braga por 0-1. O Porto venceu sem perder qualquer jogo, aliás, em 2 épocas, apenas perdeu um jogo o que é significativo. A festa vai descer às ruas.

Beira Mar e Moreirense descem de divisão. Belenenses e Arouca sobem à 1ª divisão.

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Castelo Branco com 2 membros na Comissão Política Nacional do PS

CONCELHIA DE CASTELO BRANCO do PS

Realizou-se no passado sábado, no Instituto Politécnico de Setúbal, a primeira reunião da Comissão Nacional do Partido Socialista após a sua eleição no XIX Congresso Nacional que teve lugar em Santa Maria da Feira no último fim-de-semana de abril.

 

José Lagiosa e A. Seguro

Estiveram presentes alguns dos membros eleitos pelo distrito, Hortense Martins, Valter Lemos, Miguel Nascimento e José Lagiosa.

Da ordem de trabalhos, para além de outos assuntos, fazia parte a eleição dos restantes órgãos do partido, Secretariado Nacional, Comissão Política Nacional, Mesa da Comissão Nacional e os Diretores do Acção Socialista e do Portugal Socialista.

De salientar a entrada de quatro novos elementos no Secretariado Nacional, Francisco Assis, João Proença, Idália Serrão e Jorge Lacão.

Já na Comissão Política Nacional, encabeçada por António Costa, foram eleitos dois socialistas da Concelhia de Castelo Branco do PS, Hortense Martins na qualidade de efetiva e José Lagiosa como suplente.

Hortense Martins

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Resgate a Portugal foi provocado pelo PSD e pelo CDS com sede de poder

A verdade vai surgindo

"sede de poder..."

António Lobo Xavier disse na noite desta quinta feira que a entrada da troika em Portugal resultou da pressão exercida pelo PSD e pelo CDS-PP.

A chanceler Angela Merkel “não queria uma intervenção concertada, regulada, com um memorando. Este aparato formal de memorando com regras, promessas e compromissos, tudo medido à lupa”, sublinhou.

Foi durante o programa “Quadratura do Círculo”, exibido semanalmente na Sic Notícias, que o histórico do CDS-PP teceu estes comentários, acrescentando mesmo que a entrada em Portugal das três instituições que compõem a troika foi liderada por um “aprendiz de feiticeiro”, referindo-se a Passos Coelho.

“O aprendiz de feiticeiro é o primeiro-ministro”, clarificou.

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CDS candidata José Libério à Câmara de Oleiros

JOSÉ LIBÉRIO CANDIDATA-SE À CÂMARA MUNICIPAL

CDS

José Libério vai ser o cabeça de lista da candidatura do CDS-PP à Câmara Municipal de Oleiros. O candidato centrista invoca a sua ligação ao concelho onde nasceu, investiu e trabalhou praticamente toda a sua vida, manifestando-se insatisfeito com “estado preocupante” em que o concelho de Oleiros se encontra,” sobretudo porque perdeu população, porque não há empregos, porque a autarquia não soube acompanhar os tempos, nunca conseguiu promover o desenvolvimento da terra e o bem-estar económico das pessoas“.

José Libério, que apresentará a sua candidatura oportunamente, refere ainda que tem obra feita no concelho e que os oleirenses conhecem-no bem, realçando que as potencialidades do concelho não têm sido aproveitadas e exploradas para a instalação de empresas e para a criação de empregos.

E acrescenta mais uma razão para a sua candidatura: “tenho ideias e projectos muito concretos para a criação de empregos, que a nossa terra tanto necessita, principalmente nas áreas agro-alimentar, silvicultura e gestão florestal”.

Para terminar, José Libério realça que o momento difícil que Portugal atravessa coloca grandes desafios às autarquias, designadamente ao nível social e da criação de emprego, exigindo respostas eficazes por parte de um presidente de câmara, e que “esta candidatura está à altura dessas exigências, tendo em conta o conhecimento profundo que temos das carências e das necessidades do nosso concelho, bem como dos seus recursos económicos, infelizmente não aproveitados por quem tem governado a câmara nos últimos anos”.

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D. Manuel Clemente é o novo Patriarca (Vitória da Igreja Católica)

D. Manuel Clemente

Última Hora

D. Manuel Clemente é o novo Patriarca.

Trata-se de uma enorme vitória da Igreja, dos Católicos, de Portugal.

Assinalamos o momento com orgulho.

Director

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Hotel das Amoras em hasta pública até 10 de julho

Alienação do Hotel das Amoras decorre do novo quadro legal das empresas municipais

Até 10 de julho está aberto o período de entrega de propostas de interessados na hasta pública da Proençatur, com um valor base de licitação de 700 mil euros. A venda, que abrange o imóvel do Hotel das Amoras e a empresa no seu todo, foi aprovada pela Assembleia Municipal em fevereiro e decorre da imposição prevista no novo regime jurídico da atividade empresarial local, que prevê a extinção de empresas que apresentem prejuízo em três anos consecutivos.

