CIMT e câmaras assinam acordo com sindicatos

ACORDOS PELAS 35 HORAS SEMANAIS

Decorreu hoje, em Tomar, a cerimónia de assinatura dos Acordos de Entidade Empregadora Pública, entre a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT), as Câmaras Municipais de Abrantes, Alcanena, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Torres Novas, Sertã, Vila de Rei e Vila Nova da Barquinha e os Sindicatos representativos dos trabalhadores. De foram ficaram Constância, Entroncamento e Tomar que ainda se encontram a ultimar o respetivo procedimento para o acordo.

 

Câmaras Municipais assinam acordo

A redução para as 35 horas semanais, do horário de trabalho, dos funcionários foi a razão desta assinatura.

A Federação Sindical da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (FESAP), o Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado e Entidades com Fins Públicos (STE), o Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) e o Sindicato Nacional dos Bombeiros Profissionais (SNBP), subscreveram o acordo em representação dos trabalhadores.

Os representantes dos sindicatos

Maria do Céu Albuquerque, Presidente do Conselho Intermunicipal da CIMT referiu, “trata-se de um acordo importante para todos os colaboradores, permitindo-lhes uma maior motivação que certamente irá permitir um maior empenho e desempenho nas funções de cada um”. Por outro lado, considerou “fundamental a possibilidade de ser compatibilizada a vida pessoal com a vida profissional”. Disse ainda  que, “com os atuais cortes na função pública, esta é certamente uma possibilidade de ser recompensado o esforço dos colaboradores, não vendo o seu horário aumentado”.

Para Maria Helena Rodrigues, do STE, em causa está “a compatibilização da vida pessoal e profissional, essencial num momento crítico em relação às questões da demografia e da natalidade, e o princípio da autonomia do Poder Local”. Frisou que “os acordos hoje assinados foram previamente submetidos aos associados do sindicato, que deram o seu acordo”.

O secretário-geral do SINTAP, José Abraão, afirmou que “as medidas do banco de horas e adaptabilidade não são impostas“, dependendo do acordo prévio do funcionário, sendo que, no seu entendimento, até “reforçam os mecanismos de direitos dos trabalhadores“.

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