O Natal não é para todos

muitos...sem Natal

REFLETIR

Observamos as redes sociais e, se é verdade o número crescente de portugueses cientes da tragédia que assola Portugal, é ainda confrangedor observar tanta futilidade lamentável.

Em Portugal cresce avassaladoramente o número de famílias na rua, de crianças com fome, de casas sem luz e água.

A recente acção da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa que procurou fazer o levantamento das “situações humanas limite” veio mostrar à saciedade quanto estamos longe da felicidade.

Mas não nos iludamos, o(s) poderes nada farão para ultrapassar a situação, pelo contrário.

Terão de ser os cidadãos a tomar em mãos a organização da sobrevivencia, o bem estar colectivo.

Hoje à noite, pelo menos…sejamos sóbrios, é o mínimo.

Director

Sobre Jornal de Oleiros

Nascemos em 25 de Setembro de 2009.
Esta entrada foi publicada em Destaques, Justiça. ligação permanente.

3 Respostas a O Natal não é para todos

  1. A. Graça diz:

    Sobriedade que não esteve presente na reunião do chamado Conselho da Diáspora Portuguesa, que reuniu, para além de um grupo de emigrantes notáveis, o desertor Durão Barroso e aquilo a que chamam os notáveis cá do sítio. A foto de família, publicada hoje nos diários, retrata um ambiente de grande galhofa, o máximo da hipocrisia, num país onde há tanta gente a sofrer no limiar da pobreza

    • Sem dúvida Amigo. As designadas classes “dominantes” encontram sempre estes palcos para exibir as suas “preocupações aparentes”. Daqui a pouco, todos estarão tranquilos nas casas aquecidas, sentindo que cumpriram a missão. Cumpriram de facto – salvar os seus -.

  2. Joaquim Vitorino diz:

    Ilustre Diretor Paulino Fernandes; constitui uma Honra para mim, escrever no Jornal de oleiros e ser Seu colaborador; a Sua preocupação com os mais fragilizados da nossa sociedade, é um alerta para uma verdadeira reflecção da Nação que somos, e a que queremos ser. Dom Rosário Duque de Bragança, Legítimo Herdeiro da Coroa de Portugal, numa corajosa carta aberta, denuncia a “escravidão da fome e atraso a todos níveis em que a República deixou cair o povo português. É tempo de estabelecer um paralelo sobre as vantagens de vivermos sob a tutela de um sistema desvalido, que só serve inconfessáveis interesses, ou regressarmos á Monarquia que tem a moral e o dever patriótico, de cuidar dos seus sem qualquer discriminação. J. Vitorino ” Cavaleiro da Cruz Azul”

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