As propostas podem ser entregues até 10 de julho, pessoalmente nos Paços do Concelho ou por correio, podendo ser solicitados esclarecimentos até 14 de junho. O programa de procedimento está disponível para consulta aqui e os relatórios de avaliação na Câmara Municipal. A praça, marcada pra as 15 horas de 11 de julho, inicia-se com a abertura de propostas e licitação a partir da mais elevada ou, não havendo, a partir do valor base.

A decisão de alinear a Proençatur foi aprovada após um estudo dos diferentes cenários possíveis face às mudanças introduzidas pela Lei nº 50/2012. Depois de um estudo solicitado a uma empresa de consultoria, o relatório final apontou a alienação como solução mais favorável. Entre as obrigações contratuais de compra, prevê-se a manutenção da classificação do hotel pelo período mínimo de cinco anos.

* Com magda Ribeiro em Proença-a-Nova

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O Eco do Silêncio, Por António Graça

O ECO DO SILÊNCIO

Para o governo a taxa de desemprego é 17,7%, para um desempregado é 100% ( António Bagão Félix)

E AGORA… ALGO COMPLETAMENTE DIFERENTE

Esta célebre frase da série “Os malucos do circo”( tradução muito livre do original Monty Pyton Flying Circus), assenta que nem uma luva na actuação do governo de Passos Coelho.

Após mais de dois anos em que os Portugueses foram sistematicamente agredidos, pelas acções e comunicados provenientes do governo, quantas vezes à margem da lei, o ministro Álvaro Pereira apresentou, recentemente, algo manifestamente diferente da prática governamental que referimos anteriormente.

O ministro anunciou ao país a existência de um documento intitulado” Estratégia para o Crescimento, Emprego e Fomento Industrial” (ECEFI 2013-2020).

Sem querer minimizar o trabalho produzido pelo gabinete do ministro, a minha vivência de cerca de quatro décadas ligado ao financiamento e à gestão de empresas, permite-me suscitar algumas dúvidas sobre os fundamentos da estratégia e os meios para atingir os seus objectivos.

Lidas atentamente as 83 páginas que constituem o trabalho, concluímos que, sob o ponto de vista académico, estamos perante um bom trabalho, que poderia ser um bom documento de estudo para os alunos do Professor Álvaro nas Universidades da British Columbia ou de York, mas, como grande parte das obras puramente académicas, não se revê inteiramente no mundo real, nomeadamente na actual situação que o nosso país atravessa, motivo pelo qual apresenta algumas fragilidades.

A que ressalta desde logo é a de o documento assentar a recuperação da economia portuguesa num aumento significativo das exportações.

Se tivermos em conta que cerca de 80% dos países que constituem os nossos mercados habituais de exportação atravessam situações económicas desfavoráveis, já será um exercício delicado manter o actual nível de exportações para esses países. A procura de novos mercados não será igualmente uma tarefa fácil, dificultada, sobretudo, pela situação cambial do Euro relativamente ao Dólar Americano.

Será então impossível aumentar o valor das nossas exportações? Claro que não o será, a menos que estejamos à beira de uma recessão a nível mundial.

Mas, o aumento das exportações não é feito pelo estado, este deve apenas criar condições, fiscais, de seguros de crédito, de eliminação da burocracia excessiva, etc. isto porque, quem exporta são as empresas e estas queixam-se frequentemente de um estado que apenas serve de empecilho às suas actividades.

Assentar o crescimento da economia no aumento das exportações é, na actual situação da economia mundial, um erro de estratégia.

A recuperação da economia portuguesa deverá começar a ser feita internamente, promovendo a retoma do investimento (consumo) privado, o qual foi seriamente penalizado pela drástica e selvagem redução do rendimento das famílias. Deverá ser feita uma aposta considerável na produção de bens e produtos que substituam as importações, procurando por esta forma um melhor equilíbrio da relação importações/exportações . Aliás, esta aposta servirá para, numa fase seguinte, e após a sua aceitação pelo mercado interno, promover a exportação desses mesmos bens e produtos.

Deve o ministro Álvaro ter presente que o crescente número de falências de pequenas e médias empresas e de desempregados se deve sobretudo à quebra da procura interna.

Duas das ferramentas invocadas para promover o crescimento da economia são o aumento do crédito às empresas e o Capital de Risco.

