Portugal; Berço da pobreza, por Joaquim Vitorino

PORTUGAL; BERÇO DA POBREZA

Ainda o orçamento está quente, das mãos do Sr. Presidente da República, e já o FMI vem dar sugestões, no sentido de salvaguardar, o pagamento da dívida; este conselho, deveria ter sido dado, uns dias antes; talvez o mesmo tivesse levado outro rumo.

Portugal entrou, em zona do perigo Grego; efetivamente, só faltava este empurrão de 4.5 mil milhões de euros, para ficarmos pior que a Grécia; no meu artigo, Nós Os Gregos; e Os Outros, três meses atrás, antevi esta situação.

A Grécia, tem 6.000 Ilhas, 270 habitadas, com um turismo, estruturado e organizado, é o berço da civilização Ocidental, mantém pescas e agricultura, quase em pleno; nós precisamos de 20 anos, para a reposição de há 30 anos.

Eu cidadão, sou contra o pedido do perdão da dívida, seria colocar Portugal, numa posição de fragilidade, e descredibilidade; não honraria o país. Esta seria paga, quando o país tivesse condições para o fazer, e livre de juros porque, quem colocou aqui o dinheiro, sabia que dificilmente, Portugal teria condições para o pagar, isto é um risco, que qualquer investimento comporta.

Portugal não deve pedir, mais um cêntimo; temos dezenas de milhares de desempregados, com formação na área do turismo, para dar uma resposta rápida neste setor, que também é o meu; se preciso for, darei formação gratuita, para ajudar Portugal a recuperar, muitos o farão, como se, de um serviço cívico se tratasse; levar o turismo para o interior, aliviando as grandes cidades, onde o desemprego mais se faz sentir; Nos estaleiros Navais, acelerar a construção de barcos de pesca, colocar todo o nosso saber na produção agricola; temos da melhor engenharia neste setor. O turismo, só serve economicamente um país, quando se reduz ao mínimo, a importação de bens, para o poder sustentar. O sol e uma costa Atlântica, de mais de 1.000 quilómetros, não temos que a pagar, porque é nossa.

É provável que, nos primeiros tempos, tenhamos que recorrer a marmitas, para irmos buscar sopa, aos centros de caridade; ninguém morrerá de fome; as mulheres de Portugal, darão generosamente uma resposta, com sua arte alimentar, para que este país, volte a ser feliz.

Não tenho ressentimentos, para com aqueles, que involuntariamente colocaram, Portugal à beira do abismo; quanto aos outros, que nada fizeram para o evitar, a sua consciência os vai julgar. Os portugueses, e as futuras gerações, não os vão esquecer, no sentido negativo.

* Joaquim Vitorino –  Correspondente na Vermelha (Zona Oeste) para o Jornal de Oleiros, comunidades, Europa, USA, Brasil, África do Sul e Palop.

Joaquim Vitorino

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