Ana Sofia Pires, Candidata a Vila de Rei pelo PS

Partido Socialista apresenta Ana Pires à câmara de Vila de Rei

Ana Sofia e Hortense Matins

Foram apresentados no passado sábado os candidatos do Partido à Câmara Municipal e Assembleia Municipal de Vila de Rei e ainda às Assembleias de Freguesias de Vila de Rei e da Fundada, respetivamente Ana Sofia Pires, José Januário, Júlio Nunes de Oliveira e Jorge Crisóstomo.

Ana Pires, candidata à presidência da Câmara de Vila de Rei, que assume esta pretensão com o “sentido de responsabilidade inerente à difícil missão de, por novos caminhos, compromissos e ideias, ajudar a população Vilarregense”.

Nesta apresentação marcaram presença, além de militantes e amigos também Vítor Cavalheiro, candidato à câmara da Sertã, Álvaro Beleza, representando o secretário-geral do PS, José Seguro e Hortense Martins, deputada da Assembleia da República pelo círculo de Castelo Branco. Confiante na vitória socialista no concelho, a deputada lembrou que “o PS já entrou no Pinhal”, e deu os exemplos da Sertã e de Proença-a-Nova para incutir ainda mais confiança de que “em Vila de Rei também é possível”. Depois das palavras de apresso à candidatura de Ana Sofia Pires, Hortense Martins virou baterias para o estado da nação e para dizer que “o PS sempre foi um partido que, no Governo, nunca esqueceu o interior”, acusando que nas últimas eleições era a maioria PSD/CDS que dizia que “o IC8 era uma estrada que não levava a lado nenhum”. 

Ana Sofia Pires

A saúde e a educação são sempre dois temas que servem de bandeira a nível nacional e esta apresentação não constituiu exceção. Álvaro Beleza, ligado a estes dois setores da sociedade, alertou para o perigo das privatizações. “Acredito que há uma agenda escondida de privatizar e demonstrar que os serviços privados são melhor que os públicos para depois privatizar tudo”, acusou.

Ana Sofia Pires quer novos caminhos para o seu concelho, apostar nas pessoas e em setores de futuro como por exemplo a agricultura, daí ser intenção criar a cooperativa da agricultura e da floresta, incentivar a arborização com espécies autóctones e fazer com que a nível de floresta as leis se cumpram. “Ou o poder de Lisboa legisla no sentido de, depois dos incêndios, ser proibida a plantação de árvores diferentes das existentes há 50 ou 60 anos e dá mais competências às câmaras municipais, responsabilizando-as também pelo ordenamento florestal, ou nada feito”, disse.
Entre as áreas de atuação que preconiza estão também o apoio às pessoas idosas e mais desprotegidas lembrando os lugares dispersos e isolados. “Aqui prometemos um apoio efetivo de proximidade”, esclareceu. 

O desenvolvimento económico, educação e juventude são outras das áreas de intervenção com a intenção de criar uma incubadora de empresas. O apoio aos bombeiros é outra intenção bem como a “devolução do IRS a todos os contribuintes que tenham residência no concelho”.

* Com José Lagiosa

 

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