Amanhã na Biblioteca Municipal de Castelo Branco, Hortense Martins apresenta a última obra do Poeta António salvado

António Salvado, Poeta

Amanhã, 2ª feira, pelas 18h30 na Biblioteca Municipal em Castelo Branco, António Salvado, grande e ilustre Poeta é apresentado por Hortense Martins.

Momento a não perder em Castelo Branco.

António Salvado, Poeta

António Salvado, Poeta

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Casa da Comarca da Sertã comemorou 71º aniversário em Oleiros

“71º Aniversário da Casa da Comarca da Sertã

A Casa da Comarca da Sertã festejou o 71º aniversário da sua fundação no dia 27 de Maio, ocasião escolhida para uma visita oficial da ACRL – Associação das Casas Regionais em Lisboa ao município de Oleiros.

Tal como habitualmente, o ponto de encontro foi a Praça de Espanha, em Lisboa, de onde saíram um autocarro e diversos carros, com sócios, seus familiares e amigos, bem como com a Presidente da ACRL – Associação das Casas Regionais em Lisboa e representantes das Casas do Concelho de Alvaiázere, do Concelho de Castanheira de Pêra, do Concelho de Pampilhosa da Serra, do Concelho de Penacova, do Concelho de Tomar, do Concelho de Tondela, dos Tabuenses e Casa Regional de Ferreira do Zêzere.

Após breve paragem na área de serviço de Santarém, rumou-se aos Paços do Concelho de Oleiros, onde já diversos convidados aguardavam a comitiva vinda de Lisboa, recebida pelos Bombos do GAIO – Grupo de Amigos Incondicionais do Orvalho, associado colectivo da Casa da Comarca da Sertã.

No Salão Nobre da Autarquia, o Vice-Presidente da edilidade, Sr. Victor Antunes, dirigiu aos presentes uma saudação de boas-vindas. Seguiu-se a troca de lembranças entre as Casas Regionais presentes e a Câmara Municipal de Oleiros, com intervenções por parte da Presidente da Direcção da ACRL, Dra. Anabela Antunes, bem como do Presidente da Direcção da Casa da Comarca da Sertã, que agradeceu o apoio da Autarquia e ofereceu ao Município um exemplar do livro “Arte por Terras de Nun’Álvares. Pintores e obras dos séculos XVI a XVIII na Sertã e em Proença-a-Nova”, da autoria do Prof. Doutor Vítor Serrão e da Dra. Ana Maria Farinha, bem como um outro, da autoria do Vice-Presidente da Direcção, intitulado “O Núcleo familiar dos Três Pastorinhos – No Centenário das Aparições de Fátima (1917-2017”.

Junto à estátua evocativa do Padre António de Andrade teve início a visita aos principais locais da Vila de Oleiros. Orientado pela técnica Joana Matias, técnica de turismo destacada pela autarquia, o grupo de participantes prosseguiu pelo centro da Vila, visitando a Capela da Senhora Mãe dos Homens, a Igreja da Misericórdia e a Igreja Matriz, terminando com uma visita ao exterior da antiga casa dos Viscondes de Oleiros.

O Hotel de Santa Margarida, associado colectivo da Casa da Comarca da Sertã, foi o local escolhido para o almoço, a que compareceram o Vice-Presidente do Município de Oleiros e o Vereador Jorge Tavares do Município de Vila de Rei, e no fim do qual se cantaram os parabéns à Casa pelos 71 anos a promover a região e as suas gentes.

Na ocasião, o sócio João Aníbal Martins recebeu o emblema de 50 anos de associado das mãos do Vice-Presidente do Município de Oleiros, Renato da Silva Louros recebeu o emblema de 50 anos de associado das mãos do Presidente da Mesa da Assembleia-Geral, Maria Adelaide Canas, ex-Presidente da Direcção e actual Secretária da Mesa da Assembleia-Geral, bem como José Pereira Bairrada, ex-Presidente da Direcção e actual Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Proença-a-Nova, receberam o emblema de 25 Anos de associado das mãos do Presidente da Direcção, tendo o Vice-Presidente do Município de Oleiros entregue o emblema de 25 Anos de Associado a José Augusto Lopes, ex-Presidente do Grupo de Amigos da Freguesia de Madeirã, e Conceição Cardoso Santos, que já fez parte da Direcção da Casa da Comarca da Sertã.

