EDITORIAL: Situação política do país exige “ordem ” no PS

António José Seguro deve ter gesto patriótico

O país, envolvido numa crise profunda, a Democracia em causa, o regime titubeante, exigem ao PS responsabilidades.

A situação hoje vivida na Guarda com o Presidente da República, prenunciou o caos. Felizmente, Cavaco recuperou. E se assim não fosse?

É absolutamente necessário um Congresso Extraordinário electivo no PS para se saber quem é o candidato a Primeiro-Ministro e, com este gesto, dotar o país de uma alternativa.

Não fazem sentido as “Primárias” defendidas por A. J. Seguro.

Essa é uma matéria que pode ser tratada em momento mais oportuno.

O país já não está a ser governado com tranquilidade.

O Governo procura sobreviver alijando culpas que são próprias e, só pensa na sobrevivencia.

As Eleições, por uma razão ou outra vão ter de acontecer antes que seja demasiado tarde.

Director

Director

* Declaração de interesses

O Director do Jornal de Oleiros pronuncia-se apenas sobre o país e a sua evolução e nada tem a ver com o PS.

Monárquico, de Linha Constitucional, defende o Referendo a propósito de um Regime Monárquico ou Republicano, mas considera o caos possível, algo inaceitável e penalizador para o Povo.




É membro da Casa Real, possui os Títulos de:

. 1º Barão de Paço D’ Ilhas

. Inspector-Geral para Portugal dos Cavaleiros da Cruz Azul

. Cavaleiro da Cruz Azul

Sobre Jornal de Oleiros

Nascemos em 25 de Setembro de 2009.
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2 Respostas a EDITORIAL: Situação política do país exige “ordem ” no PS

  1. Joaquim Vitorino diz:

    Dom Paulino B. Fernandes, além de Monárquico assumido, é um Grande patriota que jamais optaria por ver o seu país num “caos”, para daí tirar benefício para a Monarquia como o fazem alguns republicanos, que felizmente não são a maioria. António José Seguro e Passos Coelho são dois amigos de longa data; espero que assim continuem, independentemente das posições divergentes que o seu enquadramento político os obriga; ambos são contestados nos seus partidos, por razões que não são os interesses de Portugal e dos portugueses. Seria neste momento um “rasgo” de enorme elevação patriótica que um dia a Nação iria julgar positivamente, que A. Seguro formasse uma Aliança com Passos Coelho para deixar de fora os extremos, em nome de Portugal das nossas crianças e dos portugueses. Passos Coelho teria que pedir a demissão, e aceitar Seguro como futuro Primeiro Ministro, se uma prévia e rigorosa sondagem assim o ditasse.
    J. Vitorino – Jornalista

  2. Tem toda a razão!
    Porém, num país titubeante com partidos titubeantes, que não mais poderá acontecer que estes se substituam na administração da miséria. Numa política do descompromisso ganha quem deita abaixo e não quem constrói o país na continuidade! Nos vários partidos precisamos de personalidades com capacidade par ultrapassarem o Zeit Geist para poderem servir a terra e o Homem na fidelidade ao espírito luso.

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