Presidente deixou de ter influência no futuro – Governo continua

Cavaco Silva

ÚLTIMA HORA

Como se previa, o Presidente sem soluções e sem alternativas construidas, desiste de Eleições antecipadas e mantém o Governo que deverá ser alterado em função das decisões de Pedro Passos Coelho, as únicas que contam nesta Legislatura.

Cavaco Silva, mostrou que entrou numa aventura que agravou a situação do país e retrocede agora a toda a velocidade procurando fugir das responsabilidades. Era preciso outro Presidente, este, está demasiadamente desgastado.

Director

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Esgotado por tantos anos de política, dezenas de anos, Cavaco Silva avaliou mal os cenários, está abandonado pela sua entourage política e semeia erros sobre erros. Volta a colocar-se a questão da sua resignação, hoje vista com tranquilidade.

O tempo que fez perder ao país, a enorme soma de dinheiro que nos vai gastar, nada trouxe a Portugal.

Na sua antiga “guerra de desamores ” com Pedro Passos Coelho, perde em toda a linha e vai ter de engolir o “novo governo” que antes havia rejeitado, fazendo o país passar as “passas do algarve”.

Passos Coelho sai mais forte desta contenda, mantém o governo, altera o governo e dá uma folga aos ministros assoberbados com tantos dossiers, alargando o número de ministros, coisa que de início devia ter feito.

E, nem em Eleições, estúpidamente marcadas para daqui a um ano – coisa tão infeliz e tão cara para o país – tem hipótese.

O governo vai levar a Legislatura até final, aliás como deve ser em Democracia.

A esperança, o que resta agora, é de que Passos Coelho aproveite algumas das recomendações da entediante semana marcada pela ida às Selvagens do Presidente e, possa sensibilizar a Tróika para a necessidade de contenção na austeridade, no alargamento de prazos de pagamento, no défice ampliado, na redução do IVA de 23 para 13% e permita ao país caminhar para alguma tranquilidade.

Director

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Nascemos em 25 de Setembro de 2009.
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Uma Resposta a Presidente deixou de ter influência no futuro – Governo continua

  1. António Graca diz:

    A solução apontada pelo PR, comportava vários riscos, dos quais o maior foi, como vimos, a má avaliação que fez da capacidade de os “líderes” dos três partidos p-colocarem o interesses nacional acima dos seus interesses pessoais e partidários. O desfecho deste caso é o preço que os portugueses vão pagar por terem permitido a chegada ao poder de uma geração de gente rasca sem nível e deslumbrada pelas mordomias do poder. Geração que, em condições normais nunca teria passado da mediocridade a que tem direito

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