Marcaram presença, nomeadamente, o Presidente do Conselho Fiscal, Fernando Carvalho, representantes do Grupo de Amigos Incondicionais do Orvalho, da Liga dos Amigos da Freguesia de Amieira, da Liga Regional “Os Unidos da Freguesia de Álvaro” e da União Regional da Freguesia do Sobral, bem como os antigos Presidentes da Direcção Manuel Luís Farinha, actual representante da Sertã no Conselho Regional, Martinho Mendes de Oliveira, Celso Matias da Silva, actual Presidente da Mesa da Assembleia-Geral, José Pereira Bairrada, Maria Adelaide Canas, actual Secretária da Mesa da Assembleia-Geral, e Irene Cardoso, actual representante de Proença-a-Nova no Conselho Regional.

Dando continuidade ao programa preparado pela Casa para a ocasião, o grupo dirigiu-se à Vila de Álvaro onde, guiados pelo Presidente da Direcção, visitaram a Igreja da Misericórdia, a Capela de N. Sra. da Nazaré, a Igreja Matriz e a Loja das Aldeias de Xisto, localizada no edifício da Junta de Freguesia de Álvaro. Rumando depois à freguesia do Estreito-Vilar Barroco, o grupo de participantes visitou a Igreja Matriz, da autoria de Soares Branco e que foi inaugurada em 1970.

Terminadas as visitas culturais, as festividades continuaram na Adega dos Apalaches, na aldeia do Roqueiro, local onde, com o apoio da Junta de Freguesia, teve lugar o magnífico lanche-ajantarado que antecedeu o regresso a Lisboa.

No decorrer do convívio realizado na Adega dos Apalaches foi leiloado um cabaz com produtos regionais oferecido pela União Regional da Freguesia do Sobral e vendidas rifas, com os seguintes prémios: Livro “O Núcleo familiar dos Três Pastorinhos – No Centenário das Aparições de Fátima (1917-2017”, da autoria de Nuno Barata-Figueira, Vice-Presidente da Direcção (3º prémio), Garrafa de “Aguardente Carvalho, Ribeiro & Ferreira”, oferta do sócio Américo dos Santos Luís (2º prémio) e Livro “Arte por Terras de Nun’Álvares. Pintores e obras dos séculos XVI a XVIII na Sertã e em Proença-a-Nova”, da autoria do Prof. Doutor Vítor Serrão e da Dra. Ana Maria Farinha (1º prémio).”

Hotel de Santa Margarida em Oleiros

Hotel de Santa Margarida em Oleiros

Pe António de Andrade

Pe António de Andrade

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Portugal tem de contar no futuro com incêndios florestais devastadores

PORTUGAL TEM QUE CONTAR NO FUTURO COM INCÊNDIOS FLORESTAIS DEVASTADORES

A mudança no clima acentuar-se-á em Portugal

Especialistas internacionais advertiram que Portugal no futuro tem que contar com incêndios florestais devastadores; isto implica um trabalho nacional sério de reordenamento do território e evitar a negligência governamental manifestada até aqui; os políticos portugueses não podem limitar-se a andar ao sabor da emoção e atrás do acontecimento como mostra em Portugal a ausência de serviços florestais!

Thomas Curt da  IRSTEA (Organização de Planeamento Físico e ordenamento do território e problemas estruturais na França), diz que em Portugal nos últimos 50 anos as temperaturas subiram mais que na média mundial. A desertificação da floresta mais ajudará o processo em via! Temos a sorte de ter o atlântico à beira, mas as pessoas do interior cada vez serão mais obrigadas a abandonar as suas terras e deste modo a abandonar a defesa e o cultivo do interior. (Enquanto os nossos políticos maiores continuarem a considerar-se refugiados da província em Lisboa, Portugal inteiro não terá hipótese!)

