STEIFF, um fim em que não acreditamos ainda…

Os nossos ursinhos...

5 de fevereiro de 2013

Fechou a Steiff.

De nada valeu o esforço do Gestor em Portugal, a Câmara de Oleiros, os jornais que como o nosso estiveram na 1ª linha deste combate.

O governo português não fez nada de assinalável neste processo. A carta entregue a Ângela Merkel quando esteve em Portugal foi atirada para o cesto dos papéis sem valor.

Fica explícita a simpatia do aliado alemão, a solidariedade.

103 Amigos(as) de Oleiros e da região vão para o desemprego hoje.

Não baixaremos os braços e, na 2ª feira, pelas 10H30 a Direcção do Jornal de Oleiros estará à porta da Steiff para conversar com quem esteja e com queira aparecer.

Director

Sobre Jornal de Oleiros

Nascemos em 25 de Setembro de 2009.
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2 Respostas a STEIFF, um fim em que não acreditamos ainda…

  1. Joaquim Vitorino diz:

    Expresso aqui a minha solidariedade, para com todos os que estão em risco de perderem o seu posto de trabalho, e também para com aqueles, que utilizando os meios disponíveis, como este Jornal, na pessoa do seu Diretor,e também o Sr. Presidente da Câmara de Oleiros, e todos os que se envolveram, para que a Steiff continuasse em Oleiros. Quando da recente visita da Sra. Merkel a Portugal, no meu artigo Recado de Lisboa, publicado no Jornal de Oleiros, afirmei que a decisão, a ser tomada como definitiva, seria meramente política; infelizmente confirma-se. É lamentável que o governo, não venha a pública condenar esta decisão; isto não vai parar por aqui, parece que só falta fechar, o próprio país.

  2. António Graça diz:

    Um final anunciado e triste, em particular para os 103 trabalhadores e trabalhadoras que perdem o seu posto de trabalho, para os quais vai a minha solidariedade.
    É um dos contras do tão desejado investimento estrangeiro, especialmente em projectos de mão-de-obra intensiva, partem tão depressa como chegam,por um pequeno acréscimo nos lucros, depois de terem recuperado o investimento feito, que, neste caso, terá sido pequeno. No caso da fábrica de Oleiros, não está em causa a qualidade do produto, apenas a poupança resultante da deslocação para um país de mão-de-obra mais barata, e, a visita de Merkel a Portugal pouco contribuiria para inverter a situação, pois ela não iria contra os interesses económicos de uma empresa alemã.
    Este é um dos exemplos que mostram que o investimento estrangeiro só interessa em casos em que não seja fácil a sua posterior deslocalização, como, por exemplo, a Autoeuropa ou a Leica.
    Resta-nos aguardar que o Sr. Presidente da Câmara de Oleiros seja bem sucedido no seu esforço para encontrar uma solução para o problema, o que, infelizmente, não será fácil, por ser um produto muito específico num mercado dominado pela Steiff

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