José Sócrates, a inevitabilidade

EDITORIAL

José Sócrates, muito tardiamente faz o que devia ser feito e abandona o PS.

Era inevitável.

Nenhum cidadão de qualquer país pode ver com agrado uma acusação tão grave a um ex – Primeiro – Ministro.

É dupla a gravidade.

Se a acusação não é sólida é gravissimo.

Se o acusado é de facto corrupto entre outras coisas, a gravidade é também enorme, indesculpável.

Pessoalmente disse a José Sócrates que o defenderia acreditando na sua verdade e, fi-lo também nas “Cartas da Prisão” que fomos mantendo.

Disse também que a ser verdade o teor das acusações, teria em mim um duro adversário.

Continuo a esperar pelo julgamento, mas, os últimos desenvolvimentos fizeram vacilar a minha defesa. Desde logo quando o advogado João Araújo abandonou a sua defesa, depois o que se tem seguido.

Remeto-me agora à posição de sempre e aguardo o desfecho em Tribunal.

José Sócrates

José Sócrates

PF

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Nascemos em 25 de Setembro de 2009.
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