Executivo de Belmonte aprova plano de atividades da Biblioteca

ENTRE OUTRAS DECISÕES

Câmara Municipal de Belmonte

O Executivo da Câmara Municipal de Belmonte reuniu, no passado dia 12 de junho, tendo aprovado desde logo uma sessão extraordinária para estudar os novos tarifários das águas a aplicar no concelho.

Antes da ordem do dia o presidente da edilidade, António Rocha, informou o executivo da comunicação de encerramento da escola da freguesia de Maçainhas e da sala de apoio escolar do Carvalhal. António Rocha informou ainda que das negociações com a Direção Regional de Educação foi possível manter em funcionamento todos os Jardins Infantis e a Escola do Colmeal da Torre.

Foi ainda comunicado pelo edil de Belmonte que o Município foi notificado de duas multas no valor de 38 mil euros cada, por auto levantado pelas autoridades de saúde pública, referentes a esgotos a céu aberto em Caria e Belmonte, multas essas, referentes ao ano de 2010.

No período da ordem do dia foi aprovado o Plano de Atividades da Biblioteca que prevê um aumento de iniciativas dentro e fora de portas que incluem Maratonas de leitura, diversos espetáculos, noites temáticas, cinema, encontros com escritores, variados concursos e presença de livros em piscinas.

David Canelo

A aprovação mais discutida e que levantou mesmo algum mau estar na reunião foi a “Diáspora – Festival Literário de Belmonte”, uma iniciativa ambiciosa que tem como finalidade principal a promoção de Belmonte como destino de turismo cultural.

Ora, durante a reunião, o vereador David Canelo (independente), comentou que já era conhecedor do projeto, pois enquanto presidente do Agrupamento de Escolas Pedro Álvares Cabral, o mesmo já lhe tinha sido apresentado por duas pessoas da empresa organizadora mas que se tinham apresentado “muito mal acompanhados”.

João Morgado

A pessoa, em questão, foi o chefe de gabinete do presidente da autarquia, João Morgado, pelo que instado a comentar para o Jornal de Oleiros afirmou “ora, confirmo que fui eu que acompanhei e lhe apresentei os organizadores do Festival em reunião oficial em que, a pedido ​deste, ​ representei o presidente da autarquia, pelo que o insulto me era dirigido.

Tal insulto pessoal ganha preponderância dado que foi proferido num ato oficial enquanto vereador, numa sessão do executivo, pelo que a devido tempo o meu advogado pedirá a certidão da respetiva ata. Até lá nada, mais, tenho a acrescentar“.

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