O relatório dos fogos de 2011/12 foi feito em 2014 mas só foi publicado a 20 de Junho passado como refere o Público, não se fale já dos outros… A confirmar a atitude política em relação à desgraça nacional de tantas famílias destruídas e de tanta natureza devastada, o nosso Parlamento, prefere “ir de férias não dando andamento ao pacote florestal, parado há dois meses na comissão de Agricultura”.

Servir-se da experiência estrangeira

Seria de implementar a ideia do envolvimento de técnicos estrangeiros no sentido de melhorar soluções e evitar questiúnculas de possíveis envolvimentos e aproveitamentos partidários; um estudo sobre o que se faz noutras nações, com problemas semelhantes, seria muito útil porque embora tenhamos estudos científicos sobre o assunto, os resultados de investigações ou de projectos dependem também, por vezes, da cor política de quem os elabora. Certamente, seria óbvia a criação de trabalhadores florestais (guardas florestais que trabalhem na sua demarcação).

Na Alemanha que é um Estado que tem as florestas primorosamente em bom estado e bem administradas porque possui administração descentralizada e naturalmente com guardas florestais por todo o lado (estes são verdadeiros técnicos aficionados pela floresta como pude constatar em tempos passados!)

Na Alemanha os guardas florestais assumem várias funções; esta profissão ocupa-se também do aproveitamento económico sustentável das florestas, tendo em conta as suas funções ecológicas e sociais. A sua situação de emprego e respectivas funções depende dos diferentes caracteres da floresta. A caça pode contar entre as suas tarefas. Na Alemanha os “ guardas florestais “ são geralmente engenheiros com um estudo próprio.

Gonçalo Ribeiro Telles dizia: «É urgente fazer o reordenamento do território “a sério,” não para a floresta mas para as árvores em todas as suas funções».

Urge a reactivação da carreira de guardas-florestais e a revisão das suas tarefas. De facto, seria mesmo pobre uma organização que se limitasse apenas a vigar a floresta. (De lamentar manifestações e sindicatos que se preocupam só com ordenados e com aumento de pessoal e não se preocupam mais pela organização moderna de serviços florestais e pela eficiência e qualificação dos seus membros.

Mudar de atitude e de política

Uma cultura da artificialidade e do artifício, desconsideradora do natural e da natureza não põe luto pelas árvores, não chora ainda pelas árvores ardidas! Também as diferentes espécies vegetais com o seu habitat natural esperam por serem defendidas.

Uma pólis preocupada com o dinheiro fácil (eucaliptos em demasia) e com o consumo refugia-se no gueto da cidade sem consciência do que deveria investir e fazer pelas aldeias e pelas regiões. Portugal, com o seu centralismo obsoleto em Lisboa continuou na República o que o espírito monárquico tem de criticável.

Naturalmente, não chega criticar por criticar nem ser contra os críticos. Quanto mais viva for uma sociedade civil maior será a expressão de opiniões e as suas intervenções! O espírito crítico é o pressuposto para o avanço de uma cultura!

Homenagem seja feita aos mortos e ao povo comovido que se mostra imensamente solidário com a sua ajuda concreta às vítimas de forças alheias e da incúria social e política.

INCÊNDIO CATASTRÓFICO DE PEDRÓGRÃO GRANDE – OS SENTIMENTOS E COMPAIXÃO PARA AS FAMÍLIAS DAS 62 PESSOAS MORTAS

Onde as forças da Natureza se juntam à Negligência política

O número de mortos no incêndio de Pedrógão Grande aumenta para 64. E 59 pessoas ficaram feridas e 18 estão a ser tratadas em hospitais. O Inocêncio começou às 14H00 de 17.06 e teve origem num relâmpago de uma trovoada seca (sem chuva). Cerca de 700 bombeiros procuram extinguir o fogo com o apoio de 220 veículos de emergência e dois aviões.

