EDITORIAL – ” Cerrar fileiras “

” Cerrar fileiras”

A poucas horas de celebrar o Natal de 2012, Natal sem encanto para inúmeras Famílias do nosso país, em número crescente, cumpre-me agradecer os inúmeros votos de Boas Festas recebidos, dirigidos ao Director e a todos os Colaboradores.

Não é possível enumerar, mas destacamos os Presidentes de Câmara que no Distrito aplaudem e consideram útil o nosso trabalho, de alguns Presidentes de Junta do Concelho de Oleiros, de Instituições bancárias através dos seus Gerentes, de pessoas anónimas do Concelho, de Grupos de Amigos da região, de Instituições de solidariedade, do país e das Comunidades.

Dos Senhores Deputados que não nos ignoraram.

Pessoalmente agradeço também as mensagens dos nossos Colaboradores em todo o mundo.

Uma mensagem que poderia ser subliminar, mas não é, e evidenciamos com gôsto, é a de que “a defesa e promoção de Oleiros ” se faz hoje no Concelho, mas principalmente fora dele.

Faz-se onde o poder efectivo está sedeado, faz-se junto das Comunidades espalhadas pelo mundo.

Faz-se ainda sem divisionismos partidários, cegos e ignorantes das realidades que muitas vezes escamoteiam para benefício próprio.

Desde sempre percebemos isso e por isso rompemos fronteiras, sob pena de a nossa voz ser anulada.

Isso é doloroso para quem eventualmente o desejava e, hoje, percebem, ser impossível tal desiderato.

Nunca o permitiremos e salvaguardaremos a nossa independência sem servilismos.

Sempre ao serviço de Oleiros, das suas gentes que amamos, do povo português também, porque nele estamos inseridos para o bem e para o mal.

Vamos entrar confiantes em 2013, ano que pressagia dificuldades acrescidas, “mortais” para muitas famílias infelizmente.

 
 

Não queremos fome

Estaremos solidários com os mais desfavorecidos, atentos e intervenientes na sociedade onde nos inserimos, despertos para os indispensáveis combates a travar – que travaremos -, de Braga, à Vermelha, de Oleiros a Joanesburgo, da Alemanha, à França, do Brasil aos Estados Unidos da América, de Álvaro a Cambas, de Castelo Branco a Proença-a-Nova, da Sertã a Vila de Rei, de Ponta Delgada ao Funchal – de e em Oleiros para todo o mundo onde estamos presentes efectivamente.

 

Boas Festas.

Bem hajam.

Paulino Fernandes

Director

Paulino Fernandes

email: jornaldeoleiros@sapo.pt

            paginasdemotivacao.editora@sapo.pt

Tenhamos vergonha.

Sobre Jornal de Oleiros

Nascemos em 25 de Setembro de 2009.
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2 Respostas a EDITORIAL – ” Cerrar fileiras “

  1. Prezado Dr. Paulino Fernandes
    “Cerrar Fileiras” um leme de acção que resume todo um programa humanista que sempre tem defendido com os seus colaboradores.
    Desejo-lhe um Santo Natal, e um 2013 com muita prosperidade, saúde e amor. E que o Jornal de oleiros e a sua equipa continue a ser uma luz e motivo de esperança num mundo que não é o mais fácil!
    Abraço grande extensivo a sua família
    António Justo

  2. Joaquim Vitorino diz:

    Subscrevo literalmente; a eloquência com que o Diretor deste Jornal, analiza a terrível encruzilhada, em que Portugal se encontra; tinha um comentário terminado, a “Cerrar Fileiras” da autoria de Paulino Fernandes; mas uma notícia de última hora, levou-me a desistir dele, e a escrever um outro; trata-se de uma nova estimativa, do vergonhoso buraco do BPN, cuja estimativa sobe agora, para 7.5 mil milhões de euros. Estes valores, agora tornados públicos, pela SIC vão obrigar Portugal, a alterar o plano de resgate, e a pedir mais sacrifícios aos portugueses; quando os que já estão sujeitos, são enaceitáveis; porque eles não derivam, de orçamentos mal calcolados, ou danos imprevisíveis e justificados; estas desgraças a conta gotas, são a (Verdade Escondida), que coloca em descrédito, quem tem a missão de informar. Não acredido, que a investigação, não tenha tido conhecimento, deste atentado público, pois é disso que se trata; existem dívidas brutais, de senhores da praça política, que o povo terá que pagar. Espero que quem tem, o dever de informar, ajudem os portugueses a compreender este puzzle, de uma vez por todas, sem subserviência, de quem quer que seja, como o fáz este Jornal, que é o de Oleiros. Bom Natal

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