PS marca reunião da Comissão Nacional

NO PRÓXIMO SÁBADO

O Partido Socialista (PS) marcou uma reunião da sua Comissão Nacional (CN), para o próximo sábado, no Vimeiro, zona Oeste.

Com as eleições europeias, que ontem se realizaram, como pano de fundo, esta reunião, que já estava programada para a discussão e votação das contas do partido relativas a 2013, está a ser aguardada por alguns setores do partido e da própria classe política com alguma expetativa, depois de o PS ter vencido as eleições com uma votação que faz já aquecer alguns setores do partido. Ontem mesmo as declarações do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, podem ter começado a aquecer o clima de crispação que alguns membros do partido estão, depois de um pequeno período de tréguas, o da campanha eleitoral, ansiosos por desencadear.

Quando se pensava que a acalmia teria definitivamente instalada no seio do maior partido da oposição, os 31,5% de votos conseguidos no domingo, podem vir a ser um dos temas mais abordados na reunião da Comissão Nacional, pelos setores que desde a sua eleição, têm vindo a questionar a liderança de António José Seguro. Os socráticos, com assento na CN, poderão aproveitar a reunião para, mais uma vez questionarem a estratégia seguida pela direção do PS.

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2 Respostas a PS marca reunião da Comissão Nacional

  1. O nosso jornal ciente do mau estar instalado no seio do PS com os confrangedores resultdos obtidos, tem contactado figuras proeminentes do PS, uma ligadas ao ex- Primeiro-Ministro, Engº José Sócrates, outras de alguma forma “independentes” e são unânimes em afirmar a desilusão, mas ao mesmo tempo asseguram que os designados Sócraticos não avançarão para uma contestação generalizada à Direcção do Partido. Preferem aguardar que o próprio António José Seguro dê sinais claros de desilusão. Por outro lado, aguarda-se a posição de António Costa que deu sinais públicos imediatos de desilusão.

  2. Joaquim Vitorino diz:

    Estalou o verniz no Partido Socialista; não creio haver uma razão de fundo para tal, a não ser uma ambição pessoal de António costa; em abono da verdade o Presidente da C. M. de Lisboa nunca se preocupou com as graves consequências do pedido de assistência financeira decidido pelo seu partido, quando José Sócrates teve que tomar essa decisão. António José Seguro teve que carregar com o ónus, sem grande possibilidade de fuga; na minha opinião, ficou muito limitado na oposição a este governo; e considero-o uma pessoa moderada no discurso politico, por força do compromisso do seu partido com a Troika. António Seguro não deve ceder a tentações que tentam fracionar o partido, que como consequência irá agravar ainda mais a grave situação dos portugueses.

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