Quanto ao aumento do crédito, haverá dois pontos a considerar; o governo, sob pena de se criarem situações de enormes prejuízos para os operadores bancários, não pode força-los a conceder crédito sem que sejam respeitados os princípios básicos de avaliação da bondade e do risco das propostas que lhes sejam apresentadas para financiamento. Por outro lado, é um facto que os pedidos de concessão de crédito às empresas em condições minimamente financiáveis têm vindo a diminuir, uma vez que, com a recessão da economia as empresas não vão solicitar crédito para produzirem bens ou serviços que não vendem. É básico.

No que respeita ao Capital de Risco, a que prefiro dar o nome de Capital de Desenvolvimento, é um produto financeiro que tem somado êxitos em países como os Estados Unidos ou o Reino Unido, contudo, a sua aplicação em Portugal, não tem conhecido êxito semelhante, sobretudo porque os operadores deste produto financeiro o tratam como um produto bancário, que não é. O Capital de Desenvolvimento exige dos operadores um espírito de empreendedorismo e de tomada de risco consciente que, infelizmente, não se verifica em Portugal, levando a que este tipo de produto seja utilizado em formas e objectivos incompatíveis com a sua verdadeira vocação. Há, portanto que rever as linhas de actuação dos seus decisores.

Entretanto, o documento de Álvaro Pereira, ficou seriamente comprometido pela nova investida contra os rendimentos dos cidadãos anunciada dias depois pelo primeiro-ministro.

Quanto a essas medidas, já muito foi dito e criticado, e limitar-me-ei a dizer que a justificação das taxas sobre as reformas serem necessárias para garantir a sustentabilidade do sistema é completamente falsa, é apenas uma forma de o governo ir buscar mais dinheiro para derreter naquilo que não tem coragem para economizar.

O estado é um gastador compulsivo e comporta-se como um viciado que assalta os mealheiros dos familiares para sustentar o seu vício.

Até breve,

* António Graça, Colunista Especializado do Jornal de Oleiros

António Graça

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A hipocrisia religiosa de Cavaco Silva, por Bernardete Luis

A HIPOCRISIA RELIGIOSA DE CAVACO SILVA
Este senhor cada vez que abre a boca sem ser devidamente aconselhado pelos seus acessores de imagem sai asneira, está visto.
Volta a ofender as pessoas mas desta vez os crentes em especial, ao atentar contra as elementares convicções da religião católica. De facto, só quem é muito ignorante ou não percebe nada de Cristianismo é que pode afirmar que «A conclusão da 7ª avaliação da Troika foi inspiração de Nossa Senhora de Fátima». Cavaco envergonhou os Católicos, envergonhou o País; não está à altura da posição que ocupa, nunca esteve na minha opinião; o melhor que fazia era retirar-se e ir gozar a sua reforma de 10.000 euros apesar de não lhe chegar para as suas despesas.

Bernardete Luis

É altamente chocante a forma como o Presidente da República mistura Religião e Política com tanta leviandade, utilizando a intercessão de Nossa Senhora para justificar a actuação política e económica de um bando de agiotas – sendo a usura algo extremamente censurável pela Igreja Católica, por sinal, além de que Jesus indicou claramente aquilo que é de César. Que Cavaco esteja satisfeito com a TROIKA e com a prestação do (seu) Governo é a sua opinião e tem toda a liberdade para a proferir e defender. Agora que misture a sua opinião com a de Nossa Senhora é inadmissível, tanto que nem sequer se aproxima da doutrina veiculada pela Igreja Católica.
Na verdade, se Nossa Senhora falasse a Cavaco Silva diria o seguinte certamente: «Gosta de ser saudado nas praças públicas e de que o povo o trate por Mestre. Tudo o que faz é só para os outros verem. Assim é você: por fora parece muito boa pessoa aos olhos dos outros, mas lá por dentro está cheio de fingimento e maldade.» E esta não é a minha opinião mas sim a reprodução das palavras de Jesus perante as pessoas com atitudes farisaicas (Mateus:23) . Cavaco Silva é um falso cristão que se aproveita da religião para tirar vantagens ou ficar bem na fotografia, como ele tanto gosta. Mas como ele há muitos por aí… infelizmente.


* Bernardete Luís, uma Oleirense Amiga do Jornal de Oleiros

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A insensibilidade social, por Joaquim Vitorino

                                                           A INSENSIBILIDADE SOCIAL

Os portugueses são o único povo europeu que se auto nivelou por baixo; tristes e apáticos, sem ambição e sem esperança no futuro, vêm transformando o seu quotidiano, num pesadelo sem fim.

Joaquim Vitorino

A falta de um discurso moralizador por parte daqueles a quem confiaram o seu voto e os destinos do seu país, estão na base deste descontentamento; eles não corresponderam minimamente às suas expectativas.

