Espólio documental do Magistrado João Ramos, permitiu importante livro

Apresentação do livro “Alma dum povo” suscita interesse

A obra consiste no volume 2 de uma colectânea intitulada “Subsídios para uma Monografia do Estreito”

No passado dia 7 de junho, na Casa da Cultura de Oleiros, perante um auditório repleto, realizou-se a apresentação do livro “Subsídios para uma Monografia do Estreito – A Alma dum Povo“, volume 2, da autoria do padre José Bernardino (1937-1985).

A obra foi organizada e anotada pelo investigador Leonel Azevedo, a partir do espólio documental do magistrado João Ramos (1954-2011).

Esta reúne 73 crónicas (4 das quais da autoria de Francisco Mateus Mendes) publicadas no semanário Reconquista, entre 1982 e 1984, a partir da leitura de livros de Visitação da Ordem de Malta à paróquia do Estreito, entre 1615 e 1807.

O livro foi apresentado pelo escritor Miguel Real, descendente de Oleirenses, que empolgou toda a plateia com a sua interpretação da obra, num testemunho histórico sobre o Estreito. Autor de mais de 60 títulos em diversos domínios da literatura portuguesa, com vários prémios recebidos, Miguel Real é uma figura incontornável no panorama cultural português.

Na abertura da sessão, Fernando Jorge, presidente da Câmara Municipal de Oleiros, felicitou a iniciativa e os seus mentores.

Usaram também da palavra Leonel Azevedo, por quem foi coordenada e anotada a obra, e Fernanda e Vânia Costa Ramos que disponibilizaram todo o espólio documental, tornando possível esta publicação.

Registe-se que a obra consiste no volume 2 da coletânea “Subsídios para uma Monografia do Estreito”, a qual prevê a edição de outros volumes.

Com esta primeira publicação – incentivada e patrocinada pelo Município – foi dado um passo fundamental para a concretização de um projecto iniciado por João Ramos, sob o título “Estudos monográficos do Estreito e do concelho de Oleiros“, de reconhecido interesse para o conhecimento da história desta região.

  • Magistrado João Ramos era Presidente do  Conselho Editorial do Jornal de Oleiros.
Centro cultural cheio

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