Há outros fogos de menor envergadura em outras regiões do país. Os Média referem que a França, a Espanha e a Rússia disponibilizam aviões de combate ao fogo.

A União Europeia prometeu assistência a Portugal. O governo de Lisboa tem negligenciado a província e sempre que há incêndios fala da necessidade do ordenamento do parque florestal.

As forças da natureza juntam-se à negligência humana. O problema da florestação e a falta da criação de corredores antifogos são cruciais; em muitos casos o Eucalipto é gasolina na floresta.

A política centralista de Portugal concentra a sua atenção em Lisboa discriminando as regiões do interior pela negativa. Tem negligenciado a província e sempre que há incêndios fala da necessidade do ordenamento do parque florestal.  Até agora não se tem visto grande coisa nesse sentido. Lisboa tem um estômago demasiado grande para poder deixar algo das entradas dos impostos para investir no regionalismo.

O governo declarou um luto nacional de três dias, de segunda-feira a quarta-feira.

Já no ano passado, os incêndios destruíram mais de 100.000 hectares de terra. É verdade que num país com mais de 3,5 milhões de hectares de floresta se torna muito difícil evitar muitos dos incêndios. Isso, porém, não deve constituir desculpa! Nem tão-pouco se pode ficar por gestos simbólicos de solidariedade. Investimentos orçamentais nacionais em aparelhos militares deveriam ter em conta o apoio aos incêndios!

Um sofrimento vivido, uma revolta engolida, uns minutos de silêncio, umas críticas perdidas e umas anotações explicativas do que acontece acabam por ser ultimados com o conformismo. A questão são as vítimas e o comodismo que nos leva a habituar a tudo!

Fogos devastadores no futuro

Fogos devastadores no futuro

*António da Cunha Duarte Justo, Correspondente na Alemanha

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Oleiros vai estar presente na Feira Internacional do Artesanato de 24 de Junho a 2 de Julho

Oleiros marca presença na Feira Internacional de Artesanato

O Município de Oleiros vai estar representado na Feira Internacional do Artesanato, a partir de sábado, dia 24 de junho, até 2 de julho, na FIL, em Lisboa.

Esta participação com um stand próprio, situado no Pavilhão 1, pretende promover o artesanato de Oleiros com a presença nesta edição de três artesãos locais.

Procurando mostrar a diversidade do artesanato local, nesta edição irão estar presentes produtos diferentes dos que foram expostos em 2016.

No stand do Município de Oleiros vai ser possível ver trabalhos de linho, madeira torneada e ainda trabalhos elaborados em ferro.

Este é um evento que vai já na sua 30.ª edição sendo considerada a maior festa intercultural na Península Ibérica e a segunda maior da Europa.

A FIA é organizada pela Fundação AIP, com o apoio do IEFP, assumindo-se como uma plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais por via do artesanato.

Nesta edição a China é o país convidado, marcando presença com artesanato muito variado composto por porcelanas, seda, papel, bordados e laqueados, artes de corte de papel e tecelagem de bambu.

A presença na FIA Lisboa será uma forma de dar a conhecer a cultura chinesa e procurar oportunidades de mercado para os seus produtos na Europa e por todo o mundo.

Oleiros na FIArtesanato

Oleiros na FIArtesanato

 

 

 

 

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EDITORIAL – Quase nos desejados rescaldos…

EDITORIAL

Os últimos dias de trabalho intenso ( a propósito o nosso agradecimento a autoridades da GNR, Bombeiros, Fontes no terreno, sem os quais o nosso trabalho seria impossível) – nos últimos dias de trabalho intenso, dizia eu, assisti e assistimos a um desfilar da imbecilidade, da acusação gratuita, desempenho de profissionais do apelo às demissões, à criminilizaação de outros, um verdadeiro desfilar da brutalidade e da ignorância.

