Projeto Refood lançado na Covilhã e Fundão

CRIADO EM 2011

O projeto Refood está a ser lançado nas cidades da Covilhã e no Fundão e em pouco mais de duas semanas conseguiu conquistar 83 voluntários, um número que superou “as expectativas“, disse hoje a dinamizadora da iniciativa.

Em declarações à agência Lusa, Marta Alçada recordou que a apresentação do projeto começou a ser feita “apenas através da rede social Facebook” e que a adesão “tem sido surpreendente“, pela “rapidez e pelo número” de pessoas que se inscreveram nesta primeira fase.

A rede Refood foi criada em 2011 pelo norte-americano Hunter Halder, que vive em Portugal há mais de 20 anos, e consiste na recolha de comida por cafés, pastelarias e restaurantes e posterior distribuição por famílias carenciadas.

Hunter Halder

Na Covilhã e no Fundão, o trabalho está ainda na fase de organização, mas os voluntários acreditam que até outubro estejam reunidas todas as condições para avançar no terreno.

Estamos a reunir os voluntários e, nos dias 22 e 23, no Fundão e na Covilhã respetivamente, vamos apresentar o projeto a um conjunto de convidados que podem ser nossos parceiros, designadamente as instituições de solidariedade social e os proprietários dos estabelecimentos comerciais, que serão vitais na concretização do projeto. Sem eles, não poderemos avançar“, sublinhou.

Marta Alçada reiterou a ideia que os parceiros não terão de enfrentar qualquer custo adicional, uma vez que o que se pretende recolher são os produtos que não chegaram a ser servidos, apesar de manterem toda a qualidade.

Explicou ainda que o grupo de cidadãos que está a promover o Refood necessitará agora de instalações, bem como equipamentos de frio e bancadas, para proceder ao armazenamento e separação dos produtos recolhidos antes de estes voltarem a ser distribuídos.

Quanto à identificação das famílias que receberão os produtos, Marta Alçada referiu que será feita em parceria com as instituições de solidariedade social “para evitar que haja duplicação de apoios nuns casos, enquanto outros possam continuar sem ser abrangidos“.

*Com gentileza da Lusa
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