E pronto, falta só “deitar o voto” como se diz na minha terra

O dia de “deitar o voto” deve ser saudado.

É isso que nos permite afirmar uma vontade, um desejo.

Feito esse gesto simbólico que se deve aplaudir, está concretizado o nosso dever de cidadão cumpridor e interessado.

O “voto deitado” na urna é algo que saudamos.

Durante as campanhas há exageros, “franco atiradores” que perturbam e ferem, mas, esses, são poucos e geralmente, pouco interessados nas suas terras.

Devemos dar-lhes aapenas a pouca importância que verdadeiramente possuem.

O que se deve saudar é a mobilização popular e o interesse em trabalhar pela sua terra, pelos seus irmãos.

Na 2ª feira, poucas horas após os indispensáveis comentários de café, tudo volta à normalidade do dia-a-dia.

Os enfermeiros já não vão querer centenas de euros de aumentos, o relatório de Tancos torna-se quase irrelevante (embora não o seja), etc.

Então, o que falta?

Deitar o voto” na urna.

Paulino Fernandes

Paulino Fernandes

PF

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