Em Oleiros o mês de abril é intenso

Faltam dois meses para a Feira Quinhentista

Integrada na celebração dos 500 anos do Foral de Oleiros, o município de Oleiros dá continuidade aos festejos e em conjunto com Agrupamento de Escolas Padre António de Andrade e a Companhia de Teatro Viv´Arte, volta a promover a Feira Quinhentista, nos dias 31 de maio, 1 e 2 de junho de 2013. Esta realiza-se em Oleiros, pela segunda vez e consiste num evento diferenciador onde não faltará um mercado da época, torneio d´armas a cavalo, animação de rua, colóquio, teatro e recriação histórica.

O evento, tal como em 2011, pretende transportar as pessoas numa viagem no tempo para um período histórico importante para Oleiros, coincidindo com o século em que nasceu em Oleiros o Padre António de Andrade, primeiro europeu a descobrir o Tibete. A era de mil e quinhentos representou ainda uma época profícua em termos nacionais e mundiais, na qual chega a Portugal o Renascimento e ocorreram os Descobrimentos. Recorde-se que a primeira edição da Feira Quinhentista, há dois anos, revelou-se um enorme sucesso devido ao empenho de toda a comunidade escolar, tendo-se alastrado a toda a sociedade local.

Exposição de artes decorativas na Junta de Freguesia de Oleiros

Vai estar patente, do edifício da Junta de Freguesia de Oleiros, de 27 de março a 14 de abril, uma exposição de artes decorativas da autoria de Maria José Tavares Barata.

5.º Encontro Nacional de Caravanismo em Oleiros

Pelo segundo ano consecutivo, o Camping Oleiros volta a acolher o Encontro Nacional de Caravanismo promovido pela Associação Caravanismo de Portugal. A quinta edição deste evento vai ter lugar de 8 a 10 de junho, no CampingOleiros, Praia Fluvial de Açude Pinto.

5.º Grande Prémio de Atletismo em Oleiros

* Uma das Taças a disputar é a Taça Jornal de Oleiros

 O Município de Oleiros leva a efeito, no próximo dia 28 de abril, o 5.º Grande Prémio de Atletismo “Oleiros a Correr”. Com o apoio da Associação de Atletismo de Castelo Branco, este é um evento que pretende estimular a prática da atividade física e fomentar o gosto pela corrida. Haverá várias provas destinadas às diversas categorias: benjamins, infantis, iniciados, juvenis, juniores, seniores e veteranos, as quais terão início em frente à Câmara Municipal. Os interessados em participar, poderão inscrever-se nas Piscinas Municipais de Oleiros ou na Associação de Atletismo de Castelo Branco. Para mais informações, contacte os números 272 681 062 ou 272 341 753.

Agenda Cultural do Município destaca FORAL MANUELINO DE OLEIROS

No ano em que se celebram os 500 anos da entrega do Foral Manuelino a Oleiros, a 20 de outubro, a edição n.º 22 da Agenda Cultural do Município de Oleiros, referente ao 2.º trimestre de 2013, dá destaque a esse acontecimento histórico. É neste período, de 31 de maio a 2 de junho, que se irá realizar em Oleiros a Feira Quinhentista, numa organização da autarquia local em parceria com o Agrupamento de Escolas Padre António de Andrade e a Companhia de Teatro Viv´Arte. Este é um dos eventos que integram as comemorações desta efeméride e que teve o seu início já em 2011 com a realização da sua primeira edição, revelando-se um enorme sucesso, fruto do empenho da comunidade escolar e o qual se estendeu a toda a população.

Para além da realização de variadas atividades, tais como palestras e exposições, as comemorações irão ainda incluir o lançamento de um livro sobre o Foral Manuelino de Oleiros, da autoria de Leonel Azevedo, o qual também participa nesta edição da Agenda Cultural com a publicação de um artigo.

Neste número pretende-se sensibilizar os leitores para a importância do Foral, explicando o que representou e enquadrando-o na época quinhentista, a qual deu o mote para a conceção de tão diferenciadora feira. Também com a apresentação de uma cronologia de acontecimentos, ocorridos ao longo do século XVI, torna-se mais fácil para o leitor entender o contexto de mil e quinhentos, de onde se destacam o nascimento do Padre António de Andrade, ilustre Oleirense e patrono do Agrupamento de Escolas; os Descobrimentos ou a chegada a Portugal de um movimento cultural que assinalou o final da Idade Média e o início da Idade Moderna, sendo marcado por transformações em muitas áreas da vida humana: o Renascimento.

“A importância da floresta portuguesa”, pelo Prof. Doutor Jorge Paiva, em Oleiros no próximo dia 10 de abril

Está agendada para o próximo dia 10 de abril, pelas 10 horas, no auditório da Casa da Cultura de Oleiros, a palestra “A importância da floresta portuguesa“, pelo ilustre Prof. Doutor Jorge Paiva. A sessão é aberta a todos os interessados * e insere-se no âmbito da Prova de Aptidão Profissional “A importância das Plantas Aromáticas e Medicinais no Turismo” de uma aluna Oleirense do Curso Profissional de Técnico de Turismo Ambiental e Rural da Escola Tecnológica e Profissional da Sertã, contando com o apoio do Município de Oleiros.

Recorde-se que o Prof. Jorge Paiva é um dos mais reconhecidos professores da Universidade de Coimbra, tendo nascido em Cambondo (Angola), a 17 de setembro de 1933, há 79 anos. Licenciado em Ciências Biológicas pela Universidade de Coimbra e doutorado em Biologia pelo Departamento de Recursos Naturais e Medio Ambiente da Universidade de Vigo (Espanha), tem sido investigador principal no Departamento de Botânica da Universidade de Coimbra, onde lecionou algumas disciplinas, tendo também lecionado, como professor convidado, na Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra, nos Departamentos de Biologia das Universidades de Aveiro e da Madeira, na licenciatura de Arquitetura Paisagista da Universidade Vasco da Gama de Coimbra, no Departamento de Engenharia do Ambiente do Instituto Superior de Tecnologia de Viseu e no Departamento de Recursos Naturais e Medio Ambiente da Universidade de Vigo (Espanha).

O ilustre professor é uma figura marcante. Corre dez quilómetros todos os dias e toma sempre duche de água fria. Está aposentado mas continua a fazer investigação em Botânica e a defender a preservação do ambiente através das palestras que faz pelas escolas. Jorge Paiva diz que não lhe resta “muito futuro” mas com tudo o que atualmente faz ainda aceitou o convite para fazer um documentário que implica várias viagens aos Trópicos “para recriar as explorações botânicas que a Universidade de Coimbra fez há dois séculos”. “Sempre fui um amante da natureza porque nasci no meio da floresta”.

* Apoio do Gabinete de Comunicação da CMOleiros

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