PS: Primárias ou Congresso

PRIMÁRIAS OU CONGRESSO

Contagem de apoios continua no Partido Socialista

A luta pela contagem de apoios, no “têtê-à-têtê” entre António José Seguro e António Costa está a alargar-se às concelhias do Partido Socialista (PS). São cada vez mais as que estão a reunir as Comissões Políticas Concelhias para fazer aprovar moções a exigir a convocação de um congresso extraordinário eletivo, que não está previsto nos estatutos do PS, e reforçar as respetivas federações distritais que também o estão a fazer. É o caso da Comissão Política Concelhia de Vila Nova da Barquinha, entre outras, que acabam de aprovar, por unanimidade, uma moção em que se pode ler que “a Comissão Política da secção de Vila Nova da Barquinha, reunida a 9 de junho de 2014 delibera exigir a convocação de Congresso Nacional Extraordinário, antecedido da eleição direta do Secretário-Geral, o mais rapidamente possível”.

Também na área da Federação da Área Urbana de Lisboa (FAUL) houve concelhias que o fizeram, casos de Loures e Cascais, estando marcado reunião da Comissão Política Distrital para 17 de junho, quatro dias antes da reunião da Comissão Nacional, que se realiza a 22 em Ermesinde.

Neste momento segundo informações recolhidas pelo Jornal de Oleiros, junto de fonte próxima da direção do PS, só cinco federações, das 21 existentes no País, fizeram aprovação de moções a exigir congresso extraordinário, casos de Vila Real, Castelo Branco, Portalegre, Évora, e Algarve. Em Viseu a moção apresentada foi chumbada e nas restantes federações não houve, até ao momento, apresentação ou votação de moções, embora já se saiba que a FAUL o fará a 17 de junho.

Este balanço poderá querer dizer que as estruturas federativas estão maioritariamente com Seguro, contrariando informações que circulam e de outras vinculadas por alguns órgãos de comunicação que dão a Federação do Baixo Alentejo (Beja) como tendo aprovado uma moção, o que não é o caso, conforme informação conseguida através da estrutura partidária.

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Uma Resposta a PS: Primárias ou Congresso

  1. Joaquim Vitorino diz:

    Sou defensor de uma Monarquia Constitucional, que eleve o padrão de vida dos portugueses, ao nível médio da Europa; onde a pobreza quase extrema seja debelada; os partidos políticos têm um papel preponderante no combate a esta calamidade social que nos atingiu; creio que estamos a sair deste trágico paradigma, para contaram dois fatores, onde o Líder do partido Socialista A. José Seguro, teve um papel fundamental; com uma oposição equilibrada, coerente e inteligente para não ser acusado de tudo fazer para chegar ao poder; Portugal tem que lhe reconhecer esse valor; os que se lhe opõem, são oportunistas que não avaliam os feitos, e só encontram defeitos naqueles, que são muito mais patriotas que eles. Força António José Seguro, Portugal está acima das ambições pessoais.

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