Eles comentam tudo, sabem tudo, sabem muito mais do que todos os outros.

Depois, um fogo em fim de semana, coisa boa para os “turistas entendidos em fogos – pegam nos carros e vão ver o fogo, falam alto, “entendidos em tudo“”…são poucos bombeiros, se não mandam mais isto nunca mais acaba, dizem.

Os seus carros impedem a passagem de carros de bombeiros, a GNR apela para que saiam…qual quê, são pessoas livres, fazem o que lhes apetece…os carros dos bombeiros param, tentam passar, perdem tempo, paciência…”também temos direito a ver….dizem estes imbecis.

Podiam ir levar água, leite, mas não, vão apenas ver e empatar…

E insistem do alto das suas cátedras, “é preciso que rolem cabeças…“, “esta mulher tem de ser demitida imediatamente…” rosnam alto.

Um verdadeiro festival de estupidez, de brutalidade, de imbecilidade e, evidentemente de enorme falta de respeito.

Duas palavras mais:

Primeira: Aplauso aos Bombeiros, GNR, militares, marinheiros, pilotos de avião e de helicóptero e ao povo que colabora. A todos os que ajudam.

Segunda: Ao meu Amigo Jaime Marta Soares, grande bombeiro.

CMDT Jaime Marta Soares, sômos poucos sempre.

Não podemos dar-nos ao luxo de ter tantos Bombeiros inactivos e a integrar os Quadros de Honra merecidos.

Porque não utilizar esses CMDT’s experientes em missões de utilidade pública?

Estrada de Álvaro

Estrada de Álvaro

Estrada de Oleiros para Álvaro

Estrada de Oleiros para Álvaro

Bombeiros de Oleiros

Bombeiros de Oleiros

Bombeiros, a coragem

Bombeiros, a coragem

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Paulino B. Fernandes

Director

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Tragédia em Pedrógão Grande – 19 mortos e 21 feridos – Há bombeiros feridos e desaparecidos.

Em actualização

Presidente da República, Ministra da Administração Interna e Secretário de Estado estão no local do sinistro.

. Previsível aumento de vitimas, avançam fontes.

http://www.jornaldeoleiros.com/2017/06/17/destaques/fogo-em-pedrogao-grande-suscita-preocupacoes.html

Pedrógão Grande

Pedrógão Grande

 

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( Actualização) – 19 mortos e vários feridos – País de luto -Fogo em Pedrógão Grande suscita preocupações

Incêndio de Pedrogão Grande. Há 19 vítimas mortais confirmadas

. Situação de catástrofe

[em actualização]


Incêndio em Pedrogão Grande. Foto: EPA/PAULO CUNHA

O que sabemos até agora:

  • 19 vítimas mortais, todas civis, num incêndio em Pedrogão Grande, em Leiria. 16 dentro de viaturas e 3 por inalação de fumos.
  • 20 feridos, pelo menos seis deles em estado grave e duas pessoas desaparecidas.
  • Incêndio, que começou por volta das 15h00, avança com quatro frentes activas.
  • Presidente da República já está do local.
  • Primeiro-ministro já chegou à sede de Protecção Civil, em Carnaxide.

Mais de 400 operacionais no fogo em Pedrógão Grande

Mais de 400 operacionais no fogo em Pedrógão Grande
Corporações da região do Pinhal estão a combater

O fogo em mato e floresta no concelho de Pedrógão Grande, no distrito de Leiria, permanece com uma frente ativa e está a ser combatido por mais de 400 homens, na noite de quinta-feira.

Segundo o último balanço da Proteção Civil divulgado na página na Internet às 22.45 horas, no combate ao incêndio estavam destacados 470 operacionais, apoiados por 148 meios terrestres.

Campelo

Campelo

Imagens dantescas

Imagens dantescas

Segundo o segundo comandante Operacional Distrital de Leiria, Luís Lopes, o “único setor ativo é na zona da Graça com uma frente ativa com 500 metros”.

