David Cameron é agora mais claro

David Cameron

Esta Europa não mobiliza britânicos

Desde a primeira hora, Cameron tal como os seus antecessores nunca abdicaram da sua moeda e, por consequência, de instrumentos de gestão indispensáveis.

Um referendo em 2015, se não fôr antes, mostrará a primeira grande cisão no bloco europeu a que se seguirão outras e estaremos de regresso às moedas nacionais.

Portugal devia ponderar o mesmo caminho. É certo que o regresso ao escudo nos traria mais miséria transitória, mas, na verdade, essa seria a arma para sair da crise de que nunca sairemos mantendo o euro como divisa.

Esta Comunidade não interessa aos povos, salvo os que exportam tendo antes impedido países como Portugal de produzirem, pescarem e terem agricultura.

Esta Comunidade serve só para mistitificar, tal como este “regresso aos mercados de Portugal“, uma falsidade absoluta só para exibir aos incautos que estamos a melhorar.

Não há regresso nenhum aos mercados que sabem ser este um país falido. Esta operação a que alguns meios estão a dar cobertura é uma falsidade absoluta. A operação tem sucesso apenas porque préviamente o sucesso foi combinado. É lamentável ter estes políticos, mas, devemos penitenciar-nos – quem fez a escolha pouco criteriosa – foram os portugueses.

PF

Sobre Jornal de Oleiros

Nascemos em 25 de Setembro de 2009.
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Uma Resposta a David Cameron é agora mais claro

  1. Joaquim Vitorino diz:

    A Europa está raivoza, todos ameaçam em se afastar dela; restam os que não têm coragem, para seguir o seu próprio destino, e os que retiram o benefício em continuar, impondo as suas regras; David Cameron, colocou a fasquia muito alta, ao anunciar o referendo, e admitindo ser a favor, da continuidade do seu país na União; ele sabe que isso não vai acontecer, 65% dos seus compatriotas, são a favor da saída. Há uns meses, este Jornal avançou com a dívida, próxima dos 120% do PIB, agora os dados oficiais confirmam esses valores; o governo tem a obrigação de dizer aos portugueses, quanto é que representa em juros e amortizações; juntando a estes valores o déficite, que se chegar aos 5%, rondará os 8.500 milhões de euros. O que é que Portugal produz, para poder assumir esta brutalidade?.

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