XIII Festival de Folclore com antigos membros do Rancho Etnográfico

IDANHA-A-NOVA

O magnífico auditório exterior do Centro Cultural Raiano quase encheu, no passado sábado dia 14, para assistir ao XIII Festival de Folclore de Idanha-a-Nova, numa noite marcada pelo regresso aos palcos dos antigos tocadores e dançarinos do Rancho Etnográfico de Idanha-a-Nova, inativo há cerca de 20 anos.

A apresentação do rancho da casa foi recebida com muito entusiasmo pelo público presente, que vibrou com os cantares e dançares dos antigos elementos, trajados a rigor com a indumentária típica da vila raiana.

Grupos e Organização

O festival foi organizado pelo Grupo de Adufeiras do Rancho Etnográfico de Idanha-a-Nova, que acompanhou em palco os regressados tocadores e dançarinos do rancho.

A presidente do grupo, Manuela Catana, referiu que o evento visou “sensibilizar e incentivar os jovens e a população em geral a defender, preservar e valorizar o folclore da vila de Idanha-a-Nova”.

A riqueza dos bens etnográficos do concelho de Idanha-a-Nova ficou expressa no característico traje de cores garridas da mulher raiana, na genuinidade dos cantares e na variedade da coreografia das danças.

Participaram ainda três outros grupos de diferentes regiões do país. O Rancho Folclórico de São Salvador de Grijó do Douro Litoral, o Rancho Folclórico de Passos de Silgueiros da Beira Alta e o Rancho Folclórico da Boidobra da Beira Baixa também se apresentaram em excelente nível.

Foram entregues lembranças a todos os grupos participantes, aos parceiros da organização do festival – Câmara Municipal de Idanha-a-Nova e União de Freguesias de Idanha-a-Nova e Alcafozes –, ao historiador António Catana e a todos os antigos elementos do Rancho Etnográfico de Idanha-a-Nova.

Rancho de Idanha-a-Nova

O presidente da Câmara Municipal, Armindo Jacinto, enalteceu a grande riqueza etnográfica e etnológica do concelho de Idanha-a-Nova. O autarca afirmou que essa mesma riqueza dá suporte à candidatura que o município vai apresentar à Rede de Cidades Criativas da Unesco, na vertente da Música. Até final de março do próximo ano deverá ser submetida a candidatura, que terá o adufe como símbolo.

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