Estamos a deslocar meios de outras frentes que já estão em fase de rescaldo para esta frente que falta resolver e que é de difícil acesso“, disse, acrescentando que o fogo é numa zona de mato e floresta e não estão residências em perigo.

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As caricaturas neo – liberais, por Mendo Castro Henriques

 

 

As caricaturas neo-liberais

  • Mendo Castro Henriques

 

Ao olharmos para Theresa May e Donald Trump, os dois dirigentes do mundo-anglo-americano que alcançaram o poder em 2016 com os inesperados avanço populistas de direita, é difícil deixar de pensar que são caricaturas. E vem-nos à mente o dito de que a história repete-se primeiro como tragédia e depois como comédia.

Trump e May são caricaturas patéticas e fora de prazo de, respetivamente, Ronald Reagan e Margaret Thatcher, que há quase quarenta anos puseram fim ao período de 30 gloriosos anos de crescimento económico e equilíbrio social na Europa e nos EUA, após as devastações da 2ª. Guerra Mundial

Em 1979, com a subida ao poder de Ronald Reagan, Margaret Thatcher e Helmut Kohl começou um novo ciclo que veio a terminar na crise de 2007. Numa fase de grande progresso educacional e científico, que permitiu revoluções espantosas nas tecnologias, estes estadistas conservadores arredaram de cena as políticas sociais democratas e os programas keynesianos que tinham feito o sucesso dos 30 anos anteriores.

Com as políticas magnetizadas pelo centro-direita, veio a desregulamentação do sector financeiro e das megaempresas; terminaram as políticas anti-trust por vias dos políticos da terceira via, fossem de direita ou de esquerda, como Clinton e Blair. Os neoliberais vieram ao de cima e o impulso ganho das décadas anteriores permitiu confrontar e derrotar o que Reagan chamou de Império do Mal e os regimes de economia mista e de políticas externas insubmissas.

Com a implosão e desintegração da União Soviética em 1991, a gradual adesão, a partir de 1979, da China ao capitalismo e a esmagadora vitória americana na Guerra do Golfo em 1990 começámos a assistir ao que os ideólogos neoconservadores americanos chamaram de fim da história. O primeiro Bush proclamou uma Nova Ordem Mundial, com hegemonia americana, a única Grande Potência mundial, em um mundo unipolar e cada vez mais globalizado.

Com a vitória do capitalismo neoliberal sobre o capitalismo social democrata, todos os países da periferia e do centro viram-se forçados a aderir às políticas neoliberais, sintetizadas no Consenso de Washington. Com este vieram a redução dos direitos dos trabalhadores e a emergência de uma nova classe, o precariado, criado pela marcha tecnológica e a preparação educacional sem correspondente transformação da sociedade em nome da coesão e justiça social.

Com os atentados de 2001 das Torres Gémeas veio a desconsideração dos direitos civis com a legislação americana e internacional de combate ao terrorismo. Este novo inimigo foi empolado de modo a justificar as novas guerras de invasão e de imposição da democracia, desde a Afeganistão e Iraque até à Primavera árabe de 2011. Com estas políticas, triunfou o complexo militar-industrial americano com novos gastos militares e restrição aos direitos civis.

A recessão iniciada em 2007 que se tem vindo a prolongar e transformar em estagnação até 2017, trouxe um novo impulso à vaga reacionária; o abalo da economia globalizada, provocado pelo descontrolo e corrupção no sistema financeiro, e a necessidade de sua recuperação com os enormes recursos dos contribuintes, veio maximizar o princípio de privatizar o lucro e socializar as perdas. Como declarou o papa Francisco na exortação a Alegria do Evangelho instalou-se uma economia que mata com a culpa imputada aos trabalhadores da classe média.

