Parque das Nações, o Grande Desafio

Parque das Nações, o Grande desafio.

Parque das Nações

Uma Junta de Freguesia tem que ser entendida, no seu contexto eminentemente social; porque é essa a sua função, não obstante estar enquadrada no poder Municipal.

O tempo de crise que se atravessa, em particular no nosso país, deixou às Juntas de Freguesia um papel preponderante, na defesa dos que foram apanhados na teia do endividamento e das dificuldades, que muitos portugueses estão a enfrentar; estão enganados todos aqueles que pensam que só os ricos é que vivem no Parque das Nações; esta ideia é absolutamente negativa.

Efetivamente muitos foram aqueles que tiveram que entregar as suas casas aos bancos, porque perderam os empregos, levando-os a uma situação de desespero, pois os valores das mesmas caíram, ao que deram origem a que todo o investimento fosse perdido; portanto o Parque das Nações não é uma Freguesia de ricos, porque 80% dos seus habitantes, pertencem à classe média baixa; a classe média alta praticamente nunca existiu em Portugal, porque antes da crise era virtual, e suportada no endividamento.

Muitos foram aqueles que nos últimos dois anos, tiveram que abandonar o Parque das Nações, por vários motivos; a perda dos empregos foi uma das principais causas do abandono daquela que considero a mais aprazível zona de Lisboa e da Europa; não obstante existir um Monumental trabalho por fazer, para tornar esta bela área, num local de excelência, não só em Portugal, como a nível mundial. Lisboa foi recentemente considerada o 4º roteiro turístico mundial, por uma revista da especialidade; e que eu num artigo “Lisboa querida Lisboa” não concordei com esta qualificação, pelo facto de Lisboa ser a mais bela Cidade do Mundo. Esta requalificação tem a haver, com tudo o que se tem feito por Lisboa nos últimos 15 anos, mas sobretudo recentemente, com o executivo do seu Presidente António Costa, que eu considero o melhor dos últimos 50 anos.

Digo isto sem exagero ou vínculo partidário porque não o tenho; quem tiver dúvidas, veja “A Armadilha do Acordo” que publiquei 3h00 antes da recente comunicação do Presidente da República ao país; e que está disponível nas redes sociais. Lisboa de hoje é uma Cidade diferente e cosmopolita, onde os portugueses também gostam de viver.

A nova Freguesia do Parque das Nações, para onde me mudei com a minha família há mais de 8 anos, e que divido o meu tempo com o Cadaval, precisa de um grande empenho e muito trabalho, porque carece um pouco de tudo; António Costa, saberá dar uma resposta às expectativas dos seus residentes; ele escolheu para o primeiro Presidente da Junta de Freguesia do Parque das Nações o Homem ideal, que é Hirondino Isaías. Jovem e dinâmico, Hirondino consensualiza todas as correntes de opinião que residem nesta extraordinária zona de Lisboa, que todos os seus residentes adoram. Com toda a consideração que outros candidatos me merecem; o trabalho que espera o novo Presidente de Junta, não é tarefa para reformados ou próximos disso; eu tive residência no Concelho de Sintra de 1972 a 2005; este belo local, que é património mundial está degradado e quase abandonado, fruto de uma péssima gestão dos últimos anos, é um contraste com Lisboa; espero que os Lisboetas se desloquem a Sintra, antes de se decidirem a quem vão entregar, o futuro da sua Cidade. António Costa e Hirondino Isaías, são uma dupla de peso, para responder aos anseios dos residentes do Parque, com experiência do primeiro com provas dadas, e o dinamismo do segundo, todos temos a ganhar; e Lisboa será muito brevemente, não o 4º roteiro turístico Mundial, mas sim o primeiro.

*Joaquim Vitorino, Colaborador do Jornal de Oleiros

Parque das Nações – Lisboa

 

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Nascemos em 25 de Setembro de 2009.
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