A verdade veio à tona em Vila de Rei

E a verdade veio à tona

Em 2012 quando me dirigi a todos os Vilarregenses concluí dizendo que mais cedo ou mais tarde a verdade viria à tona.

Com efeito, no passado dia 15 de Abril teve lugar no Tribunal da Sertã a realização do julgamento onde se procurou descobrir a verdade sobre os factos ocorridos, nomeadamente com o processo de regularização de obras em anexos da Santa Casa da Misericórdia, e ainda com o apoio prestado pelo Município às obras de construção de anexos habitacionais por parte do Centro de Dia Família Dias Cardoso no Fundada.

Em resultado da audiência realizada no dia 15 de Abril, foi decidido por parte do colectivo de juízes absolver todos os elementos que se encontravam acusados pelo Ministério Público.

 

Com efeito, ficou provado, que todo o processo onde se baseava a acusação não tinha qualquer razão de ser, uma vez que ninguém lucrou, ou teve essa intenção, bem como, não haver qualquer tipo de favorecimento a quem quer que seja.

Penso ainda que esta decisão, que não podia ser outra, vem provar, mais uma vez, que todos aqueles que se ocupam de uma forma quase profissional a acusar, a denunciar, a obstruir o normal funcionamento do Município, tiveram mais uma derrota, na já extensa lista de derrotas semelhantes em outros tantos processos.

Ao longo de todos estes anos ao serviço dos Vilarregenses fui julgada por todos vós muitas vezes, no boletim de voto, nas urnas, e por muito que custe aos parcos em espírito esse é realmente o julgamento que mais interessa.

Gostaria imenso que toda esta dedicação empregue em tentar denegrir, em tentar destruir, em tentar derrubar fosse empregue em prol da comunidade, ao serviço de todos, dos que mais precisam, dos mais desfavorecidos, dos mais isolados.

Deixo uma última palavra a todos os Vilarregenses, para afirmar que sempre pautei a minha actuação ao serviço de todos, tratando igual o que é igual, mas também, diferente o que é diferente.

Usando uma expressão muitas vezes usada por um senhor da minha terra:

“Se puderes fazer o Bem, não faças o Mal”.

 Por fim, a verdade veio à tona.

Nota do Director

A reposição da verdade era indispensável. O nosso Jornal, como todos, seguiram este caso de perto.

Decidiu a Direcção do Jornal não dar anteriormente à estampa qualquer notícia de um “não processo” que atingia injustamente uma Ilustre Presidente que bem conhecemos e cuja obra não esquecemos. Pelos canais apropriados transmitimos a nossa posição.

Mas era preciso esperar pela Justiça verdadeira em que acreditamos e que na passada semana se fez.

Parabéns Presidente e, não é a hora de desistir.

Director

Paulino B. Fernandes

Director-Adjunto

Carlos Fernandes

Maria Irene Barata

 

Sobre Jornal de Oleiros

Nascemos em 25 de Setembro de 2009.
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