O desespero vai tomando conta da população no interior

Ministro barrado na Covilhã

ÚLTIMA HORA

Algumas dezenas de manifestantes bloquearam hoje a saída do ministro do ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, após a visita ao Parque de Ciência e Tecnologia da Covilhã.

 À saída do edifício do parque, a comitiva do ministro tentou evitar os manifestantes mas, apesar de ter saído pela porta que lhe indicaram, o ministro viu-se confrontado com dois contestatários que aí o aguardavam.

Apesar de insultado, o ministro insistiu em dirigir-se aos manifestantes e acabou por ser cercado pelos outros participantes na manifestação.

Intervenção do presidente da Câmara da Covilhã

 

 

Enquanto tentava falar com os manifestantes, o governante continuou a ser insultado e vaiado e foi necessária a intervenção do presidente da Câmara da Covilhã, Carlos Pinto, para que o ministro conseguisse entrar no seu automóvel.

Nessa altura, vários manifestantes colocaram-se em cima do carro para impedir a marcha.

Pouco depois os manifestantes, liderados pelo coordenador da União de Sindicatos da CGTP de Castelo Branco, Luís Garra, acabaram por desmobilizar.

Distrito de Castelo Branco em pânico

Os vários encerramentos de empresas e este último encerramento do Call Center da Segurança Social que coloca mais 400 trabalhadores no desemprego, alguns casais, torna a situação na região dramática e a justificar medidas excepcionais.

PF

 

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Nascemos em 25 de Setembro de 2009.
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3 Respostas a O desespero vai tomando conta da população no interior

  1. Portugal não é a Grécia, mas, os portugueses não podem aceitar com resignação e indiferença as decisões duvidosas de um governo que só procura agradar aos interesses dos grupos económicos e da Merkl

  2. Portugal não é a Grécia, mas, os portugueses não podem aceitar com resignação e indiferença as decisões duvidosas de um governo que só procura agradar aos interesses dos grupos económicos e da Merkl e este tipo de manifestações, desde que não atinjam o descontrolo nem causem danos físicos são úteis para os fazer sentir na pele o desconforto dos portugueses

  3. O António Graça tem razão. Sômos povos diferentes, no entanto, a fome e a miséria não aconselham nada de bom. Basta olhar para a face daqueles Homens hoje na Covilhã, para perceber quanto sofrem.
    Foram iludidos e mantidos no obscurantismo, sofrem agora por não terem participado, informando-se melhor. Custa e eles não viram nem percebem, porque se vissem…seriam iguais aos gregos…o Primeiro-Ministro de Portugal completamente isolado dos seus pares do sul, apenas para se mostrar cumpridor, fiel seguidor, esquecendo-se do seu país. O prémio já veio hoje, o novo topo de gama de 4 rodas. este primeiro-ministro, impreparado, vai levar o país a um ponto de não retorno. Lamentável.
    Director

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