Foram implementadas políticas recessivas para recuperar a dita confiança dos investidores. Esta política desatinada a que por ironia se chamou de TINA “there is no alternative” provocou desemprego e reduções de salários, e diminuiu os direitos do trabalho e reforma. Cresceram na Europa e nos EUA a xenofobia e os movimentos de direita que atingiram em 2016 o auge com o Brexit e a eleição do empresário Trump. As agressões que vinham de trás a países como a Líbia e a Síria, onde já morreram mais de 400 mil pessoas, geraram as ondas de refugiados, deslocados e migrantes, e o contrapeso das políticas anti-migratórias nos EUA e países centro-europeus.

É neste cenário que se movem as caricaturas Trump e May e, em escala menor, Temer do Brasil. O futuro joga-se já no presente e o enfraquecimento progressivo destas figuras prenuncia um novo ciclo internacional em que terão de emergir novas forças políticas e novos protagonistas.

Mendo Castro Henriques

Mendo Castro Henriques

  • Mendo Castro Henriques, Colunista Especializado
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Freguesia de Oleiros – Amieira proporcionou viagens extraordinárias a Séniores de Oleiros

Momentos para recordar

Viagem Sénior 2017 – Freguesia de Oleiros|Amieira

Com o intuito de promover a interação social, o convívio entre os utentes e o enriquecimento cultural, nos passados dias 1 e 8 de junho, a Junta de Freguesia de Oleiros|Amieira realizou, à imagem de anos anteriores, as suas viagens séniores.

O local escolhido foi o Porto, cidade considerada o “Melhor Destino Europeu 2017”.

Esta viagem contemplou, pela manhã, uma visita às Caves do Vinho do Porto e um passeio nos típicos Barcos Rabelos, onde os fregueses puderam admirar as 6 pontes sobre o Rio Douro e toda a zona ribeirinha do Porto e Vila Nova de Gaia.

Logo após, veio o almoço, na Quinta da Boucinha.

Séniores de Oleiros

Séniores de Oleiros

Depois da refeição e algum tempo de confraternização, seguiu-se com destino à Praia de Mira. Este momento foi caracterizado pela partilha de lanches e de boa disposição.

Séniores de Oleiros

Séniores de Oleiros

Esta iniciativa acontece anualmente, sendo que, desta vez, envolveu cerca de 480 pessoas, em ambos os dias e contou com o apoio do projeto CLDS 3G “Novos Desafios”.

Séniores de Oleiros

Séniores de Oleiros

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Mário Soares vai ser homenageado em Belmonte (Veja programa)

Exposição: Mário Soares: 11-06-1988, O Povo saiu à Rua

No próximo dia 11 de junho, será inaugurada uma exposição fotográfica alusiva à visita a Belmonte do Dr. Mário Soares, Presidente da República, aquando das Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, na objectiva de Mário Tomás, que registou este acontecimento com a sua máquina fotográfica. 

Cada fotografia exposta tem uma força própria que transcende a barreira da linguagem e aumenta a compreensão dos 29 anos decorridos.

Esta exposição tem o sentido de uma peregrinação ao passado, não muito longínquo, salvaguardando a memória do Povo do Concelho de Belmonte com o envolvimento de todas as freguesias, associações e comunidades.

Esta exposição será inaugurada na Sala de Exposições do Ecomuseu do Zêzere, no decorrer de uma Sessão de Homenagem ao Dr. Mário Alberto Nobre Lopes Soares, ao Dr. António Gouveia Dias Rocha e ao Dr. Arménio Barata Salgueiro, com o seguinte programa: 
 
11h30 – Sessão de Homenagem no Salão Nobre da Câmara Municipal de Belmonte;
12h30 – Inauguração da Exposição Fotográfica, Comemorativa da Visita do Dr. Mário Soares ao Concelho de Belmonte em 1988;
12h45 – Descerramento de Placas Toponímica de Atribuição de Nomes de Ruas em Belmonte;
13h00 – Descerramento de Placas Toponímica de Atribuição de Nome de Rua em Caria.
Mário Soares

Mário Soares

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