Politécnico de Castelo Branco cria fundo de apoio social para alunos carenciados

SEGUNDO CARLOS MAIA

O presidente do Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) disse hoje que a instituição vai criar um fundo de apoio social dirigido a alunos que ficam no limiar da atribuição da bolsa, mas que são carenciados.

Carlos Maia

Estamos neste momento a trabalhar para criar um fundo de apoio social, em parceria com outras entidades da região, no sentido de ser possível abranger cada vez mais alunos carenciados“, disse hoje à agência Lusa Carlos Maia.

O presidente do IPCB sublinhou que há alunos que apesar de ficarem de fora dos critérios definidos pela Direção-Geral do Ensino Superior (DGES) para a atribuição de uma bolsa de estudo continuam a ser alunos carenciados.

Há um conjunto de alunos que ficam no limiar da atribuição da bolsa de estudo e alguns deles têm bastantes dificuldades financeiras“, adiantou.

Carlos Maia explicou ainda que o IPCB está a trabalhar no sentido de ser a própria instituição, em conjunto com algumas entidades da região, a criar esse fundo de apoio social, dirigido especificamente a esse conjunto de alunos não contemplados pelo apoio da DGES.

Os critérios para a atribuição deste apoio vão ser similares aos da atribuição das bolsas de estudo, “baixando os limiares da capitação“, sublinhou Carlos Maia. O presidente do IPCB disse ainda que nenhum cidadão português devia ficar fora do ensino superior por dificuldades económicas.

É da qualificação dos cidadãos que estamos a falar. Há metas europeias para cumprir. O Horizonte 2020 diz que devíamos ter, na faixa etária dos 30 aos 34 anos, 40% da população com formação superior. Neste momento, temos 28% e faltam seis anos. Dificilmente atingiremos essa meta“, concluiu.

*Jornal de Oleiros/Lusa

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