A situação tem vindo a agravar-se, e a causar grandes estragos na nossa sociedade em que a degradação social atingiu proporções verdadeiramente inquietantes.

Quem está atento sabe, que a situação levará na melhor das perspetivas, duas dezenas de anos a ser reposta, este país começou a resvalar para o perigosíssimo campo da insegurança social.

Isto não é nenhuma falácia Jornalística antes que o fosse, porque se trata da realidade que muitos dos responsáveis do país não querem admitir, por simples conveniência ou miopia política. O mais preocupante, é que as mais altas instituições do estado não reagem, e deixam Portugal a afundar-se num buraco colossal.

Todos os dias o número de desempregados aumenta, já são mais de 400.000 que não recebem qualquer subsídio, não obstante terem trabalhado toda a sua vida; este peso brutal cai sobre os familiares, eles também em risco eminente de ficarem desempregados; se disserem que as famílias se estão a unir devido crise é falso, porque a falta de condições no seio familiar, também provoca desagregação nas famílias, onde os conflitos são frequentes e normalmente são as crianças que pagam a fatura. Não vamos perder tempo à procura de culpados, porque estes há muito que estão identificados; vamos começar pelo vértice que neste caso é a Assembleia da República, onde teimosamente a maioria continua a apoiar este governo, mesmo sabendo que o suporte popular, não seria o mesmo se neste momento fossem convocadas novas eleições; aqui o que importa para eles, é agarrar bem o seu lugarzinho de deputado, sendo que os dramas do país vão passando ao lado.

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António D’Orey Capucho suspende inscrição no PSD e concorre a Sintra

António D'Orey Capucho

António D’Orey Capucho ao Jornal de Oleiros

Cumpre-me informar que decidi aceitar o convite para encabeçar a lista à Assembleia Municipal de Sintra pela candidatura independente “Sintrenses com Marco Almeida”.

Como é público, estou há muito em rota de colisão não apenas com o Partido que ajudei a fundar e a implantar ao lado de Francisco Sá Carneiro, mas também em profundo desacordo com a política e a estratégia do Governo PSD/CDS. Neste contexto suspendi há muito a militância e, mais recentemente, a inscrição no PSD. Não o fiz de ânimo leve pois não posso esquecer todo um percurso de 39 anos, em diversas funções no Partido, no Estado e no Poder Local, ao serviço do Partido e do País, de que muito me orgulho.

Não deixarei de lutar pela regeneração do PSD, visando o regresso à matriz social-democrata que esteve na sua génese e a democratização interna – incluindo o afastamento das oligarquias instaladas a todos os níveis – e a recusa da nefasta influência de organizações alheias.

Apesar dos convites que me foram dirigidos pelo meu Partido para me apresentar às eleições em diversas Câmaras do País e da minha disponibilidade, inicialmente revelada, para encabeçar as listas  à Assembleia Municipal de Cascais ou à Assembleia da União das Juntas de Freguesia de Cascais-Estoril, nenhuma das hipóteses colocadas se concretizou, por razões alheias à minha vontade.

Entendi apoiar em Cascais a candidatura independente “SerCascais” liderada pela Dra. Isabel Magalhães. Mas, por razões de natureza pessoal, optei por não me apresentar às eleições no município a cuja Câmara presidi entre 2002 e 2010, mas sim em Sintra, ao lado e em apoio a Marco Almeida.

Considero ilegítima, à face dos Estatutos, a recusa pelos órgãos distritais do Partido, sem fundamento expresso, da indigitação de Marco Almeida pelo PSD/Sintra para liderar a lista de candidatura à Câmara. Creio também irregular a candidatura alternativa aprovada pelo PSD, à revelia da estrutura local.

Creio sinceramente que Marco Almeida e a candidatura independente que soube construir representam a melhor alternativa para todos sintrenses, após a participação activa dele em três mandatos  fecundos e muito positivos, que tive a oportunidade de acompanhar de perto em diversos projectos comuns, como sejam o desenvolvimento do turismo, a valorização do património histórico e do parque natural, entre outros.

Para além da competência e da seriedade demonstradas, Marco Almeida conhece Sintra como nenhum outro e apresenta as propostas que creio mais indicadas para o desenvolvimento sustentado do Concelho. Por isso e porque tenho fortes ligações pessoais, familiares e autárquicas a Sintra, apoio a candidatura “Sintrenses com Marco Almeida” e aceitei o convite para, com ele, com os excelentes candidatos já revelados às Juntas de Freguesia, e com muitos outros prestigiados candidatos e apoiantes, dedicar a minha experiência e disponibilidade a um projecto que é merecedor do empenho activo de todos os cidadãos  do Concelho de Sintra.
António d’Orey Capucho

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